Angola reafirma compromisso com Agenda da UA

  • Presidente da República, João Lourenço, participa no II Fórum Aswan em videoconferência,
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, reafirmou nesta sexta-feira, em Luanda, o compromisso de Angola com a Agenda 2063, da União Africana (UA), cujo foco está no desenvolvimento sustentável, na coesão social e na paz para o continente.

Ao discursar no II Fórum Aswan para a Paz e o Desenvolvimento Sustentável em África, uma iniciativa do Governo egípcio, o Presidente João Lourenço sublinhou a importância da referida Agenda para o continente.

No encontro, que decorreu por vídeoconferência, o Estadista angolano lembrou que a Agenda 2063 visa estimular soluções africanas para problemas africanos, em busca da “África que nós queremos”, como refere a Carta da União Africana.

João Lourenço que participou, no Fórum, na qualidade de convidado do Presidente da República Árabe do Egipto, Abdel Fattah AlSisi, recordou que, nos últimos anos, Angola tem desenvolvido mecanismos inclusivos para o reforço da coesão nacional.

Disse que os referidos mecanismos ganham corpo com o envolvimento de todos no processo de construção de uma paz sustentável e duradoura, capaz de trazer reflexos económicos e sociais positivos na vida dos cidadãos.

Informou que Angola está a executar acções que visam a promoção sustentável, o desenvolvimento socioeconómico e políticas que têm permitido a inclusão económica e social das famílias mais vulneráveis.

No Fórum que hoje termina, o Estadista angolano encorajou os esforços conjuntos dos líderes africanos na busca da paz e da segurança regional, factores prioritários na Agenda de cada país.

Lembrou que, neste domínio, Angola tem vindo a desenvolver acções específicas, a fim de garantir a sua implementação efectiva através do diálogo entre os países da sub-região.

Sobre a II edição da “Bienal de Luanda-Fórum PanAfricano para a Cultura de Paz”, realizada em Angola, em 2019, considerou ser uma clara afirmação da confiança dos Estados na construção de novos caminhos para concretizar a cultura de paz no continente.

Para o estadista angolano, é de extrema importância o engajamento dos actores políticos e da sociedade civil africana, na compreensão total dos desafios, de modo a transformar em acções efectivas a melhoria dos indicadores de desenvolvimento, para o bem-estar das comunidades africanas.

O evento, uma reflexão a escala alargada sobre o que fazer no período pós-covid nas sociedades africanas, decorreu sob o lema “Moldando o novo normal de África: recuperando-se mais forte, reconstruindo melhor”.

Ao discursar no II Fórum Aswan para a Paz e o Desenvolvimento Sustentável em África, uma iniciativa do Governo egípcio, o Presidente João Lourenço sublinhou a importância da referida Agenda para o continente.

No encontro, que decorreu por vídeoconferência, o Estadista angolano lembrou que a Agenda 2063 visa estimular soluções africanas para problemas africanos, em busca da “África que nós queremos”, como refere a Carta da União Africana.

João Lourenço que participou, no Fórum, na qualidade de convidado do Presidente da República Árabe do Egipto, Abdel Fattah AlSisi, recordou que, nos últimos anos, Angola tem desenvolvido mecanismos inclusivos para o reforço da coesão nacional.

Disse que os referidos mecanismos ganham corpo com o envolvimento de todos no processo de construção de uma paz sustentável e duradoura, capaz de trazer reflexos económicos e sociais positivos na vida dos cidadãos.

Informou que Angola está a executar acções que visam a promoção sustentável, o desenvolvimento socioeconómico e políticas que têm permitido a inclusão económica e social das famílias mais vulneráveis.

No Fórum que hoje termina, o Estadista angolano encorajou os esforços conjuntos dos líderes africanos na busca da paz e da segurança regional, factores prioritários na Agenda de cada país.

Lembrou que, neste domínio, Angola tem vindo a desenvolver acções específicas, a fim de garantir a sua implementação efectiva através do diálogo entre os países da sub-região.

Sobre a II edição da “Bienal de Luanda-Fórum PanAfricano para a Cultura de Paz”, realizada em Angola, em 2019, considerou ser uma clara afirmação da confiança dos Estados na construção de novos caminhos para concretizar a cultura de paz no continente.

Para o estadista angolano, é de extrema importância o engajamento dos actores políticos e da sociedade civil africana, na compreensão total dos desafios, de modo a transformar em acções efectivas a melhoria dos indicadores de desenvolvimento, para o bem-estar das comunidades africanas.

O evento, uma reflexão a escala alargada sobre o que fazer no período pós-covid nas sociedades africanas, decorreu sob o lema “Moldando o novo normal de África: recuperando-se mais forte, reconstruindo melhor”.