Combate à pirataria passa por financiamento dos governos

  • Secretária de estado das relações exteriores, Esmeralda Mendonça.
Luanda – A Secretária de Estado para as Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça, considerou nesta segunda-feira, em Luanda, que o combate à pirataria marítima e ao terrorismo passa pela criação de uma estratégia de financiamento dos governos, a nível do Golfo da Guiné e da Região dos Grandes Lagos.

A ideia foi expressa à margem da cerimónia de apresentação do novo Secretário Executivo adjunto da Comissão do Golfo da Guiné, Afonso Eduardo, ao director administrativo da instituição, Benyamin Maye Mibuy.

Esmeralda Mendonça frisou que se os Estados membros da região tiverem acções concertadas para fazer face à pirataria marítima, vão contribuir para a paz, segurança e o desenvolvimento da região.

"Tem sido crescente a criminalidade nesta zona, o que põe em perigo a própria região, do ponto de vista nacional, internacional e regional. É nesta perspectiva que Angola, como sede do Golfo da Guiné em Luanda, atribui grande importância a esta organização, na medida em que os espaços marítimos têm que ser controlados", sublinhou.

Por sua vez, o embaixador e novo secretario executivo adjunto da comissão do Golfo da Guiné, Afonso Eduardo, disse que o seu maior objectivo é convencer os países membros a seguir o mesmo caminho e atingir o principal, que é a realização da formação do Golfo da Guiné na área da paz e segurança.

Referiu que existem estatutos e leis para o combate à pirataria e ao tráfico, sublinhando que dos 90 por cento da criminalidade verificada ao longo do Oceano Atlântico, 70 por cento ocorre no Golfo da Guiné e é preocupante.

"Não podemos cruzar os braços por causa da pandemia. O que temos de fazer é lutar contra ela e outros casos que afectam a região", enfatizou.

O director administrativo da Comissão do Golfo da Guiné, Benyamin Maye Mibuy, em nome da Secretária da instituição, Florentina Adenike Ukonga, lembrou que a comissão do Golfo da Guiné foi criada pelos Chefes de Estado das Repúblicas de Angola, Nigéria, Gabão, São Tomé e Príncipe e República do Congo, a 3 de Julho de 2001, em Libreville, República Gabonesa.

A ideia de criar esta organização regional baseia-se no desejo dos Chefes de Estado de terem a nível regional um instrumento institucional permanente de cooperação entre os estados ribeirinhos do Golfo da Guiné, a fim de defenderem os seus interesses comuns na promoção da paz e o desenvolvimento socioeconómico, a partir do fortalecimento dos laços de amizade, solidariedade e fraternidade que os unem.

O secretariado executivo é composto por cinco membros executivos, nomeados rotativamente pelos governos de Estados membros, à razão de um secretária com dois adjuntos e dois directores.

Reiterou a aprovação da estrategia de revitalização da Comissão do Golfo da Guiné desde 2017, que necessita do apoio político e financeiro dos estados membros para a sua implementação.

Reiterou que, por meio da CGG, que constitui marco de convénio de cooperação, os países membros são chamados a actuar com firmeza contra esta situação.

 

A ideia foi expressa à margem da cerimónia de apresentação do novo Secretário Executivo adjunto da Comissão do Golfo da Guiné, Afonso Eduardo, ao director administrativo da instituição, Benyamin Maye Mibuy.

Esmeralda Mendonça frisou que se os Estados membros da região tiverem acções concertadas para fazer face à pirataria marítima, vão contribuir para a paz, segurança e o desenvolvimento da região.

"Tem sido crescente a criminalidade nesta zona, o que põe em perigo a própria região, do ponto de vista nacional, internacional e regional. É nesta perspectiva que Angola, como sede do Golfo da Guiné em Luanda, atribui grande importância a esta organização, na medida em que os espaços marítimos têm que ser controlados", sublinhou.

Por sua vez, o embaixador e novo secretario executivo adjunto da comissão do Golfo da Guiné, Afonso Eduardo, disse que o seu maior objectivo é convencer os países membros a seguir o mesmo caminho e atingir o principal, que é a realização da formação do Golfo da Guiné na área da paz e segurança.

Referiu que existem estatutos e leis para o combate à pirataria e ao tráfico, sublinhando que dos 90 por cento da criminalidade verificada ao longo do Oceano Atlântico, 70 por cento ocorre no Golfo da Guiné e é preocupante.

"Não podemos cruzar os braços por causa da pandemia. O que temos de fazer é lutar contra ela e outros casos que afectam a região", enfatizou.

O director administrativo da Comissão do Golfo da Guiné, Benyamin Maye Mibuy, em nome da Secretária da instituição, Florentina Adenike Ukonga, lembrou que a comissão do Golfo da Guiné foi criada pelos Chefes de Estado das Repúblicas de Angola, Nigéria, Gabão, São Tomé e Príncipe e República do Congo, a 3 de Julho de 2001, em Libreville, República Gabonesa.

A ideia de criar esta organização regional baseia-se no desejo dos Chefes de Estado de terem a nível regional um instrumento institucional permanente de cooperação entre os estados ribeirinhos do Golfo da Guiné, a fim de defenderem os seus interesses comuns na promoção da paz e o desenvolvimento socioeconómico, a partir do fortalecimento dos laços de amizade, solidariedade e fraternidade que os unem.

O secretariado executivo é composto por cinco membros executivos, nomeados rotativamente pelos governos de Estados membros, à razão de um secretária com dois adjuntos e dois directores.

Reiterou a aprovação da estrategia de revitalização da Comissão do Golfo da Guiné desde 2017, que necessita do apoio político e financeiro dos estados membros para a sua implementação.

Reiterou que, por meio da CGG, que constitui marco de convénio de cooperação, os países membros são chamados a actuar com firmeza contra esta situação.