Angola exorta ao apoio à aplicação do cessar-fogo na RCA

  • Abreu Muengo "Kamorteiro" Chefe do Estado Maior General Adjunto para Área Operacional e Desenvolvimento das FAA
Luanda – Angola exortou esta quarta-feira, em Luanda, ao apoio à implementação do cessar-fogo na República Centro Africana (RCA), decretado unilateralmente pelo governo deste país, no dia 15 deste mês.

A exortação foi feita pelo Chefe do Estado-Maior adjunto para a Área Operativa e de Desenvolvimento das Forças Armadas Angolanas (FAA), que considerou o cessar-fogo é essencial para a materialização do programa de desmobilização, desarmamento, reintegração e repatriamento, visando a paz e reconciliação na RCA.

O general "Kamorteiro" discursava na abertura da reunião do Comité de chefes de Estado-Maior General das Forças Armadas dos países membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), que, entre outras questões, avalia a situação de segurança na RCA, República Democrática do Congo, no Burundi e no Sudão. 

Na ocasião, repudiou o golpe de estado ocorrido no Sudão e manifestou solidariedade ao governo de transição, que representa a autoridade estabelecida pelo povo sudanês.

Saudou a continuação da estratégia conjunta entre a RDC e a ONU para a efectiva retirada da missão desta organização mundial nos próximos anos e a transição gradual para uma Brigada de Intervenção (BI), mas manifestou preocupação com os ataques das Forças Democráticas Aliadas na localidades do Ituri e Béni, na região do Kivu Norte, que causaram a morte de 19 civis.

Por outro lado, felicitou a forma como ocorreu o repatriamento de 19 ex-combatentes do grupo armado burundês denominado RD-TABARA, capturados em Setembro de 2020 pelas forças de defesa do Rwanda, por terem violado os limites fronteiriços entre os dois países.

Segundo o general angolano, é preciso conjugação de esforços, para o fortalecimento e a eficácia da CIRGL, a fim de garantir um sistema de segurança mais equilibrado, justo e inclusivo, capaz de promover a confiança e a cooperação entre os Estados membros.

Apelou para que se continue a prestar especial atenção ao reacender dos conflitos armados, aos crimes transnacionais organizados, como o tráfego de drogas e de seres humanos e a pirataria, que causam danos à população e ao desenvolvimento.

Por sua vez, o secretário-executivo adjunto da CIRGL, Yasir Mohamed, manifestou-se animado com a melhoria das relações e do clima de paz entre os países região.

Afirmou que os desafios nas áreas da paz e segurança na região dos Grandes Lagos precisam de uma grande cooperação, saudado a melhoria das relações entre o Rwanda e o Burundi e o Rwanda e o Uganda, que se regista desde o início do corrente ano.

Lamentou o facto de a Covid 19 ter implicações na mobilidade das pessoas e condicionar a assistência aos refugiados.  

A exortação foi feita pelo Chefe do Estado-Maior adjunto para a Área Operativa e de Desenvolvimento das Forças Armadas Angolanas (FAA), que considerou o cessar-fogo é essencial para a materialização do programa de desmobilização, desarmamento, reintegração e repatriamento, visando a paz e reconciliação na RCA.

O general "Kamorteiro" discursava na abertura da reunião do Comité de chefes de Estado-Maior General das Forças Armadas dos países membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), que, entre outras questões, avalia a situação de segurança na RCA, República Democrática do Congo, no Burundi e no Sudão. 

Na ocasião, repudiou o golpe de estado ocorrido no Sudão e manifestou solidariedade ao governo de transição, que representa a autoridade estabelecida pelo povo sudanês.

Saudou a continuação da estratégia conjunta entre a RDC e a ONU para a efectiva retirada da missão desta organização mundial nos próximos anos e a transição gradual para uma Brigada de Intervenção (BI), mas manifestou preocupação com os ataques das Forças Democráticas Aliadas na localidades do Ituri e Béni, na região do Kivu Norte, que causaram a morte de 19 civis.

Por outro lado, felicitou a forma como ocorreu o repatriamento de 19 ex-combatentes do grupo armado burundês denominado RD-TABARA, capturados em Setembro de 2020 pelas forças de defesa do Rwanda, por terem violado os limites fronteiriços entre os dois países.

Segundo o general angolano, é preciso conjugação de esforços, para o fortalecimento e a eficácia da CIRGL, a fim de garantir um sistema de segurança mais equilibrado, justo e inclusivo, capaz de promover a confiança e a cooperação entre os Estados membros.

Apelou para que se continue a prestar especial atenção ao reacender dos conflitos armados, aos crimes transnacionais organizados, como o tráfego de drogas e de seres humanos e a pirataria, que causam danos à população e ao desenvolvimento.

Por sua vez, o secretário-executivo adjunto da CIRGL, Yasir Mohamed, manifestou-se animado com a melhoria das relações e do clima de paz entre os países região.

Afirmou que os desafios nas áreas da paz e segurança na região dos Grandes Lagos precisam de uma grande cooperação, saudado a melhoria das relações entre o Rwanda e o Burundi e o Rwanda e o Uganda, que se regista desde o início do corrente ano.

Lamentou o facto de a Covid 19 ter implicações na mobilidade das pessoas e condicionar a assistência aos refugiados.