Covid-19: Angola solicita apoio da Índia para vacinas

  • Embaixadora da Índia, acreditada em Angola, Pratibha Parkar e o Ministro das Relações das Relações Exteriores, Teté António.
Luanda – O ministro das Relações Exteriores, Teté António, solicitou o apoio da embaixadora da Índia, Pratibha Parkar, para junto do seu Governo influenciar para Angola estar entre as prioridades na aquisição das vacinas contra à Covid-19, sem constrangimentos, no quadro das boas relações bilaterais.

Na sua intervenção, na cerimónia do 72º aniversário do Dia da República da Índia, assinalado terça-feira (26), o diplomata referiu que depois da dificuldade que o país enfrentou para a compra do material de biossegurança, não gostaria que o cenário se repetisse com as vacinas.

Na condição de membro não-permanente do Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU), o titular da diplomacia angolana, pediu a embaixadora para o seu país continuar a advogar os interesses dos africanos, pelo facto de não estarem representados no órgão.

Referiu que Angola tem contribuído muito para a paz na região, pelo que espera também o apoio da Índia para que os novos desafios do continente tenham eco no CS quando necessário. Agradeceu, entretanto, o contributo dos indianos no desenvolvimento económico do país, através dos postos de trabalho que têm criado para os angolanos.

Na ocasião, a embaixadora da Índia, Pratibha Parkar, anunciou que o comércio bilateral tem registado um aumento perceptível nos últimos três anos, em relação aos anos anteriores, precisando que o mesmo atingiu 4,0 a 4,5 biliões de dólares americanos, a favor de Angola.

De acordo com a diplomata, as importações do seu país, são de 3,7 bilhões de dólares, enquanto as exportações, de 0,3 biliões de dólares em 2019/2020.

Deu a conhecer que Angola é o segundo maior fornecedor africano de petróleo à Índia e este país asiáico, o terceiro maior parceiro comercial deste Estado africano, partilhando cerca de 10 por cento do Comércio Externo, dada a compra de petróleo bruto a granel.

Em Setembro de 2020, os chefes das diplomacias de ambos os países concordaram em intensificar as relaçoes economicas atraves de parcerias no Comércio, Investimento, Agricultura, Processamento Alimentar, Comércio de diamantes, Saúde, Produtos Farmacêuticos, Tecnologias de Informação, Telecomunicações, Petróleo e Gás Natural.

Na ocasião, isto na terça-feira, três memorandos de entendimento sobre Saúde, Formação e Facilitação de vistos foram assinados durante a reunião.

As relações entre Angola e Índia datam de 1761 (época da colonização portuguesa), altura em que algumas regiões da Índia (Goa, Damão e Diu) eram consideradas, tal como Angola, territórios portugueses.

 

Na sua intervenção, na cerimónia do 72º aniversário do Dia da República da Índia, assinalado terça-feira (26), o diplomata referiu que depois da dificuldade que o país enfrentou para a compra do material de biossegurança, não gostaria que o cenário se repetisse com as vacinas.

Na condição de membro não-permanente do Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU), o titular da diplomacia angolana, pediu a embaixadora para o seu país continuar a advogar os interesses dos africanos, pelo facto de não estarem representados no órgão.

Referiu que Angola tem contribuído muito para a paz na região, pelo que espera também o apoio da Índia para que os novos desafios do continente tenham eco no CS quando necessário. Agradeceu, entretanto, o contributo dos indianos no desenvolvimento económico do país, através dos postos de trabalho que têm criado para os angolanos.

Na ocasião, a embaixadora da Índia, Pratibha Parkar, anunciou que o comércio bilateral tem registado um aumento perceptível nos últimos três anos, em relação aos anos anteriores, precisando que o mesmo atingiu 4,0 a 4,5 biliões de dólares americanos, a favor de Angola.

De acordo com a diplomata, as importações do seu país, são de 3,7 bilhões de dólares, enquanto as exportações, de 0,3 biliões de dólares em 2019/2020.

Deu a conhecer que Angola é o segundo maior fornecedor africano de petróleo à Índia e este país asiáico, o terceiro maior parceiro comercial deste Estado africano, partilhando cerca de 10 por cento do Comércio Externo, dada a compra de petróleo bruto a granel.

Em Setembro de 2020, os chefes das diplomacias de ambos os países concordaram em intensificar as relaçoes economicas atraves de parcerias no Comércio, Investimento, Agricultura, Processamento Alimentar, Comércio de diamantes, Saúde, Produtos Farmacêuticos, Tecnologias de Informação, Telecomunicações, Petróleo e Gás Natural.

Na ocasião, isto na terça-feira, três memorandos de entendimento sobre Saúde, Formação e Facilitação de vistos foram assinados durante a reunião.

As relações entre Angola e Índia datam de 1761 (época da colonização portuguesa), altura em que algumas regiões da Índia (Goa, Damão e Diu) eram consideradas, tal como Angola, territórios portugueses.