Arcebispo do Lubango saúda João Lourenço pelo pedido de perdão

  • Bispos da CEAST (Arquivo)
Lubango - O arcebispo do Lubango, Dom Gabriel Mbilingi, saudou esta terça-feira, o Presidente da República, João Lourenço, pelo pedido de perdão apresentado à Nação, por causa das vítimas dos conflitos políticos.

Em declarações à imprensa, à margem da apresentação de novos procuradores para a província da Huíla, Dom Gabriel Mbilingi afirmou que este gesto do Chefe de Estado representa um "marco na história do país".

Do seu ponto de vista, o gesto simbólico vai além dos aspectos materiais e físicos, sublinhando que supera a simples entrega de certidões de óbito ou de ossadas às famílias das vítimas.

"Este gesto fica na história e marca uma página mais do que importante, sobretudo de cada pessoa que foi vítima dos vários conflitos de 1975 até 2002", declarou o prelado da Igreja Católica.

Dom Gabriel Mbilingi entende que as pessoas viram no pedido de perdão de João Lourenço "um apelo à reconciliação, à unidade e a possibilidade de começar de novo um ciclo de vitória sobre o ódio".

Alertou, entretanto, que o pedido não pode ser esquecido, sob pena de se repetirem os mesmos erros, principalmente pela nova geração, que não acompanhou os acontecimentos do 27 de Maio de 1977 e não viu quando se conquistou, há 45 anos, a Independência Nacional.

O discurso de João Lourenço, proferido a 26 de Maio último, pôs fim a um largo período de silêncio do Estado angolano, em relação a alguns acontecimentos, como o 27 de Maio de 1977, que culminou com a morte de um número indeterminado de cidadãos. 

Volvidos 44 anos, o Presidente da República esclareceu que se tratou de uma tentativa de golpe de estado, perpetrada por militantes do MPLA, que foi repelida de forma desproporcional pelas forças de defesa e segurança de então.

Em declarações à imprensa, à margem da apresentação de novos procuradores para a província da Huíla, Dom Gabriel Mbilingi afirmou que este gesto do Chefe de Estado representa um "marco na história do país".

Do seu ponto de vista, o gesto simbólico vai além dos aspectos materiais e físicos, sublinhando que supera a simples entrega de certidões de óbito ou de ossadas às famílias das vítimas.

"Este gesto fica na história e marca uma página mais do que importante, sobretudo de cada pessoa que foi vítima dos vários conflitos de 1975 até 2002", declarou o prelado da Igreja Católica.

Dom Gabriel Mbilingi entende que as pessoas viram no pedido de perdão de João Lourenço "um apelo à reconciliação, à unidade e a possibilidade de começar de novo um ciclo de vitória sobre o ódio".

Alertou, entretanto, que o pedido não pode ser esquecido, sob pena de se repetirem os mesmos erros, principalmente pela nova geração, que não acompanhou os acontecimentos do 27 de Maio de 1977 e não viu quando se conquistou, há 45 anos, a Independência Nacional.

O discurso de João Lourenço, proferido a 26 de Maio último, pôs fim a um largo período de silêncio do Estado angolano, em relação a alguns acontecimentos, como o 27 de Maio de 1977, que culminou com a morte de um número indeterminado de cidadãos. 

Volvidos 44 anos, o Presidente da República esclareceu que se tratou de uma tentativa de golpe de estado, perpetrada por militantes do MPLA, que foi repelida de forma desproporcional pelas forças de defesa e segurança de então.