Autarquias no topo da agenda do MPLA

  • Membros do Partido MPLA Presentes no evento
Dundo – A corrupção, a impunidade, o peculato e as autarquias constituíram, neste sábado, os temas centrais dos discursos proferidos por dirigentes do MPLA nas regiões Leste e Norte do país, no âmbito das festividades dos 64 anos do partido.

A problemática das autarquias foi uma das mais evidenciadas pelos secretários provinciais do MPLA na Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico, Cabinda, Cuanza Norte, Bengo, Malanje, Uíge e Zaire, durante os actos políticos em saudação à efeméride, assinalada a 10 de Dezembro.

Nos vários pronunciamentos, os dirigentes partidários falaram igualmente aos militantes sobre a questão das eleições gerais de 2022, tendo assumido que estes temas estarão no topo da agenda do partido, nos próximos anos.

Na Lunda Sul, o secretário provincial do partido, Daniel Neto, apelou os militantes a não se acomodarem, reforçando as acções de mobilização e recrutamento de novos membros, sobretudo jovens, para a manutenção do poder e conquista das autarquias nos quatro municípios.

Encorajou, por outro lado, o Executivo a prosseguir com as reformas em curso no país, sobretudo económicas, visando a consolidação de uma nova Angola, onde impera a transparência, concorrência leal nos negócios e um ambiente mais propício para o investimento estrangeiro.

Já o segundo secretário provincial do MPLA na Lunda Norte, Fernando Quindji, apelou a juventude do partido e não só a apostar na formação, para compreender melhor os fenómenos políticos e/ou as transformações sócio-económicas do país.

Solicitou o contínuo apoio aos esforços do Governo para contrapor a pandemia da Covid-19, sublinhando a necessidade de intensificar as campanhas de mobilização nas comunidades sobre as medidas de prevenção e combate.

No Moxico, Gonçalves Muandumba, primeiro secretário do partido, apelou a população a denunciar os maus servidores públicos, para ajudar o Estado no combate à corrupção.

Por sua vez, Norberto dos Santos "Kwata Kanawa", primeiro secretário do partido em Malanje, sublinhou que o MPLA quer ver as suas estruturas renovadas, para dar nova dinâmica ao trabalho de governação, desenvolver o país e melhorar as condições de vida dos cidadãos.

Em Cabinda, o primeiro secretário do partido, Marcos Nhunga, apelou aos militantes, principalmente os quadros que com funções de destaque na administração pública, a redobrarem as acções, serem criativos e inovadores, para o cumprimento das promessas eleitorais de 2017.

Na provincia do Uíge, o MPLA alertou a juventude "a não se deixar manipular com discursos que incitam ao desacato, ódio, divisão entre os angolanos e com falsas promessas".

O apelo foi feito pelo primeiro secretário interino do partido, Pedro Augusto Conga, que convidou a juventude ao diálogo permanente com as autoridades, visando identificar soluções a curto, médio e longo prazos para os vários problemas, sobretudo a questão da empregabilidade.

Por seu turno, o secretário do partido no Zaire, Pedro Makita, reiterou que as reformas políticas e económicas em curso no país visam a consolidação do Estado Democrático e de Direito e assegurar uma Angola onde os direitos e liberdades são exercidos com base na Lei e a diversificação da economia.

Neste novo ciclo de governação, o MPLA exige dos seus membros e militares atitude honesta e de comprometimento com o bem comum, que sirva de âncora para a moralização da sociedade.

A primeira secretária no Bengo, Mara Quiosa, qualificou o MPLA como "o garante da estabilidade social e económica, face à experiência acumulada pelos seus quadros, que podem assegurar, por exemplo, o funcionamento das autarquias depois da sua implementação".

Exortou os militantes a engajarem-se nas tarefas inerentes ao crescimento qualitativo e quantitativo do partido, no âmbito do projecto “M+2”, mobilizando cada vez mais cidadãos para ingressarem no partido, no poder desde 1975.

Já o secretário provincial no Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, anotou que o combate à corrupção, ao nepotismo e à impunidade vai proporcionar, no futuro, o  desenvolvimento sócio-económico do país e o bem-estar comum dos angolanos.

