Angola apela ao diálogo para paz nos Grandes Lagos

  • Suzana de Melo IIª Vive-presidente da Assembleia Nacional
Luanda - A 2ª vice-presidente do Parlamento angolano, Suzana de Melo, apelou, esta sexta-feira, ao diálogo permanente entre os países membros do Fórum Parlamentar da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (FP-CIRGL), para que a paz seja uma bandeira no continente.

Suzana de Melo falava à imprensa, no final da 2.ª Sessão Extraordinária da Assembleia Plenária do FP-CIRGL, que decorreu por videoconferência a partir de Kinshasa, República Democrática do Congo (RDC).

Nesta reunião extraordinária, o deputado Onyango Kakoba, da República do Uganda, foi reconduzido ao cargo de secretário-geral do Fórum Parlamentar da Conferência Internacional dos Grandes Lagos (FP-CIRGL).

De acordo com a segunda vice-presidente da Assembleia Nacional, as eleições devem ser a única via para garantir a tomada de poder.

"Devemos manter este princípio para que esta parte de África consiga demonstrar que, efectivamente, cumpre os princípios dos direitos humanos e internacionais", enfatizou.

Lamentou o facto de ainda haver muitos países do continente berço em conflito armado. "Devemos fazer com que as democracias tenham um funcionamento pleno dentro da região", referiu.

Por outro lado, disse ser necessário que os países membros da FP-CIRGL paguem as suas quotas e deixem as suas contribuições, para o fortalecimento do Fórum, principalmente, para as questões de paz.

"O papel fundamental é fazer com que os países membros paguem as suas quotas e deixem as suas contribuições para que o Fórum possa funcionar efectivamente e, como parlamentares, possamos contribuir nas questões de paz", assinalou.

Em relação à recondução do secretário-geral do Fórum Parlamentar da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (FP-CIRGL), disse que o mesmo tem demonstrado um trabalho positivo.

"As auditorias feitas às contas e ao seu trabalho têm sido positivas, daí que decidimos, hoje, que ele continue para mais um mandato de três anos", explicou.

Portanto, ele vai continuar a fazer a gestão do Fórum e tem que criar a união entre os países, finalizou.

A reunião extraordinária foi presidida pelo Burundi, na qualidade de presidente em exercício do FP-CIRGL.

O FP-CIRGL é uma organização interparlamentar que reúne parlamentos nacionais dos doze (12) Estados Membros da CIRGL, nomeadamente Angola, Burundi, República Centro-Africana (RCA), Congo, República Democrática do Congo (RDC), Quénia, Ruanda, Sudão do Sul, República do Sudão, Uganda, Tanzânia e Zâmbia. 

O Fórum foi instituído a 4 de Dezembro de 2008, em Kigali, Ruanda, em seguimento da assinatura do Acordo Interparlamentar.

A instituição é constituída pela Assembleia Plenária, Mesa da Assembleia Plenária, Conferência dos Presidentes, Comité Executivo, Comissões e Secretariado-Geral. 

Angola foi oficialmente convidada a membro do Fórum Parlamentar da Conferência sobre a Região dos Grandes Lagos em Janeiro de 2013. A sua adesão como membro da organização aconteceu em Novembro de 2014.

Suzana de Melo falava à imprensa, no final da 2.ª Sessão Extraordinária da Assembleia Plenária do FP-CIRGL, que decorreu por videoconferência a partir de Kinshasa, República Democrática do Congo (RDC).

Nesta reunião extraordinária, o deputado Onyango Kakoba, da República do Uganda, foi reconduzido ao cargo de secretário-geral do Fórum Parlamentar da Conferência Internacional dos Grandes Lagos (FP-CIRGL).

De acordo com a segunda vice-presidente da Assembleia Nacional, as eleições devem ser a única via para garantir a tomada de poder.

"Devemos manter este princípio para que esta parte de África consiga demonstrar que, efectivamente, cumpre os princípios dos direitos humanos e internacionais", enfatizou.

Lamentou o facto de ainda haver muitos países do continente berço em conflito armado. "Devemos fazer com que as democracias tenham um funcionamento pleno dentro da região", referiu.

Por outro lado, disse ser necessário que os países membros da FP-CIRGL paguem as suas quotas e deixem as suas contribuições, para o fortalecimento do Fórum, principalmente, para as questões de paz.

"O papel fundamental é fazer com que os países membros paguem as suas quotas e deixem as suas contribuições para que o Fórum possa funcionar efectivamente e, como parlamentares, possamos contribuir nas questões de paz", assinalou.

Em relação à recondução do secretário-geral do Fórum Parlamentar da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (FP-CIRGL), disse que o mesmo tem demonstrado um trabalho positivo.

"As auditorias feitas às contas e ao seu trabalho têm sido positivas, daí que decidimos, hoje, que ele continue para mais um mandato de três anos", explicou.

Portanto, ele vai continuar a fazer a gestão do Fórum e tem que criar a união entre os países, finalizou.

A reunião extraordinária foi presidida pelo Burundi, na qualidade de presidente em exercício do FP-CIRGL.

O FP-CIRGL é uma organização interparlamentar que reúne parlamentos nacionais dos doze (12) Estados Membros da CIRGL, nomeadamente Angola, Burundi, República Centro-Africana (RCA), Congo, República Democrática do Congo (RDC), Quénia, Ruanda, Sudão do Sul, República do Sudão, Uganda, Tanzânia e Zâmbia. 

O Fórum foi instituído a 4 de Dezembro de 2008, em Kigali, Ruanda, em seguimento da assinatura do Acordo Interparlamentar.

A instituição é constituída pela Assembleia Plenária, Mesa da Assembleia Plenária, Conferência dos Presidentes, Comité Executivo, Comissões e Secretariado-Geral. 

Angola foi oficialmente convidada a membro do Fórum Parlamentar da Conferência sobre a Região dos Grandes Lagos em Janeiro de 2013. A sua adesão como membro da organização aconteceu em Novembro de 2014.