Ex-administradora do Golungo Alto em prisão preventiva

Ndalatando – A ex- administradora do município de Golungo, Teresa da Costa, encontra-se em prisão preventiva, desde terça-feira, por suposta prática de crimes de peculato.

Os arguidos são também acusados dos crimes de falsificação de documentos, violação de normas de execução do plano de orçamento, associação criminosa, participação económica em negócio, associação criminosa e tráfico de influência.

Teresa da Costa foi constituída arguida num processo crime que inclui mais três filhos,  Graciete Francisco da Costa, Nelson Francisco da Costa e Agnelo Francisco da Costa. O último ocupava o cargo de director municipal do Gabinete de Estudos, Planificação e Estatística (GEPE), na administração.

Segundo uma nota da Procuradora Geral da República, enviada  à  Angop, foi também indiciado, no mesmo processo, o ex-administrador municipal adjunto do Bolongongo, Norberto Capemba da Silva.

Durante a sua gestão, de acordo com a nota,  a ex-administradora, que dirigiu o município do Golungo Alto durante cinco anos, em conluio com os filhos e Norberto da Silva, parceiro nos negócios, procedeu ao pagamento de despesas que nunca chegaram a ser executadas.

A PGR avança que após interrogatóri foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva, no âmbito da Lei das Medidas Cautelares em Processo Penal (Lei nº 25/15, de 18 de Setembro).

Com estas detenções, eleva-se para três o número de administradores municipais constituídos arguidos no Cuanza Norte, nomeadamente o ex-administrador do Lucala, José Teixeira da Conceição, em prisão preventiva, e o ex administrador do Bolongongo, Miguel Gaspar, ainda  em liberdade.  

No âmbito do combate à corrupção e dos crimes de branqueamento de capitais, encontram-se também detidos, no Cuanza Norte, várias gestores de  instituições públicas.

A PGR adianta ainda que, na sequência das diligências do processo-crime nº 07/PGR/GCC/20, que envolve o antigo administrador municipal do Lucala, José Teixeira da Conceição, detido há mais de um mês, por suposta prática de crimes de peculato, foram apreendidos  dois edifícios, um situado no bairro Mesquita, em Ndalatando, e outro no município de Lucala, e quatro viaturas.

A PGR justifica a apreensão destes bens pelo facto de alegadamente terem sido adquiridos com fundos públicos.

Os arguidos são também acusados dos crimes de falsificação de documentos, violação de normas de execução do plano de orçamento, associação criminosa, participação económica em negócio, associação criminosa e tráfico de influência.

Teresa da Costa foi constituída arguida num processo crime que inclui mais três filhos,  Graciete Francisco da Costa, Nelson Francisco da Costa e Agnelo Francisco da Costa. O último ocupava o cargo de director municipal do Gabinete de Estudos, Planificação e Estatística (GEPE), na administração.

Segundo uma nota da Procuradora Geral da República, enviada  à  Angop, foi também indiciado, no mesmo processo, o ex-administrador municipal adjunto do Bolongongo, Norberto Capemba da Silva.

Durante a sua gestão, de acordo com a nota,  a ex-administradora, que dirigiu o município do Golungo Alto durante cinco anos, em conluio com os filhos e Norberto da Silva, parceiro nos negócios, procedeu ao pagamento de despesas que nunca chegaram a ser executadas.

A PGR avança que após interrogatóri foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva, no âmbito da Lei das Medidas Cautelares em Processo Penal (Lei nº 25/15, de 18 de Setembro).

Com estas detenções, eleva-se para três o número de administradores municipais constituídos arguidos no Cuanza Norte, nomeadamente o ex-administrador do Lucala, José Teixeira da Conceição, em prisão preventiva, e o ex administrador do Bolongongo, Miguel Gaspar, ainda  em liberdade.  

No âmbito do combate à corrupção e dos crimes de branqueamento de capitais, encontram-se também detidos, no Cuanza Norte, várias gestores de  instituições públicas.

A PGR adianta ainda que, na sequência das diligências do processo-crime nº 07/PGR/GCC/20, que envolve o antigo administrador municipal do Lucala, José Teixeira da Conceição, detido há mais de um mês, por suposta prática de crimes de peculato, foram apreendidos  dois edifícios, um situado no bairro Mesquita, em Ndalatando, e outro no município de Lucala, e quatro viaturas.

A PGR justifica a apreensão destes bens pelo facto de alegadamente terem sido adquiridos com fundos públicos.