Responsáveis da UNITA demitem-se

  • Domingos Pedro, Secretario Municipal da Mobilização da Unita no Município de Cacuaco
Luanda – Os secretários municipal e distrital para a mobilização da UNITA em Cacuaco, Domingos Pedro e Cândido Moisés, colocaram os cargos à disposição, para contestar a liderança do actual presidente do partido, Adalberto Costa Júnior.

Numa conferência de imprensa, o também suplente do comité nacional da organização juvenil do partido, JURA, Domingos Pedro, acusou o líder da UNITA de promover o tribalismo e perseguir os militantes que não o apoiaram, durante o congresso da sua eleição a presidente.

Referiu que a eleição de Adalberto Costa Júnior viola os artigos 110º da Constituição e o 13º dos estatutos do partido, que limitam a candidatura a presidência do país e do partido a angolanos de nacionalidade originária e que não possuam outra.

Acusou ainda o presidente da UNITA de desviar 400 milhões de kwanzas de uma conta que controla, comprar uma mansão em Portugal, deixando as organizações de base sem condições de trabalho e de gastar fundos do partido em luxos e viagens particulares.    

Pediu explicações sobre um eventual acordo do líder da UNITA com os filhos do antigo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.  

De igual modo, contestou a substituição do comissário da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Cláudio Silva, por Augusto Viana, por sinal membro do Bloco Democrático, com passagem pelo PRS.

Já Cândido Moisés, antigo secretário para mobilização do distrito sede de Cacuaco, considerou Adalberto Júnior “um lapso”, que promove o tribalismo.

Acusou-o de culto de personalidade desmedido, ao timbrar a sua efígie na bandeira do partido, para além de promover para os cargos de direcção e chefia 90 porcento de militantes originários do sul de Angola em detrimento dos do norte, quando prometeu, na campanha eleitoral, promover o equilíbrio.

Domingos Pedro e Cândido Moisés consideram urgente a realização de um congresso extraordinário, para destituir o actual líder e eleger um "nacional e patriota".

Exortam o conselho jurisdicional da UNITA a reavaliar a liderança de Adalberto Costa Júnior e a indicar um substituto à altura dos desafios do país.

Perto de 50 militantes da UNITA presenciaram a conferência de imprensa.

Numa conferência de imprensa, o também suplente do comité nacional da organização juvenil do partido, JURA, Domingos Pedro, acusou o líder da UNITA de promover o tribalismo e perseguir os militantes que não o apoiaram, durante o congresso da sua eleição a presidente.

Referiu que a eleição de Adalberto Costa Júnior viola os artigos 110º da Constituição e o 13º dos estatutos do partido, que limitam a candidatura a presidência do país e do partido a angolanos de nacionalidade originária e que não possuam outra.

Acusou ainda o presidente da UNITA de desviar 400 milhões de kwanzas de uma conta que controla, comprar uma mansão em Portugal, deixando as organizações de base sem condições de trabalho e de gastar fundos do partido em luxos e viagens particulares.    

Pediu explicações sobre um eventual acordo do líder da UNITA com os filhos do antigo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.  

De igual modo, contestou a substituição do comissário da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Cláudio Silva, por Augusto Viana, por sinal membro do Bloco Democrático, com passagem pelo PRS.

Já Cândido Moisés, antigo secretário para mobilização do distrito sede de Cacuaco, considerou Adalberto Júnior “um lapso”, que promove o tribalismo.

Acusou-o de culto de personalidade desmedido, ao timbrar a sua efígie na bandeira do partido, para além de promover para os cargos de direcção e chefia 90 porcento de militantes originários do sul de Angola em detrimento dos do norte, quando prometeu, na campanha eleitoral, promover o equilíbrio.

Domingos Pedro e Cândido Moisés consideram urgente a realização de um congresso extraordinário, para destituir o actual líder e eleger um "nacional e patriota".

Exortam o conselho jurisdicional da UNITA a reavaliar a liderança de Adalberto Costa Júnior e a indicar um substituto à altura dos desafios do país.

Perto de 50 militantes da UNITA presenciaram a conferência de imprensa.