Comissão Económica aprova redução de preços de fertilizantes

  • PR Joao Lourenço preside reuniao do Conselho de Ministros
Luanda – A Comissão Económica do Conselho de Ministros aprovou, esta terça-feira, uma série de medidas para redução de preços de fertilizantes vendidos no país.

Em declarações no final da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, o ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, referiu que com este conjunto de medidas para a redução do preço de venda ao público dos fertilizantes, pretende-se que os fertilizantes possam chegar aos produtores a um preço mais acessível.

Isso, reassaltou, “a um preço em que a maioria esmagadora dos produtores consigam pagar. Para isso, o Fundo de apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) será a instituição que vai comandar este processo de subvenção, trabalhando com os importadores ou empresários que tiverem os fertilizantes a venda no país”.

Para assegurar esta operação, deu a conhecer que o Governo vai alocar ao FADA, numa primeira fase, cerca de 17 mil milhões de Kwanzas.

Neste contexto, sublinhou, as empresas serão seleccionadas mediante um processo de leilão e estabelecerão, com o FADA, contratos no sentido de fornecer os fertilizantes sobretudo às cooperativas, escolas de campo e aos produtores organizados.

Acrescentou que os produtores terão, por esse mecanismo, uma subvenção de até 35 por cento do preço real do mercado e só pagarão o diferencial e será o FADA que, naturalmente, pagará aos empresários o valor de mercado que foi acordado no leilão.

Explicou que essa subvenção tem como objectivo principal tornar mais fácil a vida dos produtores agrícolas, principalmente da agricultura familiar, que atravessou, no último ano agrícola, algumas dificuldades relacionadas com o próprio clima, nalguns casos excesso de chuva, noutros estiagem prolongadas, ataques de praga, que limitaram, de certo modo, a produção final.

Por este motivo, argumentou, os rendimentos destes produtores encontra-se um pouco mais baixo e teriam mais dificuldades com os custos actuais.

“Podemos considerar que é uma medida muito boa e esperada para os produtores agrícolas. Agora é trabalhamos no sentido de aumentar a produção e aproveitar este esforço financeiro e gigantesco que o Estado irá fazer para que a nossa produção agrícola aumente e, por essa via, aumente o rendimento das famílias”, disse.

Em declarações no final da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, o ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, referiu que com este conjunto de medidas para a redução do preço de venda ao público dos fertilizantes, pretende-se que os fertilizantes possam chegar aos produtores a um preço mais acessível.

Isso, reassaltou, “a um preço em que a maioria esmagadora dos produtores consigam pagar. Para isso, o Fundo de apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) será a instituição que vai comandar este processo de subvenção, trabalhando com os importadores ou empresários que tiverem os fertilizantes a venda no país”.

Para assegurar esta operação, deu a conhecer que o Governo vai alocar ao FADA, numa primeira fase, cerca de 17 mil milhões de Kwanzas.

Neste contexto, sublinhou, as empresas serão seleccionadas mediante um processo de leilão e estabelecerão, com o FADA, contratos no sentido de fornecer os fertilizantes sobretudo às cooperativas, escolas de campo e aos produtores organizados.

Acrescentou que os produtores terão, por esse mecanismo, uma subvenção de até 35 por cento do preço real do mercado e só pagarão o diferencial e será o FADA que, naturalmente, pagará aos empresários o valor de mercado que foi acordado no leilão.

Explicou que essa subvenção tem como objectivo principal tornar mais fácil a vida dos produtores agrícolas, principalmente da agricultura familiar, que atravessou, no último ano agrícola, algumas dificuldades relacionadas com o próprio clima, nalguns casos excesso de chuva, noutros estiagem prolongadas, ataques de praga, que limitaram, de certo modo, a produção final.

Por este motivo, argumentou, os rendimentos destes produtores encontra-se um pouco mais baixo e teriam mais dificuldades com os custos actuais.

“Podemos considerar que é uma medida muito boa e esperada para os produtores agrícolas. Agora é trabalhamos no sentido de aumentar a produção e aproveitar este esforço financeiro e gigantesco que o Estado irá fazer para que a nossa produção agrícola aumente e, por essa via, aumente o rendimento das famílias”, disse.