Delegação da Justiça vai alargar serviços de identificação civil

Ndalatando - A Delegação Provincial da Justiça e dos Direitos Humanos vai abrir, este mês, na cidade de Ndalatando, mais um posto de Identificação Civil e Registo Criminal, para fazer fase à demanda, informou a responsável provincial, Delfina Graciosa Camulombo.

O novo posto, que prevê funcionar nas actuais instalações do Balção do Único do Empreender (BUE), visa reduzir a enchente que se regista na actual instituição, aonde os muitos cidadãos são obrigados a pernoitar para tratar o Bilhete de Identidade (BI).

Delfina Camulombo informou que a instituição já dispõe de condições técnicas e humanas para a abertura do novo posto.

Em relação à enchente no actual posto, esclareceu que deve-se a interrupção dos serviços no município do Lucala, cujas instalações foram alvo de assalto.

Informou que um grupo de meliantes assaltou o posto e apoderou-se dos equipamentos, há cerca de dois meses.

Segundo a delegada provincial, a situação agravou-se com a pandemia da Covid-19, que impões restrições nos serviços e a redução da força de trabalho.

Além destas situações, disse que a instituição possui uma insuficiência de técnicos, indicando que em toda a província existem apenas 203 trabalhadores, para 10 municípios.

Considerou que a desorganização por parte dos utentes que não obedecem às regras estipuladas pela instituição para melhor atendimento, também tem influenciado negativamente nos serviços.

Disse que diariamente são atendidos 45 cidadãos, por marcação, mas muitos munícipes preferem ficar à porta para forçar o atendimento no mesmo dia.

A instituição tem, em Ndalatando, um Cartório Notarial, posto de Registo Civil e um Arquivo Provincial de Identificação Civil e Registo Criminal.

Além dos postos fixos, existem duas brigadas móveis, no quadro do Programa de Massificação, que começou em 2019 e termina em 2022, para ultrapassar a demanda dos cidadãos com a falta de identificação

Em 2019, de acordo com a delegada provincial, existia na província uma demanda de 51 mil e oito cidadãos por registar, mas esta meta foi ultrapassada e até ao momento já foram registados mais de 63 mil.

Para as brigadas de registo móvel, a instituição conta com o apoio de 26 efectivos das Forças Armadas e do Serviço de Emigração e Estrangeiros.

Disse que há mais procura nos postos de identificação civil, porque na província já existe o registo de nascimento em algumas maternidades.

 

O novo posto, que prevê funcionar nas actuais instalações do Balção do Único do Empreender (BUE), visa reduzir a enchente que se regista na actual instituição, aonde os muitos cidadãos são obrigados a pernoitar para tratar o Bilhete de Identidade (BI).

Delfina Camulombo informou que a instituição já dispõe de condições técnicas e humanas para a abertura do novo posto.

Em relação à enchente no actual posto, esclareceu que deve-se a interrupção dos serviços no município do Lucala, cujas instalações foram alvo de assalto.

Informou que um grupo de meliantes assaltou o posto e apoderou-se dos equipamentos, há cerca de dois meses.

Segundo a delegada provincial, a situação agravou-se com a pandemia da Covid-19, que impões restrições nos serviços e a redução da força de trabalho.

Além destas situações, disse que a instituição possui uma insuficiência de técnicos, indicando que em toda a província existem apenas 203 trabalhadores, para 10 municípios.

Considerou que a desorganização por parte dos utentes que não obedecem às regras estipuladas pela instituição para melhor atendimento, também tem influenciado negativamente nos serviços.

Disse que diariamente são atendidos 45 cidadãos, por marcação, mas muitos munícipes preferem ficar à porta para forçar o atendimento no mesmo dia.

A instituição tem, em Ndalatando, um Cartório Notarial, posto de Registo Civil e um Arquivo Provincial de Identificação Civil e Registo Criminal.

Além dos postos fixos, existem duas brigadas móveis, no quadro do Programa de Massificação, que começou em 2019 e termina em 2022, para ultrapassar a demanda dos cidadãos com a falta de identificação

Em 2019, de acordo com a delegada provincial, existia na província uma demanda de 51 mil e oito cidadãos por registar, mas esta meta foi ultrapassada e até ao momento já foram registados mais de 63 mil.

Para as brigadas de registo móvel, a instituição conta com o apoio de 26 efectivos das Forças Armadas e do Serviço de Emigração e Estrangeiros.

Disse que há mais procura nos postos de identificação civil, porque na província já existe o registo de nascimento em algumas maternidades.