Angola na direcção da organização dos provedores de África

  • Florbela Araújo, provedora da justiça de angola
Luanda – Angola foi eleita membro da direcção da Organização Africana dos Provedores da Justiça, anunciou, esta sexta-feira, a provedora Florbela Araújo.

Em declarações à ANGOP, Florebela Araújo, que assume o cargo de directora regional do Conselho Internacional dos Provedores de Justiça para África, avançou que a eleição do país surge como reconhecimento ao papel desenvolvido pela Provedoria da Justiça de Angola em prol da defesa dos direitos, liberdades e garantias da vida humana no país.

Angola, que se tornou membro da organização internacional dos provedores da justiça, em Maio deste ano, segundo Florbela Araújo, assume o lugar com o compromisso de dinamizar a organização, colocando ao dispor à sua experiência e  empenho na defesa das liberdades dos cidadãos.

“É um grande desafio para Angola. É também uma grande responsabilidade estar na direção da organização em África”, reforçou.  

O provedor de justiça é uma entidade pública independente, que tem por objecto a defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, assegurando, através de meios informais, a justiça e a legalidade da actividade da administração e é eleito pela Assembleia Nacional, para um mandato de cinco anos renovável.

Cabe ao provedor pode instruir processos, com base nas reclamações apresentadas pelos cidadãos.

 

Em declarações à ANGOP, Florebela Araújo, que assume o cargo de directora regional do Conselho Internacional dos Provedores de Justiça para África, avançou que a eleição do país surge como reconhecimento ao papel desenvolvido pela Provedoria da Justiça de Angola em prol da defesa dos direitos, liberdades e garantias da vida humana no país.

Angola, que se tornou membro da organização internacional dos provedores da justiça, em Maio deste ano, segundo Florbela Araújo, assume o lugar com o compromisso de dinamizar a organização, colocando ao dispor à sua experiência e  empenho na defesa das liberdades dos cidadãos.

“É um grande desafio para Angola. É também uma grande responsabilidade estar na direção da organização em África”, reforçou.  

O provedor de justiça é uma entidade pública independente, que tem por objecto a defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, assegurando, através de meios informais, a justiça e a legalidade da actividade da administração e é eleito pela Assembleia Nacional, para um mandato de cinco anos renovável.

Cabe ao provedor pode instruir processos, com base nas reclamações apresentadas pelos cidadãos.