Diplomatas abordam desafios pós-independência

Luanda – A secretária de Estado das Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça, afirmou esta sexta-feira, em Luanda, que a diplomacia angolana assenta em valores nobres como a solidariedade, igualdade, respeito pela soberania das nações e dos povos.

De acordo com a responsável, a diplomacia de Angola assenta igualmente na resolução pacífica dos conflitos.

Esmeralda Mendonça, que falava na abertura do colóquio sobre a “Diplomacia Angolana em 45 anos de Independência”, disse que a diplomacia angolana constitui  um acervo directo para a actual e as futuras  gerações.

Durante o colóquio, que visou a recolha de  antecedentes históricos sobre a diplomacia angolana, os participantes falaram dos vários desafios diplomáticos para o reconhecimento de Angola na fase pós-independência.

A propósito, o embaixador Hermínio Escórcio abordou as estratégias por si usadas quando foi director-geral da Sonangol (Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola) e como esta petrolífera angolana serviu de “lobby”  para o reconhecimento internacional de Angola.

Por sua vez, o embaixador Luís Neto Kiambata mencionou o facto de a República do Congo ter sido o primeiro país africano a reconhecer a independência de Angola.

O colóquio teve ainda como objectivo a partilha de experiências acumuladas por dirigentes, políticos, diplomatas e académicos.

 

De acordo com a responsável, a diplomacia de Angola assenta igualmente na resolução pacífica dos conflitos.

Esmeralda Mendonça, que falava na abertura do colóquio sobre a “Diplomacia Angolana em 45 anos de Independência”, disse que a diplomacia angolana constitui  um acervo directo para a actual e as futuras  gerações.

Durante o colóquio, que visou a recolha de  antecedentes históricos sobre a diplomacia angolana, os participantes falaram dos vários desafios diplomáticos para o reconhecimento de Angola na fase pós-independência.

A propósito, o embaixador Hermínio Escórcio abordou as estratégias por si usadas quando foi director-geral da Sonangol (Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola) e como esta petrolífera angolana serviu de “lobby”  para o reconhecimento internacional de Angola.

Por sua vez, o embaixador Luís Neto Kiambata mencionou o facto de a República do Congo ter sido o primeiro país africano a reconhecer a independência de Angola.

O colóquio teve ainda como objectivo a partilha de experiências acumuladas por dirigentes, políticos, diplomatas e académicos.