Angola reitera cooperação com ONU

  • Sede da ONU em Nova Iorque
Luanda - Angola reafirmou, nesta terça-feira, o compromisso de continuar a cooperar com a ONU no alcance de um mundo mais pacífico e sustentável, capaz de atingir os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 2030 das Nações Unidas.

O desejo vem expresso num comunicado do Ministério das Relações Exteriores (MIREX), a propósito do 44º aniversário da admissão do país como 146º Estado Membro da ONU, em que se sugere a promoção do princípio da solidariedade, "onde ninguém é deixado para trás".

Conforme a nota, o país vai continuar a contribuir como membro activo da organização, reconhecendo o papel crucial de liderança da ONU neste contexto da pandemia da Covid-19, onde os Estados são chamados a trabalhar juntos para paz e estabilidade regional e mundial, respeitando os direitos consagrados na Carta das Nações Unidas.

O MIREX lembra, a propósito da efeméride, que o país tem marcado, desde a altura da sua admissão como membro de pleno direito da organização, passos significativos para o estabelecimento da paz e concórdia internacionais.

Para o efeito, desenvolve relações de amizade e cooperação com diferentes Estados, adoptando uma política externa de abertura ao mundo, marcada pela presença na discussão dos grandes temas internacionais, promoção da paz, resolução pacífica de conflitos, promoção e protecção dos direitos humanos, preservação e garantia do futuro das novas gerações.

Em face dos avanços "notáveis" no domínio da defesa e protecção dos direitos universais consagrados na Constituição da República e na preservação e respeito dos compromissos jurídicos internacionais assumidos, em Outubro de 2017, o país foi eleito, pela terceira vez, como Estado membro do Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Angola tem reiteradamente defendido o princípio da integridade territorial, igualdade soberana dos Estados, o respeito pela soberania, assim como a existência de uma cooperação mutuamente vantajosa, baseada na defesa do multilateralismo, como forma de cooperação para a resolução dos conflitos internacionais e o desenvolvimento.

Segundo o comunicado do MIREX, hoje o país defende a reformulação da composição do Conselho de Segurança das Nações Unidas, com base no "Consenso Ezulwini", defendido pela União Africana, advogando a expansão do número de assentos permanentes, por forma a permitir maior representação geográfica dos países africanos.

Noutro domínio da nota, o MIREX considera a ONU como o Centro Geoestratégico Mundial e sublinha que reconhece o papel histórico desempenhado por esse órgão durante todo o período da guerra do país, registada entre 1975 e 2002.

Destaca o seu contributo para o alcance da paz efectiva e duradoura, e o envio de missões de manutenção de paz, como  a UNAVEM I, II e III, e MONUA, além do apoio alimentar, através do Programa Alimentar Mundial (PAM) aos deslocados.

"Hoje, neste dia especial, reconhecemos e reflectimos sobre os grandes ganhos e os futuros desafios conjuntos que devemos enfrentar, com vista o alcance da paz mundial, o desenvolvimento sustentável e a autodeterminação dos povos", refere a nota do Ministério das Relações Exteriores.

O departamento ministerial recorda ainda que, no âmbito do seu percurso como Estado Nação, Angola viu o seu papel e esforço reconhecidos na liderança mundial na resolução de conflitos e pacificação do continente africano.

De igual modo, declara, o sucesso do processo de desarmamento, desmobilização e reintegração dos ex-militares, e a consolidação da paz e reconciliação nacional mereceram reconhecida confiança a nível da organização, para ser eleita membro Não-Permanente do Conselho de Segurança da ONU, nos períodos 2003-2004 e 2015-2016.

 

O desejo vem expresso num comunicado do Ministério das Relações Exteriores (MIREX), a propósito do 44º aniversário da admissão do país como 146º Estado Membro da ONU, em que se sugere a promoção do princípio da solidariedade, "onde ninguém é deixado para trás".

Conforme a nota, o país vai continuar a contribuir como membro activo da organização, reconhecendo o papel crucial de liderança da ONU neste contexto da pandemia da Covid-19, onde os Estados são chamados a trabalhar juntos para paz e estabilidade regional e mundial, respeitando os direitos consagrados na Carta das Nações Unidas.

O MIREX lembra, a propósito da efeméride, que o país tem marcado, desde a altura da sua admissão como membro de pleno direito da organização, passos significativos para o estabelecimento da paz e concórdia internacionais.

Para o efeito, desenvolve relações de amizade e cooperação com diferentes Estados, adoptando uma política externa de abertura ao mundo, marcada pela presença na discussão dos grandes temas internacionais, promoção da paz, resolução pacífica de conflitos, promoção e protecção dos direitos humanos, preservação e garantia do futuro das novas gerações.

Em face dos avanços "notáveis" no domínio da defesa e protecção dos direitos universais consagrados na Constituição da República e na preservação e respeito dos compromissos jurídicos internacionais assumidos, em Outubro de 2017, o país foi eleito, pela terceira vez, como Estado membro do Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Angola tem reiteradamente defendido o princípio da integridade territorial, igualdade soberana dos Estados, o respeito pela soberania, assim como a existência de uma cooperação mutuamente vantajosa, baseada na defesa do multilateralismo, como forma de cooperação para a resolução dos conflitos internacionais e o desenvolvimento.

Segundo o comunicado do MIREX, hoje o país defende a reformulação da composição do Conselho de Segurança das Nações Unidas, com base no "Consenso Ezulwini", defendido pela União Africana, advogando a expansão do número de assentos permanentes, por forma a permitir maior representação geográfica dos países africanos.

Noutro domínio da nota, o MIREX considera a ONU como o Centro Geoestratégico Mundial e sublinha que reconhece o papel histórico desempenhado por esse órgão durante todo o período da guerra do país, registada entre 1975 e 2002.

Destaca o seu contributo para o alcance da paz efectiva e duradoura, e o envio de missões de manutenção de paz, como  a UNAVEM I, II e III, e MONUA, além do apoio alimentar, através do Programa Alimentar Mundial (PAM) aos deslocados.

"Hoje, neste dia especial, reconhecemos e reflectimos sobre os grandes ganhos e os futuros desafios conjuntos que devemos enfrentar, com vista o alcance da paz mundial, o desenvolvimento sustentável e a autodeterminação dos povos", refere a nota do Ministério das Relações Exteriores.

O departamento ministerial recorda ainda que, no âmbito do seu percurso como Estado Nação, Angola viu o seu papel e esforço reconhecidos na liderança mundial na resolução de conflitos e pacificação do continente africano.

De igual modo, declara, o sucesso do processo de desarmamento, desmobilização e reintegração dos ex-militares, e a consolidação da paz e reconciliação nacional mereceram reconhecida confiança a nível da organização, para ser eleita membro Não-Permanente do Conselho de Segurança da ONU, nos períodos 2003-2004 e 2015-2016.