Cuba saúda solidariedade de Angola

  • Embaixadora de Cuba em Angola, Esther Armenteros Cárdenas
Luanda – A embaixadora de Cuba em Angola, Esther Armenteros Cárdenas, ressaltou, em Luanda, o apoio e solidariedade prestados pelo Governo e povo angolanos, numa altura em que o seu país atravessa um momento particularmente difícil.

Falando numa conferência virtual alusiva ao 68º aniversário do Movimento 26 de Julho, a diplomata agradeceu o contributo e o esforço dos angolanos, principalmente do Presidente João Lourenço.

A representante diplomática de Cuba falou dos laços de amizade entre os dois países, destacando a presença de cerca de mil técnicos de saúde cubanos em serviço em Angola.  

Esther Calderon condenou, por outro lado, as acções violentas registadas nos últimos dias em Cuba e levadas a cabo por elementos contrários à Revolução Cubana.

“Estes elementos agiram de forma oportunista, aproveitando-se dos problemas económicos que o país atravessa. Por meio de uma campanha mediática formada de mentiras e calúnias, tais elementos apelavam à desobediência civil com acções totalmente contrárias aos interesses do país”, sublinhou.

A ocasião serviu igualmente para a apresentação de trechos de discursos do Presidente Fidel Castro, bem como a exibição de imagens das várias ilhas que compõem o arquipélago cubano.

A Revolução Cubana teve o seu ponto de partida com o ataque ao Quartel de Moncada no dia 26 de Julho de 1953. Essa unidade do exército cubano era um arsenal de armamentos, e a incursão aconteceu com uma guerrilha liderada por Fidel Castro e formada por pouco mais de uma centena de homens.

Falando numa conferência virtual alusiva ao 68º aniversário do Movimento 26 de Julho, a diplomata agradeceu o contributo e o esforço dos angolanos, principalmente do Presidente João Lourenço.

A representante diplomática de Cuba falou dos laços de amizade entre os dois países, destacando a presença de cerca de mil técnicos de saúde cubanos em serviço em Angola.  

Esther Calderon condenou, por outro lado, as acções violentas registadas nos últimos dias em Cuba e levadas a cabo por elementos contrários à Revolução Cubana.

“Estes elementos agiram de forma oportunista, aproveitando-se dos problemas económicos que o país atravessa. Por meio de uma campanha mediática formada de mentiras e calúnias, tais elementos apelavam à desobediência civil com acções totalmente contrárias aos interesses do país”, sublinhou.

A ocasião serviu igualmente para a apresentação de trechos de discursos do Presidente Fidel Castro, bem como a exibição de imagens das várias ilhas que compõem o arquipélago cubano.

A Revolução Cubana teve o seu ponto de partida com o ataque ao Quartel de Moncada no dia 26 de Julho de 1953. Essa unidade do exército cubano era um arsenal de armamentos, e a incursão aconteceu com uma guerrilha liderada por Fidel Castro e formada por pouco mais de uma centena de homens.