Reiterou que as acções de combate à corrupção está a permitir a remoção de muitos vícios que, durante anos, enfermaram a sociedade e resultaram na delapidação do erário.

A problemática das autarquias foi uma das mais evidenciadas pelos secretários provinciais do MPLA na Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico, Cabinda, Cuanza Norte, Bengo, Malanje, Uíge e Zaire, durante os actos políticos em saudação à efeméride, assinalada a 10 de Dezembro.

Nos vários pronunciamentos, os dirigentes partidários falaram igualmente aos militantes sobre a questão das eleições gerais de 2022, tendo assumido que estes temas estarão no topo da agenda do partido, nos próximos anos.

Na Lunda Sul, o secretário provincial do partido, Daniel Neto, apelou os militantes a não se acomodarem, reforçando as acções de mobilização e recrutamento de novos membros, sobretudo jovens, para a manutenção do poder e conquista das autarquias nos quatro municípios.

Encorajou, por outro lado, o Executivo a prosseguir com as reformas em curso no país, sobretudo económicas, visando a consolidação de uma nova Angola, onde impera a transparência, concorrência leal nos negócios e um ambiente mais propício para o investimento estrangeiro.

Já o segundo secretário provincial do MPLA na Lunda Norte, Fernando Quindji, apelou a juventude do partido e não só a apostar na formação, para compreender melhor os fenómenos políticos e/ou as transformações sócio-económicas do país.

Solicitou o contínuo apoio aos esforços do Governo para contrapor a pandemia da Covid-19, sublinhando a necessidade de intensificar as campanhas de mobilização nas comunidades sobre as medidas de prevenção e combate.

No Moxico, Gonçalves Muandumba, primeiro secretário do partido, apelou a população a denunciar os maus servidores públicos, para ajudar o Estado no combate à corrupção.

Por sua vez, Norberto dos Santos "Kwata Kanawa", primeiro secretário do partido em Malanje, sublinhou que o MPLA quer ver as suas estruturas renovadas, para dar nova dinâmica ao trabalho de governação, desenvolver o país e melhorar as condições de vida dos cidadãos.

Em Cabinda, o primeiro secretário do partido, Marcos Nhunga, apelou aos militantes, principalmente os quadros que com funções de destaque na administração pública, a redobrarem as acções, serem criativos e inovadores, para o cumprimento das promessas eleitorais de 2017.

Na provincia do Uíge, o MPLA alertou a juventude "a não se deixar manipular com discursos que incitam ao desacato, ódio, divisão entre os angolanos e com falsas promessas".

O apelo foi feito pelo primeiro secretário interino do partido, Pedro Augusto Conga, que convidou a juventude ao diálogo permanente com as autoridades, visando identificar soluções a curto, médio e longo prazos para os vários problemas, sobretudo a questão da empregabilidade.

Por seu turno, o secretário do partido no Zaire, Pedro Makita, reiterou que as reformas políticas e económicas em curso no país visam a consolidação do Estado Democrático e de Direito e assegurar uma Angola onde os direitos e liberdades são exercidos com base na Lei e a diversificação da economia.

Neste novo ciclo de governação, o MPLA exige dos seus membros e militares atitude honesta e de comprometimento com o bem comum, que sirva de âncora para a moralização da sociedade.

A primeira secretária no Bengo, Mara Quiosa, qualificou o MPLA como "o garante da estabilidade social e económica, face à experiência acumulada pelos seus quadros, que podem assegurar, por exemplo, o funcionamento das autarquias depois da sua implementação".

Exortou os militantes a engajarem-se nas tarefas inerentes ao crescimento qualitativo e quantitativo do partido, no âmbito do projecto “M+2”, mobilizando cada vez mais cidadãos para ingressarem no partido, no poder desde 1975.

Já o secretário provincial no Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, anotou que o combate à corrupção, ao nepotismo e à impunidade vai proporcionar, no futuro, o  desenvolvimento sócio-económico do país e o bem-estar comum dos angolanos.

Reiterou que as acções de combate à corrupção está a permitir a remoção de muitos vícios que, durante anos, enfermaram a sociedade e resultaram na delapidação do erário.