Diplomata defende aumento da produção interna

  • Ministro das Relações Exteriores, Téte António
Luanda - O chefe da diplomacia angolana, Téte António, defendeu nesta quarta-feira, em Luanda, a necessidade do reforço e da dinamização da produção interna, por forma que o país obtenha excedentes para a exportação.

Ao intervir na cerimónia de encerramento da visita do corpo diplomático acreditado em Angola a Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, Téte António sublinhou o facto dessa área de produção estar a contribuir para a substituição das importações.

O ministro angolano das Relações Exteriores destacou a acção da ZEE na geração de emprego, o que tem contribuído para a redução da pobreza.

Para o ministro Téte António, a ZEE Luanda-Bengo caminha para ser uma referência nacional de qualidade, rigor, responsabilidade e eficácia na produção.

Por sua vez, o embaixador do Japão, Maruhashi Jiro, mostrou-se satisfeito com o que viu e prometeu trabalhar para futuras parcerias.

A visita do corpo diplomático à ZEE enquadra-se na promoção da diplomacia económica, a principal “bandeira” da política externa do Executivo angolano.

Durante três dias, de forma alternada, diferentes diplomatas acreditados em Angola tomaram contacto com a realidade da ZEE, numa iniciativa do Ministério angolano das Relações Exteriores.

Ao intervir na cerimónia de encerramento da visita do corpo diplomático acreditado em Angola a Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, Téte António sublinhou o facto dessa área de produção estar a contribuir para a substituição das importações.

O ministro angolano das Relações Exteriores destacou a acção da ZEE na geração de emprego, o que tem contribuído para a redução da pobreza.

Para o ministro Téte António, a ZEE Luanda-Bengo caminha para ser uma referência nacional de qualidade, rigor, responsabilidade e eficácia na produção.

Por sua vez, o embaixador do Japão, Maruhashi Jiro, mostrou-se satisfeito com o que viu e prometeu trabalhar para futuras parcerias.

A visita do corpo diplomático à ZEE enquadra-se na promoção da diplomacia económica, a principal “bandeira” da política externa do Executivo angolano.

Durante três dias, de forma alternada, diferentes diplomatas acreditados em Angola tomaram contacto com a realidade da ZEE, numa iniciativa do Ministério angolano das Relações Exteriores.