Angola rende homenagem ao nacionalista e embaixador Bento Ribeiro

  • Homenagem ao Tenente-General Alberto Carmo Ribeiro
Luanda - Membros do Executivo angolano, deputados, diplomatas, militares, membros da sociedade civil e outras entidades renderam hoje (sexta-feira) a última homenagem ao nacionalista e embaixador Alberto Carmo Bento Ribeiro “Cabulo”, falecido a 14 do corrente mês, em Portugal, vítima de doença.

Durante a cerimónia fúnebre, orientada pelo ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República,  Pedro Sebastião, foram enaltecidas as qualidades deste nacionalista angolano.

Na ocasião, o ministro Pedro Sebastião destacou o facto de Bento Ribeiro “Cabulo”, desde cedo, se ter empenhado na luta pela independência de Angola.

Enalteceu, igualmente, o facto de o nacionalista ter exercido funções na diplomacia angolana, através das quais soube (como embaixador extraordinário e plenipotenciário) divulgar e promover a imagem de Angola além fronteira, assim como cargos governamentais e contribuiu para a consolidação da independência nacional.

As qualidades de Bento Ribeiro foram, também, realçadas pela ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, que considerou o nacionalista como um intrépido combatente pela liberdade, que tudo deu para o crescimento do país.

“Ele teve uma trajectória que serve de memória para a juventude pelo seu exemplo de entrega, defesa e perseverança na construção de uma nova Angola”, frisou a governante.

Com a sua morte, disse, o país “perde um combatente, homem de bem, com grandes princípios e valores”.

Por seu turno, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, disse que, com o falecimento do embaixador Bento Ribeiro, perdeu-se um dos melhores diplomatas angolanos.

Téte António destacou a coragem que possuía na defesa da integridade de Angola, virtude que inspirou os diplomatas mais jovens, por ter sido um homem que se dava com todas as  gerações, sem excepção.

Alberto Carmo Bento Ribeiro “Cabulo”, general na reserva, exerceu os cargos de secretário de Estado das Comunicações no Ministério da Defesa, de 1975 a 1977, e mais tarde foi ministro da Indústria e Energia, entre outras funções no aparelho de Estado.

O malogrado foi deputado à Assembleia do Povo, entre 1980 a 1986.

Ao nível da diplomacia, exerceu os cargos de embaixador de Angola nas Repúblicas da Namíbia, Zimbabwe, Alemanha, Reino dos Países Baixos e Estados Unidos da América.  

General na reserva, Bento Ribeiro “Cabulo” foi responsável das comunicações na guerrilha  (MPLA). O nacionalista integrou, também,  a primeira delegação do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) que chegou à capital angolana, em 1974, antes da independência de Angola.

Os restos mortais de Alberto Carmo Bento Ribeiro, que deixa viúva e cinco filhos, foram esta sexta-feira a enterrar no Cemitério do Alto das Cruzes, em Luanda.

 

Durante a cerimónia fúnebre, orientada pelo ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República,  Pedro Sebastião, foram enaltecidas as qualidades deste nacionalista angolano.

Na ocasião, o ministro Pedro Sebastião destacou o facto de Bento Ribeiro “Cabulo”, desde cedo, se ter empenhado na luta pela independência de Angola.

Enalteceu, igualmente, o facto de o nacionalista ter exercido funções na diplomacia angolana, através das quais soube (como embaixador extraordinário e plenipotenciário) divulgar e promover a imagem de Angola além fronteira, assim como cargos governamentais e contribuiu para a consolidação da independência nacional.

As qualidades de Bento Ribeiro foram, também, realçadas pela ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, que considerou o nacionalista como um intrépido combatente pela liberdade, que tudo deu para o crescimento do país.

“Ele teve uma trajectória que serve de memória para a juventude pelo seu exemplo de entrega, defesa e perseverança na construção de uma nova Angola”, frisou a governante.

Com a sua morte, disse, o país “perde um combatente, homem de bem, com grandes princípios e valores”.

Por seu turno, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, disse que, com o falecimento do embaixador Bento Ribeiro, perdeu-se um dos melhores diplomatas angolanos.

Téte António destacou a coragem que possuía na defesa da integridade de Angola, virtude que inspirou os diplomatas mais jovens, por ter sido um homem que se dava com todas as  gerações, sem excepção.

Alberto Carmo Bento Ribeiro “Cabulo”, general na reserva, exerceu os cargos de secretário de Estado das Comunicações no Ministério da Defesa, de 1975 a 1977, e mais tarde foi ministro da Indústria e Energia, entre outras funções no aparelho de Estado.

O malogrado foi deputado à Assembleia do Povo, entre 1980 a 1986.

Ao nível da diplomacia, exerceu os cargos de embaixador de Angola nas Repúblicas da Namíbia, Zimbabwe, Alemanha, Reino dos Países Baixos e Estados Unidos da América.  

General na reserva, Bento Ribeiro “Cabulo” foi responsável das comunicações na guerrilha  (MPLA). O nacionalista integrou, também,  a primeira delegação do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) que chegou à capital angolana, em 1974, antes da independência de Angola.

Os restos mortais de Alberto Carmo Bento Ribeiro, que deixa viúva e cinco filhos, foram esta sexta-feira a enterrar no Cemitério do Alto das Cruzes, em Luanda.