Angolanos em Cuba homenageiam heróis da independência

Havana - A deposição de uma coroa de flores junto ao busto do Fundador da Nação angolana, António Agostinho Neto, marcou, quarta-feira, as celebrações em Cuba do 45º aniversário da Independência Nacional.

A embaixadora Maria Cândida Teixeira, acompanhada de funcionários da Missão Diplomática e autoridades cubanas, prestou homenagem ao primeiro Presidente de Angola no Largo dos Próceres Africanos, em Havana, onde se encontram bustos de destacadas figuras políticas internacionais.

No mesmo dia, Cândida Teixeira depositou uma outra coroa de flores no Mausoléu dos combatentes internacionalistas cubanos no cemitério Cristobal Colón, em Havana, em gesto de gratidão pelo sacrifício por eles consentido nas lutas de independência africanas.

Posteriormente, ao dirigir-se aos convidados a uma recepção oficial para assinalar a efeméride, a embaixadora disse que em Angola registou-se “uma luta tenaz e vitoriosa, em que os filhos bem amados dos povos angolano e cubano se uniram, derramando o seu sangue em prol do processo de libertação dos povos da África Austral”.

Participaram dessas actividades entidades cubanas, o corpo diplomático africano acreditado em Cuba, funcionários da Missão Diplomática angolana e outros convidados.

 

A embaixadora Maria Cândida Teixeira, acompanhada de funcionários da Missão Diplomática e autoridades cubanas, prestou homenagem ao primeiro Presidente de Angola no Largo dos Próceres Africanos, em Havana, onde se encontram bustos de destacadas figuras políticas internacionais.

No mesmo dia, Cândida Teixeira depositou uma outra coroa de flores no Mausoléu dos combatentes internacionalistas cubanos no cemitério Cristobal Colón, em Havana, em gesto de gratidão pelo sacrifício por eles consentido nas lutas de independência africanas.

Posteriormente, ao dirigir-se aos convidados a uma recepção oficial para assinalar a efeméride, a embaixadora disse que em Angola registou-se “uma luta tenaz e vitoriosa, em que os filhos bem amados dos povos angolano e cubano se uniram, derramando o seu sangue em prol do processo de libertação dos povos da África Austral”.

Participaram dessas actividades entidades cubanas, o corpo diplomático africano acreditado em Cuba, funcionários da Missão Diplomática angolana e outros convidados.