Angola espera novas oportunidades com Zona de Comércio Livre

  • Bandeira da União Africana
Luanda - O ministro do Comércio e Indústria, Victor Fernandes, considerou, este sábado, a adesão de Angola à Zona de Comércio Livre do Continente Africano como uma oportunidade para a classe empresarial do país.

Em declarações à imprensa, em Luanda, no final da 13ª Sessão Extraordinária da União Africana, por videoconferência, o governante angolano sublinhou que, a par de novas oportunidades para os empresários, a Zona de Comércio Livre vai contribuir para a elevação da qualidade dos produtos e dos serviços.

"Vamos ter cada vez maior oferta a nível da qualidade dos produtos e dos serviços, porque não será só Angola a fornecer estes bens, mas os outros países também o farão”, afirmou o ministro, após a reunião, em que Angola esteve representada pelo Presidente da República, João Lourenço.

O acordo de Livre Comércio do Continente Africano, do qual Angola é parte, entra em vigor em Janeiro de 2021.

Dos 54 estados africanos, 30 já ratificaram o tratado. Numa primeira fase, levará à eliminação das tárifas sobre 90 por cento dos produtos.

O objectivo da União Africana é criar uma extensa zona de livre comércio, com um mercado orçado em 2,5 trilhões de dólares.

Victor Fernandes informou que todos os produtos que Angola produz têm espaço na Zona de Comércio Livre, desde que cumpram as regras estabelecidas ao abrigo do acordo.

Com essa abertura, Angola "vai alavancar as vantagens e beneficiar do que ainda não tem", de acordo com o ministro, acrescentando que, no continente africano, o país está no topo da cadeia. 

“O país tem um mercado financeiro muito estável e com grande capacidade até de exportar conhecimento. Isso poderá ser uma mais-valia”, indicou. 

Noutra vertente, o ministro Victor Silva assegurou que há reserva de produtos suficientes para a quadra festiva, não havendo "razão objectiva para se estar preocupado".

“Estamos a acompanhar, diariamente, a evolução dos preços. Temos constatado um aumento dos preços da cesta básica, o que preocupa o Executivo”, ressaltou.

Mirex destaca importância da Zona de Comércio Livre

Por sua parte, o ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, disse que a adesão de Angola ao projecto vai permitir maior abertura ao mundo em termos comerciais, salientando que a  cimeira teve como essência dar uma base jurídica à entrada em vigor da Zona Económica Africana já no próximo mês.

Em declarações à imprensa, em Luanda, no final da 13ª Sessão Extraordinária da União Africana, por videoconferência, o governante angolano sublinhou que, a par de novas oportunidades para os empresários, a Zona de Comércio Livre vai contribuir para a elevação da qualidade dos produtos e dos serviços.

"Vamos ter cada vez maior oferta a nível da qualidade dos produtos e dos serviços, porque não será só Angola a fornecer estes bens, mas os outros países também o farão”, afirmou o ministro, após a reunião, em que Angola esteve representada pelo Presidente da República, João Lourenço.

O acordo de Livre Comércio do Continente Africano, do qual Angola é parte, entra em vigor em Janeiro de 2021.

Dos 54 estados africanos, 30 já ratificaram o tratado. Numa primeira fase, levará à eliminação das tárifas sobre 90 por cento dos produtos.

O objectivo da União Africana é criar uma extensa zona de livre comércio, com um mercado orçado em 2,5 trilhões de dólares.

Victor Fernandes informou que todos os produtos que Angola produz têm espaço na Zona de Comércio Livre, desde que cumpram as regras estabelecidas ao abrigo do acordo.

Com essa abertura, Angola "vai alavancar as vantagens e beneficiar do que ainda não tem", de acordo com o ministro, acrescentando que, no continente africano, o país está no topo da cadeia. 

“O país tem um mercado financeiro muito estável e com grande capacidade até de exportar conhecimento. Isso poderá ser uma mais-valia”, indicou. 

Noutra vertente, o ministro Victor Silva assegurou que há reserva de produtos suficientes para a quadra festiva, não havendo "razão objectiva para se estar preocupado".

“Estamos a acompanhar, diariamente, a evolução dos preços. Temos constatado um aumento dos preços da cesta básica, o que preocupa o Executivo”, ressaltou.

Mirex destaca importância da Zona de Comércio Livre

Por sua parte, o ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, disse que a adesão de Angola ao projecto vai permitir maior abertura ao mundo em termos comerciais, salientando que a  cimeira teve como essência dar uma base jurídica à entrada em vigor da Zona Económica Africana já no próximo mês.