Comunidade angolana na Zâmbia prepara registo eleitoral oficioso

  • Embaixada de Angola na Zâmbia prepara registo eleitoral oficioso
Luanda - A embaixada de Angola na Zâmbia promoveu hoje um encontro de concertação com os cônsules gerais no Mongu e Solwezi, no quadro do registo eleitoral oficioso junto das comunidades no estrangeiro.

A reunião passou em revista o andamento do Registo Consular e o processo de emissão dos Assentos de Nascimento, etapas que antecedem a obtenção do Bilhete de Identidade, que habilita o cidadão angolano, residente no estrangeiro, ao Cartão de Cidadão para poder votar.

O embaixador de Angola na Zâmbia, Azevedo Francisco, indicou, na ocasião, que "precisam dar o seu melhor", enquanto se aguarda, dos órgãos centrais, a clarificação de um conjunto de questões, que se afiguram incontornáveis ao êxito do processo eleitoral na diáspora, sobretudo no seio das comunidades residentes em países africanos.

Por outro lado, o Cônsul Geral de Angola no Mongu, Gualdino Ladislau, apontou as dificuldades de acesso às localidades, onde habita a comunidade angolana, como um dos maiores obstáculos.

“No Mongu, boa parte dos angolanos vive em localidades a mais de 600 quilómetros dos centros urbanos e o registo destes compatriotas só será possível, fixando meios humanos e equipamentos, junto destas comunidades e temos pouco tempo", observou.

O responsável consular disse que a solução poderá residir na extensão dos serviços a estas localidades, contornando a necessidade de estes se deslocarem aos consulados gerais e Embaixada, para se registar, conforme estabelecem as normas legais.

A Zâmbia alberga a segunda maior comunidade de angolanos na diáspora, estimada em perto de oitenta mil compatriotas e seus descendentes, muitos dos quais sem qualquer documentação que prove a sua ligação à Angola.

No encontro estabeleceram-se mecanismos sobre como estas e outras questões deverão ser tratadas, pelos serviços consulares, no processo de registo de cidadãos angolanos, nestas condições, indica uma nota de imprensa da representação diplomática na Zâmbia, a que a ANGOP teve hoje acesso.

O encontro produziu um memorando, que será remetido aos órgãos competentes, no qual se detalham estas e outras questões, inerentes a preparação do processo eleitoral na diáspora e convidou uma comissão multi-sectorial, composta pelos ministérios das Relações Exteriores, Administração do Território e da Justiça a visitar a Zâmbia e constatar as dificuldades apontadas.

O novo princípio constitucional estabelece o voto na diáspora, nas próximas Eleições Gerais em Angola previstas para 2022. O registo eleitoral oficioso, junto das comunidades, arranca em Janeiro do próximo ano.

A reunião passou em revista o andamento do Registo Consular e o processo de emissão dos Assentos de Nascimento, etapas que antecedem a obtenção do Bilhete de Identidade, que habilita o cidadão angolano, residente no estrangeiro, ao Cartão de Cidadão para poder votar.

O embaixador de Angola na Zâmbia, Azevedo Francisco, indicou, na ocasião, que "precisam dar o seu melhor", enquanto se aguarda, dos órgãos centrais, a clarificação de um conjunto de questões, que se afiguram incontornáveis ao êxito do processo eleitoral na diáspora, sobretudo no seio das comunidades residentes em países africanos.

Por outro lado, o Cônsul Geral de Angola no Mongu, Gualdino Ladislau, apontou as dificuldades de acesso às localidades, onde habita a comunidade angolana, como um dos maiores obstáculos.

“No Mongu, boa parte dos angolanos vive em localidades a mais de 600 quilómetros dos centros urbanos e o registo destes compatriotas só será possível, fixando meios humanos e equipamentos, junto destas comunidades e temos pouco tempo", observou.

O responsável consular disse que a solução poderá residir na extensão dos serviços a estas localidades, contornando a necessidade de estes se deslocarem aos consulados gerais e Embaixada, para se registar, conforme estabelecem as normas legais.

A Zâmbia alberga a segunda maior comunidade de angolanos na diáspora, estimada em perto de oitenta mil compatriotas e seus descendentes, muitos dos quais sem qualquer documentação que prove a sua ligação à Angola.

No encontro estabeleceram-se mecanismos sobre como estas e outras questões deverão ser tratadas, pelos serviços consulares, no processo de registo de cidadãos angolanos, nestas condições, indica uma nota de imprensa da representação diplomática na Zâmbia, a que a ANGOP teve hoje acesso.

O encontro produziu um memorando, que será remetido aos órgãos competentes, no qual se detalham estas e outras questões, inerentes a preparação do processo eleitoral na diáspora e convidou uma comissão multi-sectorial, composta pelos ministérios das Relações Exteriores, Administração do Território e da Justiça a visitar a Zâmbia e constatar as dificuldades apontadas.

O novo princípio constitucional estabelece o voto na diáspora, nas próximas Eleições Gerais em Angola previstas para 2022. O registo eleitoral oficioso, junto das comunidades, arranca em Janeiro do próximo ano.