Angola sugere acções concertadas na CPLP

  • Ministro das Relações Exteriores, Teté António durante o anúncio da  XIII Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP
Luanda - O ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, considerou, esta sexta-feira, serem necessárias acções políticas concertadas dos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para fazer face aos efeitos negativos da Covid-19.

Ao intervir na abertura da XXVI da Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, Téte António indicou que as acções devem ser também inclusivas, com suporte técnico e financeiro aos países mais pobres e vulneráveis. 

O chefe da diplomacia angolana considerou os efeitos da pandemia "nefastos" para os países da organização, com a perda de vidas humanas, o aumento do desemprego e da pobreza.

No entender do ministro, as dificuldades impostas pela pandemia devem ser vistas como uma oportunidade real cooperação para os Estados-membros, em prol do desenvolvimento económico e social.

Na reunião em que Angola assume a presidência do Conselho de Ministros da CPLP, Téte António dirijiu uma palavra de apreço aos absorvedores associados da comunidade, para que se prossiga com os planos governamentais com objectivos idênticos aos da CPLP.

Sublinhou o trabalho realizado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Comunidades e Integração Regional de Cabo Verde, Rui Alberto de Figueiredo Soares, à frente do Conselho de Ministro da Comunidade, desde 2018.

Na mesma sessão, o ministro Rui Alberto de Figueiredo Soares defendeu a união dos Estados-membros na busca de soluções relativamente aos problemas globais.

“Vivemos hoje uma nova realidade o que exige de todos a prudente concertação e cooperação entre os Estados da Comunidade” , ressaltou o chefe da diplomacia cabo-verdiana.

Para Rui Alberto Soares, o futuro comum da CPLP está plasmado na dinâmica e cooperação entre os países da Comunidade. "Precisamos muito fazer como sugere o lema da presidência de Angola".

A proposta de agenda deste Conselho de Ministros prevé a aprovação de projectos de resolução e declarações, bem como recomendações que irão à cimeira de sábado. 

Neste encontro será ainda apresentado o candidato, designado por Timor-Leste, para ser o novo secretário executivo da CPLP para o períido 2021-2023, o antigo ministro timorense Zacarias Albano da Costa.

Serão apreciados o relatório do secretário executivo cessante, embaixador Francisco Ribeiro Telles, e recomendações da última reunião do Comité de Concertação Permanente (CCP) que decorreu na quinta-feira, em Luanda.

Cooperação económica 

De acordo com o programa, deverá ser aprovado também neste Conselho de Ministros um documento orientador sobre a cooperação económica, a nova aposta da presidência angolana da CPLP, que na quinta-feira obteve parecer favorável do CCP.

Da reunião deverá sair já a data e local da XXVII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros. 

Na Cimeira de Luanda, a decorrer sábado (17), Angola assumirá a presidência rotativa da organização, em substituição de Cabo Verde.

Angola escolheu como lema da sua presidência "Construir e fortalecer um Futuro Comum e Sustentável".

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP, que celebra 25 anos precisamente no dia 17.

Ao intervir na abertura da XXVI da Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, Téte António indicou que as acções devem ser também inclusivas, com suporte técnico e financeiro aos países mais pobres e vulneráveis. 

O chefe da diplomacia angolana considerou os efeitos da pandemia "nefastos" para os países da organização, com a perda de vidas humanas, o aumento do desemprego e da pobreza.

No entender do ministro, as dificuldades impostas pela pandemia devem ser vistas como uma oportunidade real cooperação para os Estados-membros, em prol do desenvolvimento económico e social.

Na reunião em que Angola assume a presidência do Conselho de Ministros da CPLP, Téte António dirijiu uma palavra de apreço aos absorvedores associados da comunidade, para que se prossiga com os planos governamentais com objectivos idênticos aos da CPLP.

Sublinhou o trabalho realizado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Comunidades e Integração Regional de Cabo Verde, Rui Alberto de Figueiredo Soares, à frente do Conselho de Ministro da Comunidade, desde 2018.

Na mesma sessão, o ministro Rui Alberto de Figueiredo Soares defendeu a união dos Estados-membros na busca de soluções relativamente aos problemas globais.

“Vivemos hoje uma nova realidade o que exige de todos a prudente concertação e cooperação entre os Estados da Comunidade” , ressaltou o chefe da diplomacia cabo-verdiana.

Para Rui Alberto Soares, o futuro comum da CPLP está plasmado na dinâmica e cooperação entre os países da Comunidade. "Precisamos muito fazer como sugere o lema da presidência de Angola".

A proposta de agenda deste Conselho de Ministros prevé a aprovação de projectos de resolução e declarações, bem como recomendações que irão à cimeira de sábado. 

Neste encontro será ainda apresentado o candidato, designado por Timor-Leste, para ser o novo secretário executivo da CPLP para o períido 2021-2023, o antigo ministro timorense Zacarias Albano da Costa.

Serão apreciados o relatório do secretário executivo cessante, embaixador Francisco Ribeiro Telles, e recomendações da última reunião do Comité de Concertação Permanente (CCP) que decorreu na quinta-feira, em Luanda.

Cooperação económica 

De acordo com o programa, deverá ser aprovado também neste Conselho de Ministros um documento orientador sobre a cooperação económica, a nova aposta da presidência angolana da CPLP, que na quinta-feira obteve parecer favorável do CCP.

Da reunião deverá sair já a data e local da XXVII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros. 

Na Cimeira de Luanda, a decorrer sábado (17), Angola assumirá a presidência rotativa da organização, em substituição de Cabo Verde.

Angola escolheu como lema da sua presidência "Construir e fortalecer um Futuro Comum e Sustentável".

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP, que celebra 25 anos precisamente no dia 17.