Autarquias e liberdades fundamentais dominam encontro do PR com a juventude

  • Presidente João Lourenço ausculta a juventude
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Luanda - A realização das eleições autárquicas, a defesa dos direitos fundamentais, a melhoria da assistência sanitária e do ambiente de negócios constituíram, nesta quinta-feira, os temas centrais do encontro do Presidente da República, João Lourenço, com a juventude angolana.

Neste diálogo com as organizações juvenis, o Chefe de Estado aflorou, igualmente, por mais de quatro horas, a problemática da educação, habitação, saúde e do emprego.

João Lourenço deixou aos jovens uma mensagem de esperança em dias melhores, e prometeu que o Executivo continuará a investir em sectores essenciais do país, como a saúde e a educação.

O Presidente angolano anunciou para 2021 a inauguração de novos hospitais de referência, como, por exemplo, o Hospital Sanatório de Luanda, tendo afirmado que, grosso modo, o país regista melhorias significativas neste sector.

Quanto à questão das liberdades fundamentais, afirmou que continuam a ser salvaguardas pelas autoridades do país, sublinhando que o Governo não é contra as manifestações, desde que sejam pacíficas e realizadas dentro da Lei.

A esse respeito, reiterou que as manifestações não estão proibidas em Angola, mas continua a não ser prudente a realização de ajuntamentos na via pública, por conta da Covid-19.

No que toca às autárquicas, João Lourenço disse não haver certeza de que possam ocorrer em 2021, sublinhando que só ocorrerão depois de concluído todo o quadro legal.

Noutro domínio, admitiu que o índice de desemprego aumentou em Angola devido às condicionantes da pandemia, tendo apelado à criatividade da sociedade para se aumentar os postos de trabalho no sector privado.

Durante o encontro, muitos jovens apelaram às forças de defesa e segurança para evitarem a violência contra os cidadãos nas manifestações.

O activista Nito Alves, disse que os pronunciamentos das reclamações da juventude são públicos, sublinhando que só querem água, luz, saúde, educação e casa condigna.

Já o activista Banza Hanza entende ser necessário trabalhar mais na questão da despartidarização do Estado, sublinhando que o encontro superou as expectativas.

Por sua vez, o líder do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA), Francisco Teixeira, pediu que se criem condições para as escolas públicas terem empregadas domésticas, para evitar forçar as crianças a limpar as escolas.

Pediu, igualmente, um concurso público para os seguranças e pessoal administrativo, bem como a criação de condições, distribuição da merenda escolar, atribuição do passe de estudante e maior atenção à educação, na primeira infância.

Já o representante dos Jovens com Necessidades Especiais, Venceslau Muginga, manifestou a sua satisfação por receber o convite para representar a parte jovem com necessidades especiais.

Lamentou o facto de as pessoas com necessidades especiais terem dificuldades para ter acesso à bolsa e à habitação, bem como encontrarem barreiras arquitectónicas.

"Queremos que os cegos possam votar em 2022. Os surdos pedem que nos discursos sobre o Estado da Nação haja intérpretes, para os polícias e nos hospitais", solicitou.

Venceslau Muginga solicitou representatividade das pessoas com deficiência nas instituições públicas e também um encontro do Presidente com as pessoas com deficiência. Esta última solicitação, foi aceite pelo Titular do Poder Executivo.

Por sua vez, a representante da área da Filantropia, Érica Tavares, solicitou melhoria na comunicação com os órgãos sociais, investimento na consciência e na mente dos angolanos, pelo facto de existirem inúmeras ideias inovadoras para ajudar o Governo.

Já o representante da classe artística, o músico Vui Vui, solicitou atenção para o mês de Dezembro, no sentido de os artistas poderem realizar espectáculos até às 21 horas, por ser neste período em que os cantores conseguem ter maior número de shows.

Defendeu a necessidade de se trabalhar na problemática dos Direitos Autorais, para os artistas, e solicitou melhor análise para redução da burocracia para a criação de associações.

