CIVICOP regista mais de dois mil pedidos de certidões de óbito

  • Francisco Queiroz, Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos
Luanda - Dois de mil e 51 pedidos de certidões de óbito foram registados, pela Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP), durante a primeira fase, que decorreu de 27 de Maio até a presente data, em todo o país.

Em declarações à imprensa, esta quarta-feira, o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queirós, adiantou que a CIVICOP produziu cerca de mil e um certificados e entregou 309 certidões de óbito às respectivas famílias.

O titular do sector da Justiça frisou que para a identificação das ossadas contam oito especialistas  internacionais médicos - forenses, entre os quais  quatro portugueses, dois sul-africanos e dois brasileiros.

O governante esclareceu que foi necessário adquirir equipamento de ponta para a localização de restos mortais e dotar os laboratórios de meios técnicos e produtos químicos específicos para os exames de ADN.

Referiu ser necessário criar condições para o armazenamento e conservação de ossadas nas províncias de Luanda, Malanje, Cuanza -Sul , Huambo, Moxico, Bengo e Cuando Cubango.

Francisco Queirós informou que será construído um Memorial junto à Assembleia Nacional  para se depositar as ossadas que, por alguma razão, não forem identificadas.

De acordo com o responsável, nesta segunda fase será igualmente feita a entrega de certidão de óbito e todos outros trabalhos.

Lembrou que os cidadãos interessados devem dirigir-se às conservatórias do Registo Civil, as Lojas de Registo e às administrações municipais e comunais.

Apelou a todos os angolanos para continuarem unidos na construção de um novo tipo de relacionamento, para que nunca mais aconteçam episódios como o do 27 de Maio de 1977.

 

Em declarações à imprensa, esta quarta-feira, o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queirós, adiantou que a CIVICOP produziu cerca de mil e um certificados e entregou 309 certidões de óbito às respectivas famílias.

O titular do sector da Justiça frisou que para a identificação das ossadas contam oito especialistas  internacionais médicos - forenses, entre os quais  quatro portugueses, dois sul-africanos e dois brasileiros.

O governante esclareceu que foi necessário adquirir equipamento de ponta para a localização de restos mortais e dotar os laboratórios de meios técnicos e produtos químicos específicos para os exames de ADN.

Referiu ser necessário criar condições para o armazenamento e conservação de ossadas nas províncias de Luanda, Malanje, Cuanza -Sul , Huambo, Moxico, Bengo e Cuando Cubango.

Francisco Queirós informou que será construído um Memorial junto à Assembleia Nacional  para se depositar as ossadas que, por alguma razão, não forem identificadas.

De acordo com o responsável, nesta segunda fase será igualmente feita a entrega de certidão de óbito e todos outros trabalhos.

Lembrou que os cidadãos interessados devem dirigir-se às conservatórias do Registo Civil, as Lojas de Registo e às administrações municipais e comunais.

Apelou a todos os angolanos para continuarem unidos na construção de um novo tipo de relacionamento, para que nunca mais aconteçam episódios como o do 27 de Maio de 1977.