CPE quer responsabilidades acrescidas dos novos comissários municipais

Menongue - O presidente da Comissão Provincial Eleitoral (CPE) do Cuando Cubango, Sérgio Canhanga, solicitou hoje, terça-feira, dos 65 novos comissários municipais maior responsabilidade, abnegação e entrega nas tarefas conducentes, para o êxito das eleições gerais, previstas para 2022.

O responsável fez esta solicitação quando intervinha na cerimónia de tomada de posse dos novos comissários dos nove municípios do Cuando Cubango, nomeadamente Menongue (sede capital), Mavinga, Nankova, Cuchi, Cuito Cuanavale, Calai, Dirico e Rivungo, dos quais 52 do MPLA, 10 da CASA-CE e 4 da FNLA, sendo que a UNITA reconduziu os seus.

Conforme precisou, a indicação dos novos comissários deveu-se à confiança que os partidos políticos com assento no parlamento depositaram nos mesmos, por serem pessoas idóneas, com capacidade cívica e capazes de responder às inúmeras tarefas ligadas à preparação do processo eleitoral.

Por este facto, defendeu à necessidade de, no cumprimento da sua missão dentro da comissão provincial eleitoral, despirem-se das cores partidárias e cumprirem somente as orientações precisas sobre a preparação das próximas eleições, bem como não fazerem política nas comissões municipais eleitorais.

 “A actuação dos comissários deverá, doravante, pautar pelo princípio da legalidade, da isenção, da transparência e da responsabilidade”, sublinhou o presidente, para quem é importante que os novos membros devam ser parcimoniosos.

  

O responsável fez esta solicitação quando intervinha na cerimónia de tomada de posse dos novos comissários dos nove municípios do Cuando Cubango, nomeadamente Menongue (sede capital), Mavinga, Nankova, Cuchi, Cuito Cuanavale, Calai, Dirico e Rivungo, dos quais 52 do MPLA, 10 da CASA-CE e 4 da FNLA, sendo que a UNITA reconduziu os seus.

Conforme precisou, a indicação dos novos comissários deveu-se à confiança que os partidos políticos com assento no parlamento depositaram nos mesmos, por serem pessoas idóneas, com capacidade cívica e capazes de responder às inúmeras tarefas ligadas à preparação do processo eleitoral.

Por este facto, defendeu à necessidade de, no cumprimento da sua missão dentro da comissão provincial eleitoral, despirem-se das cores partidárias e cumprirem somente as orientações precisas sobre a preparação das próximas eleições, bem como não fazerem política nas comissões municipais eleitorais.

 “A actuação dos comissários deverá, doravante, pautar pelo princípio da legalidade, da isenção, da transparência e da responsabilidade”, sublinhou o presidente, para quem é importante que os novos membros devam ser parcimoniosos.