Militares devem ser fonte de unidade - Comandante

  • Comandante Da Regiao Militar Centro  Tenente General Dinis Segunda Lucama
Huambo – O comandante da Região Militar Centro, tenente-general Dinis Segunda Lucama, exortou esta segunda-feira o efectivo castrense a ser a principal fonte da consolidação da unidade da Nação.

Ao intervir na abertura do ano de Instrução2021/2022 nessa região, o comandante apelou aos militares para se absterem de participar em actividades político-partidárias ou sindicais.

Recordou que as Forças Armadas Angolanas (FAA) devem obediência aos órgãos democraticamente instituídos e, sobretudo, ao Comandante-em-Chefe, pois os militares são apartidários.

“As Forças Armadas Angolanas, enquanto reserva do Estado angolano, não fazem parte e nem alinham em jogos de poder, nem tão pouco se revêem e se incluem em expedientes anárquicos com fins inconfessos postos a circular em redes sociais ou em qualquer outra média”, alertou.

O tenente-general defendeu a formação contínua do efectivo, através de uma educação que coloque, acima de tudo, o patriotismo e enalteça os símbolos nacionais, o respeito pela Constituição da República, o resgate dos valores cívicos e morais, a erradicação do analfabetismo e a preservação do património público.

Salientou que as missões do Exército e das regiões militares não se limitam a garantir a defesa do espaço terrestre, mas também no auxílio aos órgãos do Ministério do Interior na árdua tarefa de manutenção da ordem e tranquilidade públicas, apoio à população, sobretudo em campanhas de vacinação ou combate à calamidades naturais.

A Região Militar Centro é constituída pelas províncias de Benguela, do Bié, do Cuanza Sul e do Huambo (Quartel-General).

 

 

Ao intervir na abertura do ano de Instrução2021/2022 nessa região, o comandante apelou aos militares para se absterem de participar em actividades político-partidárias ou sindicais.

Recordou que as Forças Armadas Angolanas (FAA) devem obediência aos órgãos democraticamente instituídos e, sobretudo, ao Comandante-em-Chefe, pois os militares são apartidários.

“As Forças Armadas Angolanas, enquanto reserva do Estado angolano, não fazem parte e nem alinham em jogos de poder, nem tão pouco se revêem e se incluem em expedientes anárquicos com fins inconfessos postos a circular em redes sociais ou em qualquer outra média”, alertou.

O tenente-general defendeu a formação contínua do efectivo, através de uma educação que coloque, acima de tudo, o patriotismo e enalteça os símbolos nacionais, o respeito pela Constituição da República, o resgate dos valores cívicos e morais, a erradicação do analfabetismo e a preservação do património público.

Salientou que as missões do Exército e das regiões militares não se limitam a garantir a defesa do espaço terrestre, mas também no auxílio aos órgãos do Ministério do Interior na árdua tarefa de manutenção da ordem e tranquilidade públicas, apoio à população, sobretudo em campanhas de vacinação ou combate à calamidades naturais.

A Região Militar Centro é constituída pelas províncias de Benguela, do Bié, do Cuanza Sul e do Huambo (Quartel-General).