Deputados insatisfeitos com atrasos em obras sociais no Huambo

  • Obra do PIIM
Huambo – Os deputados do círculo eleitoral da província do Huambo manifestaram, esta terça-feira, insatisfação com os atrasos na conclusão das obras sociais do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e do Programa de Investimentos Públicos (PIP).

Em causa estão 11 projectos, inscritos pela administração do município do Huambo no PIIM, com realce para as obras de construção de postos e centros de saúde, reabilitação de vias terciárias e o alargamento da rede escolar, paralisadas há mais de seis meses, por falta de dinheiro.

Entre as infra-estruturas, os parlamentares visitaram as obras de construção de escolas primárias, nos bairros Cahululo e São João, arredores da cidade do Huambo, com sete salas de aulas cada uma, cujo grau de execução física foi considerado “negativo”.

Em nome dos deputados, a parlamentar Bibiana Nandombua disse que o grau de execução física das infra-estruturas “não garante que as crianças venham a ter aulas nestas escolas, a partir de Setembro, enquanto as demais precisam de reajustamento, numa altura em que apenas faltam seis meses para terminar o ano”.

“Pensamos que houve uma má interpretação, por parte da administração do município do Huambo, que se atrasou no reajuste e na transição, tal como as outras localidades, daí a demora na execução dos projectos”, disse a deputada.

Apesar disso, a parlamentar disse terem recebido informações, da administração municipal do Huambo, do desembolso, pelo Ministério das Finanças, de 50 milhões de Kwanzas para a construção de duas centrais térmicas, dois postos de saúde e 20 pontos de água, nas comunas da Calima e Chipipa.

Por outro lado, Bibiana Nandombua manifestou-se preocupada com a elevada vandalização dos bens públicos, no município do Huambo, e que pode atrasar a expansão da rede de iluminação pública e de abastecimento de água potável a novos bairros.

Nesta conformidade, disse que a administração do município deve empenhar-se, com o apoio das autoridades tradicionais e outras forças da sociedade, na moralização da população, com vista a impedir os sucessivos roubos de cabos eléctricos e outros equipamentos da ENDE e do sector das águas.

Sustentou que os fiscais e a Polícia Nacional têm que assumir e desempenhar o seu papel, numa altura em que o Governo está engajado na melhoria da qualidade de vida da população, em vários domínios.

Em causa estão 11 projectos, inscritos pela administração do município do Huambo no PIIM, com realce para as obras de construção de postos e centros de saúde, reabilitação de vias terciárias e o alargamento da rede escolar, paralisadas há mais de seis meses, por falta de dinheiro.

Entre as infra-estruturas, os parlamentares visitaram as obras de construção de escolas primárias, nos bairros Cahululo e São João, arredores da cidade do Huambo, com sete salas de aulas cada uma, cujo grau de execução física foi considerado “negativo”.

Em nome dos deputados, a parlamentar Bibiana Nandombua disse que o grau de execução física das infra-estruturas “não garante que as crianças venham a ter aulas nestas escolas, a partir de Setembro, enquanto as demais precisam de reajustamento, numa altura em que apenas faltam seis meses para terminar o ano”.

“Pensamos que houve uma má interpretação, por parte da administração do município do Huambo, que se atrasou no reajuste e na transição, tal como as outras localidades, daí a demora na execução dos projectos”, disse a deputada.

Apesar disso, a parlamentar disse terem recebido informações, da administração municipal do Huambo, do desembolso, pelo Ministério das Finanças, de 50 milhões de Kwanzas para a construção de duas centrais térmicas, dois postos de saúde e 20 pontos de água, nas comunas da Calima e Chipipa.

Por outro lado, Bibiana Nandombua manifestou-se preocupada com a elevada vandalização dos bens públicos, no município do Huambo, e que pode atrasar a expansão da rede de iluminação pública e de abastecimento de água potável a novos bairros.

Nesta conformidade, disse que a administração do município deve empenhar-se, com o apoio das autoridades tradicionais e outras forças da sociedade, na moralização da população, com vista a impedir os sucessivos roubos de cabos eléctricos e outros equipamentos da ENDE e do sector das águas.

Sustentou que os fiscais e a Polícia Nacional têm que assumir e desempenhar o seu papel, numa altura em que o Governo está engajado na melhoria da qualidade de vida da população, em vários domínios.