Chefe do Estado-Maior General das FAA apela à preservação da paz

  • Egidio de Sousa Santos,  Chefe de Estado Maior General Das FAA
Luanda – O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (CEMGFAA), Egídio de Sousa Santos, considerou nesta quarta-feira, em Luanda, imperativo a preservação da paz e da unidade nacional, com vista a incentivar o investimento privado no país.

Para o general do Exército, que falava na abertura das jornadas patrióticas alusivas ao 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, incentivar e impulsionar o investimento privado constitui uma mais-valia para o fomento do emprego, sobretudo para a juventude.

Afiançou que o alcance da paz, em 2002, permitiu, entre outros, o desenvolvimento da agricultura e da pecuária, assim como o surgimento de novas indústrias, permitindo maior satisfação das necessidades primárias dos angolanos.

No entanto, a alta patente militar admitiu que os ganhos da paz foram afectados pela crise económica e financeira mundial, iniciada em 2014 com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, e pela pandemia da Covid-19.

“Precisamos continuar a redobrar esforços, porque a solução dos constrangimentos que atravessamos depende de nós. Neste sentido, exorto a sociedade a olhar para os desafios da vida, não como um obstáculo insuperável, mas como uma prova para uma vida melhor”, enfatizou.  

Por seu turno, o antigo Chefe do Estado-Maior General das FAA, Francisco Furtado, apelou aos militares a absterem-se de condutas anti-sociais.

“O futuro de Angola depende dos alicerces fundamentais nos domínios da educação, saúde, cultura e construção, e os jovens devem dar o seu contributo ao desenvolvimento do país, razão pela qual devem abster-se de atitudes reprováveis, sobretudo nas redes sociais”, exortou.

Durante as jornadas patrióticas as Forças Armadas Angolana, que decorrem sob o lema “Angola, paz, unidade nacional e democracia”, está previsto o lançamento do portal das FAA, entre outras actividades.

Para o general do Exército, que falava na abertura das jornadas patrióticas alusivas ao 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, incentivar e impulsionar o investimento privado constitui uma mais-valia para o fomento do emprego, sobretudo para a juventude.

Afiançou que o alcance da paz, em 2002, permitiu, entre outros, o desenvolvimento da agricultura e da pecuária, assim como o surgimento de novas indústrias, permitindo maior satisfação das necessidades primárias dos angolanos.

No entanto, a alta patente militar admitiu que os ganhos da paz foram afectados pela crise económica e financeira mundial, iniciada em 2014 com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, e pela pandemia da Covid-19.

“Precisamos continuar a redobrar esforços, porque a solução dos constrangimentos que atravessamos depende de nós. Neste sentido, exorto a sociedade a olhar para os desafios da vida, não como um obstáculo insuperável, mas como uma prova para uma vida melhor”, enfatizou.  

Por seu turno, o antigo Chefe do Estado-Maior General das FAA, Francisco Furtado, apelou aos militares a absterem-se de condutas anti-sociais.

“O futuro de Angola depende dos alicerces fundamentais nos domínios da educação, saúde, cultura e construção, e os jovens devem dar o seu contributo ao desenvolvimento do país, razão pela qual devem abster-se de atitudes reprováveis, sobretudo nas redes sociais”, exortou.

Durante as jornadas patrióticas as Forças Armadas Angolana, que decorrem sob o lema “Angola, paz, unidade nacional e democracia”, está previsto o lançamento do portal das FAA, entre outras actividades.