Cuanza Norte: Estados Unidos investigam laços com Angola

  • Embaixadora dos Estados Unidos da América em Angola, Nina Fite
Dondo - O Governo norte americano está a investigar as relações entre negros angolanos e afro-americanos, para explicar os laços de consanguinidade com Angola.

De acordo com Nina Fite, em cada quatro americanos, um é descendente de angolano, com uma história ainda menos clara, sobre em que circunstâncias foi em América.

Nina Fite falava à imprensa, no final de uma visita à comuna de Massangano, município de Cambambe, província do Cuanza Norte, com o objectivo de se inteirar do processo que sustentou o tráfico negreiro.

A comuna de Massangano, localizada na margem direita do rio Kwanza, foi um dos principais pontos de partida de escravos angolanos para a Europa e América.

Esclareceu que os Estados Unidos incluíram no museu de Washington  informações públicas sobre as relações com África, o processo de colonização e tráfico humano de vários países, mas sobre Angola ainda não há dados substanciais que se pretende divulgar, com vantagens recíprocas para o futuro dos dois países.

Angola, considerou, tem condições turísticas, capazes de atrair investidores norte americanos, não apenas para visitas, mas também para compreender o caminho percorrido pelos escravos, desde a captura, comercialização, baptismo e desterro.

Para a embaixadora, este caminho pode ser muito curioso para quem investiga as suas origens.

Nina Fite visitou um dos pontos de embarque de escravos, a partir da vila de Massangano, que conserva acervos históricos, como as ruínas do antigo tribunal colonial, casa de reclusão, câmara municipal e a praça de escravos.

A fortaleza local, o santuário de Nossa Senhora da Vitória e o túmulo do  capitão português, Paulo Dias de Novais, construídos no século XVI, fizeram igualmente parte do roteiro da embaixadora.

O santuário de Nossa Senhora da Vitória, classificado como património histórico nacional, é a principal atracção turística da comuna de Massangano, que dista a 33 quilometros da cidade do Dondo.

O monumento tem esta classificação desde o período colonial, através da portaria 81, Boletim Oficial 20, de 28 de Abril de 1923.  

Em média, mais de cinco mil peregrinos frequentam o local, situado no estreito entre os rios Kwanza e Lucala.

A comuna de Massangano  tem perto de 400 habitantes, que se dedicam à pesca e agricultura.

 

De acordo com Nina Fite, em cada quatro americanos, um é descendente de angolano, com uma história ainda menos clara, sobre em que circunstâncias foi em América.

Nina Fite falava à imprensa, no final de uma visita à comuna de Massangano, município de Cambambe, província do Cuanza Norte, com o objectivo de se inteirar do processo que sustentou o tráfico negreiro.

A comuna de Massangano, localizada na margem direita do rio Kwanza, foi um dos principais pontos de partida de escravos angolanos para a Europa e América.

Esclareceu que os Estados Unidos incluíram no museu de Washington  informações públicas sobre as relações com África, o processo de colonização e tráfico humano de vários países, mas sobre Angola ainda não há dados substanciais que se pretende divulgar, com vantagens recíprocas para o futuro dos dois países.

Angola, considerou, tem condições turísticas, capazes de atrair investidores norte americanos, não apenas para visitas, mas também para compreender o caminho percorrido pelos escravos, desde a captura, comercialização, baptismo e desterro.

Para a embaixadora, este caminho pode ser muito curioso para quem investiga as suas origens.

Nina Fite visitou um dos pontos de embarque de escravos, a partir da vila de Massangano, que conserva acervos históricos, como as ruínas do antigo tribunal colonial, casa de reclusão, câmara municipal e a praça de escravos.

A fortaleza local, o santuário de Nossa Senhora da Vitória e o túmulo do  capitão português, Paulo Dias de Novais, construídos no século XVI, fizeram igualmente parte do roteiro da embaixadora.

O santuário de Nossa Senhora da Vitória, classificado como património histórico nacional, é a principal atracção turística da comuna de Massangano, que dista a 33 quilometros da cidade do Dondo.

O monumento tem esta classificação desde o período colonial, através da portaria 81, Boletim Oficial 20, de 28 de Abril de 1923.  

Em média, mais de cinco mil peregrinos frequentam o local, situado no estreito entre os rios Kwanza e Lucala.

A comuna de Massangano  tem perto de 400 habitantes, que se dedicam à pesca e agricultura.