Por seu turno, o representante dos jovens Ambientalistas, Simão Grilo, sugeriu a integração da disciplina ambiental e da criação da polícia ambiental, além da necessidade da criação e promoção dos empregos verdes.

Neste diálogo com as organizações juvenis, o Chefe de Estado aflorou, igualmente, por mais de quatro horas, a problemática da educação, habitação, saúde e do emprego.

João Lourenço deixou aos jovens uma mensagem de esperança em dias melhores, e prometeu que o Executivo continuará a investir em sectores essenciais do país, como a saúde e a educação.

O Presidente angolano anunciou para 2021 a inauguração de novos hospitais de referência, como, por exemplo, o Hospital Sanatório de Luanda, tendo afirmado que, grosso modo, o país regista melhorias significativas neste sector.

Quanto à questão das liberdades fundamentais, afirmou que continuam a ser salvaguardas pelas autoridades do país, sublinhando que o Governo não é contra as manifestações, desde que sejam pacíficas e realizadas dentro da Lei.

A esse respeito, reiterou que as manifestações não estão proibidas em Angola, mas continua a não ser prudente a realização de ajuntamentos na via pública, por conta da Covid-19.

No que toca às autárquicas, João Lourenço disse não haver certeza de que possam ocorrer em 2021, sublinhando que só ocorrerão depois de concluído todo o quadro legal.

Noutro domínio, admitiu que o índice de desemprego aumentou em Angola devido às condicionantes da pandemia, tendo apelado à criatividade da sociedade para se aumentar os postos de trabalho no sector privado.

Durante o encontro, muitos jovens apelaram às forças de defesa e segurança para evitarem a violência contra os cidadãos nas manifestações.

O activista Nito Alves, disse que os pronunciamentos das reclamações da juventude são públicos, sublinhando que só querem água, luz, saúde, educação e casa condigna.

Já o activista Banza Hanza entende ser necessário trabalhar mais na questão da despartidarização do Estado, sublinhando que o encontro superou as expectativas.

Por sua vez, o líder do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA), Francisco Teixeira, pediu que se criem condições para as escolas públicas terem empregadas domésticas, para evitar forçar as crianças a limpar as escolas.

Pediu, igualmente, um concurso público para os seguranças e pessoal administrativo, bem como a criação de condições, distribuição da merenda escolar, atribuição do passe de estudante e maior atenção à educação, na primeira infância.

Já o representante dos Jovens com Necessidades Especiais, Venceslau Muginga, manifestou a sua satisfação por receber o convite para representar a parte jovem com necessidades especiais.

Lamentou o facto de as pessoas com necessidades especiais terem dificuldades para ter acesso à bolsa e à habitação, bem como encontrarem barreiras arquitectónicas.

"Queremos que os cegos possam votar em 2022. Os surdos pedem que nos discursos sobre o Estado da Nação haja intérpretes, para os polícias e nos hospitais", solicitou.

Venceslau Muginga solicitou representatividade das pessoas com deficiência nas instituições públicas e também um encontro do Presidente com as pessoas com deficiência. Esta última solicitação, foi aceite pelo Titular do Poder Executivo.

Por sua vez, a representante da área da Filantropia, Érica Tavares, solicitou melhoria na comunicação com os órgãos sociais, investimento na consciência e na mente dos angolanos, pelo facto de existirem inúmeras ideias inovadoras para ajudar o Governo.

Já o representante da classe artística, o músico Vui Vui, solicitou atenção para o mês de Dezembro, no sentido de os artistas poderem realizar espectáculos até às 21 horas, por ser neste período em que os cantores conseguem ter maior número de shows.

Defendeu a necessidade de se trabalhar na problemática dos Direitos Autorais, para os artistas, e solicitou melhor análise para redução da burocracia para a criação de associações.

Por seu turno, o representante dos jovens Ambientalistas, Simão Grilo, sugeriu a integração da disciplina ambiental e da criação da polícia ambiental, além da necessidade da criação e promoção dos empregos verdes.