Angola reafirma cultura de paz com a Bienal de Luanda

  • Um ângulo do edifício do Ministério das Relações Exteriores
Luanda - O secretario de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Vieira Lopes, reafirmou, esta terça-feira, a aposta da 2ª Bienal de Luanda no reforçar do clima de paz em África.

O diplomata angolano, que falava durante a abertura do seminário sobre “O papel da diplomacia angolana na promoção da cultura de paz”, sublinhou que a aposta na cultura de paz tem também em vista criar condições para atrair mais investimento privado estrangeiro para o continente.

Domingos Vieira Lopes defendeu a necessidade de intensificar-se o investimento e a industrialização no continente e, com isso, agregar valor aos principais produtos de exportação.

Na ocasião, Domingos Vieira Lopes apelou ao apoio e à participação dos Estados membros da União Africana no Fórum Pan-africano, no sentido de aprofundar o conhecimento sobre realidade continental.

Referiu que o objectivo do seminário, realizado hoje de forma virtual, foi reflectir sobre a experiência adquirida através do processo de paz e reconciliação em Angola, volvidos 19 anos.

De acordo com o diplomata, o encontro visou, igualmente, a partilha de ideias sobre a melhor forma de contribuir para a preservação da paz, no quadro da 2ª edição da Bienal de Lunada.

Quanto aos preparativos da 2ª edição da Bienal de Luanda, que Angola organiza em Setembro próximo, o embaixador Itinerante e coordenador do Comité Nacional de Gestão da Bienal da capital angolana, Diekumpuna Sita José, adiantou que o  conceito da cultura de paz tem haver com mudança.

Acrescentou que, nessa perspectiva, o objectivo fundamental dos líderes africanos é o de alcançar uma conciliação douradora.

No entender de Diekumpuna Sita José, para se evitar a instabilidade é necessário a mudança de comportamento individual e colectivo, que devem ser acompanhados da tolerância, conciliação e da cultura do diálogo.

Por sua vez, o coordenador internacional da Bienal de Luanda, Vicenzo Fazzino, enalteceu o investimento feito pelo Governo angolano na primeira edição da Bienal de Luanda, realizada a realizada de 18 a 22 de Setembro de 2019 e que reuniu 16 países africanos e 600 participantes internacionais.

A Bienal de Luanda é uma plataforma para promover a diversidade cultural e a unidade africana, um lugar propício para intercâmbios culturais e intra-africanos.

O evento acontece a cada dois anos. Reúne actores e parceiros de um movimento pan-africano para a prevenção da violência e dos conflitos, em prol da consolidação da paz.

 

O diplomata angolano, que falava durante a abertura do seminário sobre “O papel da diplomacia angolana na promoção da cultura de paz”, sublinhou que a aposta na cultura de paz tem também em vista criar condições para atrair mais investimento privado estrangeiro para o continente.

Domingos Vieira Lopes defendeu a necessidade de intensificar-se o investimento e a industrialização no continente e, com isso, agregar valor aos principais produtos de exportação.

Na ocasião, Domingos Vieira Lopes apelou ao apoio e à participação dos Estados membros da União Africana no Fórum Pan-africano, no sentido de aprofundar o conhecimento sobre realidade continental.

Referiu que o objectivo do seminário, realizado hoje de forma virtual, foi reflectir sobre a experiência adquirida através do processo de paz e reconciliação em Angola, volvidos 19 anos.

De acordo com o diplomata, o encontro visou, igualmente, a partilha de ideias sobre a melhor forma de contribuir para a preservação da paz, no quadro da 2ª edição da Bienal de Lunada.

Quanto aos preparativos da 2ª edição da Bienal de Luanda, que Angola organiza em Setembro próximo, o embaixador Itinerante e coordenador do Comité Nacional de Gestão da Bienal da capital angolana, Diekumpuna Sita José, adiantou que o  conceito da cultura de paz tem haver com mudança.

Acrescentou que, nessa perspectiva, o objectivo fundamental dos líderes africanos é o de alcançar uma conciliação douradora.

No entender de Diekumpuna Sita José, para se evitar a instabilidade é necessário a mudança de comportamento individual e colectivo, que devem ser acompanhados da tolerância, conciliação e da cultura do diálogo.

Por sua vez, o coordenador internacional da Bienal de Luanda, Vicenzo Fazzino, enalteceu o investimento feito pelo Governo angolano na primeira edição da Bienal de Luanda, realizada a realizada de 18 a 22 de Setembro de 2019 e que reuniu 16 países africanos e 600 participantes internacionais.

A Bienal de Luanda é uma plataforma para promover a diversidade cultural e a unidade africana, um lugar propício para intercâmbios culturais e intra-africanos.

O evento acontece a cada dois anos. Reúne actores e parceiros de um movimento pan-africano para a prevenção da violência e dos conflitos, em prol da consolidação da paz.