CPLP quer acesso seguro dos membros às vacinas contra Covid-19

  • Ministro das Relações Exteriores,Téte António (Arquivo)
Luanda - O Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) defendeu, esta sexta-feira, o acesso dos países membros às vacinas contra a Covid-19, com vista a permitir a imunização das populações da região.

A informação foi avançada, à imprensa, pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, no final da XV Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da organização, que decorreu, por videoconferência, a partir de Cabo Verde.

Conforme o chefe da diplomacia angolana, é fundamental a aquisição das vacinas pelos países membros da CPLP, no sentido de permitir a imunização dos cidadãos, a mobilidade das populações e as relações produtivas.

“Imunizar apenas alguns países seria um exercício incompleto, razão pela qual defendemos o acesso às vacinas a todos os países da comunidade, no sentido de permitir a mobilidade das populações, as trocas comerciais e a integração dos cidadãos”, referiu.

Téte António fez saber que a mobilidade no espaço da CPLP será um dos temas em análise na Conferência de Chefes de Estado e de Governo da comunidade, prevista para Julho deste ano, em Luanda.

Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores frisou que os participantes ao encontro analisaram, igualmente, a candidatura de Moçambique a membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, assim como o processo de ensino da língua portuguesa na Guiné Equatorial e os critérios para a admissão deste país a membro pleno da CPLP.

A República de Cabo Verde organizou a reunião extraordinária na qualidade de presidente em exercício da organização.

Criada a 17 de Julho de 1996, a CPLP é uma organização internacional formada por países lusófonos, cujo objectivo é o aprofundamento da amizade e a cooperação entre os seus membros.

Fazem parte da CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

A informação foi avançada, à imprensa, pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, no final da XV Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da organização, que decorreu, por videoconferência, a partir de Cabo Verde.

Conforme o chefe da diplomacia angolana, é fundamental a aquisição das vacinas pelos países membros da CPLP, no sentido de permitir a imunização dos cidadãos, a mobilidade das populações e as relações produtivas.

“Imunizar apenas alguns países seria um exercício incompleto, razão pela qual defendemos o acesso às vacinas a todos os países da comunidade, no sentido de permitir a mobilidade das populações, as trocas comerciais e a integração dos cidadãos”, referiu.

Téte António fez saber que a mobilidade no espaço da CPLP será um dos temas em análise na Conferência de Chefes de Estado e de Governo da comunidade, prevista para Julho deste ano, em Luanda.

Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores frisou que os participantes ao encontro analisaram, igualmente, a candidatura de Moçambique a membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, assim como o processo de ensino da língua portuguesa na Guiné Equatorial e os critérios para a admissão deste país a membro pleno da CPLP.

A República de Cabo Verde organizou a reunião extraordinária na qualidade de presidente em exercício da organização.

Criada a 17 de Julho de 1996, a CPLP é uma organização internacional formada por países lusófonos, cujo objectivo é o aprofundamento da amizade e a cooperação entre os seus membros.

Fazem parte da CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.