Central de captação de água em construção no Cunene 

  • Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges
Luanda – As obras de construção de uma estação de captação de água na localidade do Cafu, província do Cunene, terminam até final do ano em curso, anunciou nesta quinta-feira o ministro João Baptista Borges.

O projecto, que depois de concluido vai beneficiar cerca de 250 mil pessoas, é co-financiado por Angola e  Namíbia, adiantou o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, no final da reunião do Conselho Nacional de Águas, presidida pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa.

Segundo o ministro, a empreitada está com uma execução na ordem de 20 por cento, tendo já sido desmatado todo o percurso dos futuros canais e iniciadas as escavações para a construção dos mesmos.

Adiantou que o projecto contempla a construção de aquedutos, numa extensão de 150 quilómetros de canais, para levar água a três municípios da província do Cunene.

 João Baptista Borges acredita que o projecto terá “impacto muito grande” na disponibilidade de água para o consumo das populações, abeberamento do gado e irrigação, visando melhorar a segurança alimentar na região afectada pela seca e estiagem.

Informou que o andamento das obras foi afectado pelo facto dos técnicos estrangeiros envolvidos terem ficado retidos nos seus países, devido a pandemia da Covid-19.

O ministro referiu que dois outros grandes projectos de construção de barragens na bacia do rio Cuvelai estão condicionados a financiamentos.

Referiu ainda que o projecto estruturante contempla a construção da conduta de Ondjiva (capital da província) para Santa Clara, passando por Namacunde, assim como represas, barragens, aquedutos e furos artesianos.

Por seu turno, o ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos, falou da necessidade de medidas emergenciais, paralelamente à execução dos projectos de curto, médio e longo prazos para contrapor a seca.

Salientou que a baixa precipitação na região litoral e sul do país tem afectado o consumo humano de água, o abeberamento do gado e a produção agrícola e industrial.

O projecto, que depois de concluido vai beneficiar cerca de 250 mil pessoas, é co-financiado por Angola e  Namíbia, adiantou o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, no final da reunião do Conselho Nacional de Águas, presidida pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa.

Segundo o ministro, a empreitada está com uma execução na ordem de 20 por cento, tendo já sido desmatado todo o percurso dos futuros canais e iniciadas as escavações para a construção dos mesmos.

Adiantou que o projecto contempla a construção de aquedutos, numa extensão de 150 quilómetros de canais, para levar água a três municípios da província do Cunene.

 João Baptista Borges acredita que o projecto terá “impacto muito grande” na disponibilidade de água para o consumo das populações, abeberamento do gado e irrigação, visando melhorar a segurança alimentar na região afectada pela seca e estiagem.

Informou que o andamento das obras foi afectado pelo facto dos técnicos estrangeiros envolvidos terem ficado retidos nos seus países, devido a pandemia da Covid-19.

O ministro referiu que dois outros grandes projectos de construção de barragens na bacia do rio Cuvelai estão condicionados a financiamentos.

Referiu ainda que o projecto estruturante contempla a construção da conduta de Ondjiva (capital da província) para Santa Clara, passando por Namacunde, assim como represas, barragens, aquedutos e furos artesianos.

Por seu turno, o ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos, falou da necessidade de medidas emergenciais, paralelamente à execução dos projectos de curto, médio e longo prazos para contrapor a seca.

Salientou que a baixa precipitação na região litoral e sul do país tem afectado o consumo humano de água, o abeberamento do gado e a produção agrícola e industrial.