Administrador quer colaboração no combate à imigração ilegal

Dundo – O administrador municipal do Chitato, província da Lunda Norte, Gastão Cahata, solicitou hoje, quinta-feira, o envolvimento das autoridades tradicionais no combate a imigração ilegal ao longo das fronteiras com a República Democrática do Congo (RDC).

O gestor fez este apelo durante o encontro de auscultação com as autoridades tradicionais, pedindo denúncias, por parte desta franja, dos cidadãos, sobretudo agentes dos órgãos de defesa e segurança, que facilitam a imigração.

Para Gastão Cahata, a imigração ilegal lesa os interesses do Estado e “pode possibilitar a penetração do terrorismo em Angola”, daí a necessidade das autoridades ajudarem as autoridades no combate a este fenómeno.

Revelou que grande parte dos imigrantes, se instalam nas zonas de exploração de diamantes, com interesse de explorar ilegalmente o mineral estratégico, o que representa um perigo a economia nacional.

“A violação das fronteiras por parte de estrangeiros e consequente emissão de declarações a favor destes cidadãos para obtenção da nacionalidade angolana, deve merecer uma atenção dos órgãos de defesa e dos cidadãos em geral, porque representa um perigo a estabilidade sociopolítica e económica”, alertou.

 

O gestor fez este apelo durante o encontro de auscultação com as autoridades tradicionais, pedindo denúncias, por parte desta franja, dos cidadãos, sobretudo agentes dos órgãos de defesa e segurança, que facilitam a imigração.

Para Gastão Cahata, a imigração ilegal lesa os interesses do Estado e “pode possibilitar a penetração do terrorismo em Angola”, daí a necessidade das autoridades ajudarem as autoridades no combate a este fenómeno.

Revelou que grande parte dos imigrantes, se instalam nas zonas de exploração de diamantes, com interesse de explorar ilegalmente o mineral estratégico, o que representa um perigo a economia nacional.

“A violação das fronteiras por parte de estrangeiros e consequente emissão de declarações a favor destes cidadãos para obtenção da nacionalidade angolana, deve merecer uma atenção dos órgãos de defesa e dos cidadãos em geral, porque representa um perigo a estabilidade sociopolítica e económica”, alertou.