Embaixadora do Reino Unido confirma interesse de empresas em investir no país

  • Jessica Hand, Embaixadora do Reino Unido em Angola.
Luanda - A embaixadora do Reino Unido em Angola e São Tomé e Príncipe, Jessica Hand, confirmou,  nesta terça-feira,  em Luanda, que o combate à corrupção é um sinal muito forte para atrair investidores britânicos.

A diplomata, que participava do programa "Grande Entrevista" da Televisão Pública de Angola (TPA), reconheceu que, neste momento, a imagem de Angola está a mudar para melhor e consequentemente a sua reputação também em todo mundo.

Jessica Hand considerou "muito importante", para o novo ambiente de negócios em Angola, as parcerias com o Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BM) e a luta contra a corrupção em curso no país.

Angola e o Reino Unido assinaram,  em 1986,  um acordo geral de cooperação e, em 2019, rubricaram um Memorando de Entendimento e de Concertação Política.

Na perspectiva de Jessica Hand, a responsabilidade de impulsionar as relações bilaterais é de ambos os países,  criando condições políticas e económicas mais simples.

Reconheceu que desde 1990  até hoje a Grã Bretanha investiu em Angola apenas cerca de USD 300 milhões.

No entanto,  explicou que esses números se devem à pouca comunicação entre os dois países,  sublinhando que com a criação da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) de Angola as coisas tendem a mudar.

Como exemplo indicou o sector mineiro como uma das áreas em que empresas britânicas já começaram a fazerem estudos de prospecção com resultados muito animadores.

“A agricultura é outro sector que o Reino Unido pretende apostar, tendo em conta a sua experiência, onde se destacam os métodos de cultivos sustentáveis com matéria orgânica e sem fertilizantes químicos.

Commonweath

Jessica Hand anunciou que Angola já formalizou a sua entrada na Commonweath, estando agendada uma visita de constatação do secretariado da organização ao país, condicionada pelos efeitos da Covid-19.

Na sua opinião, Angola deve pedir apoio dos Estados da Commonweath para compreender os padrões comuns e os processos específicos da comunidade.

"Angola tem de falar e manter intercâmbio com os países membros,  porque a decisão final é de todos se aceitam ou não um novo parceiro", esclareceu.

Explicou que a Commonweath tem padrões específicos sobre democracia,  direitos humanos,  liberdade de imprensa e os princípios que são precisos observar.

Santa Helena

A ilha de Santa Helena é um território pertencente à Coroa Britânica, que dista a pouco mais de 200 milhas da costa angolana.

Em 2019, o Vice-Presidente da República,  Bornito de Sousa, visitou a referida ilha, onde lhe foi manifestado interesses de cooperação.

Segundo Jessica Hand, já existe diálogo entre Angola e Santa Helena, sem a participação directa do Reino Unido, nos sectores da aviação civil, comércio e o desenvolvimento do turismo.

A diplomata, que participava do programa "Grande Entrevista" da Televisão Pública de Angola (TPA), reconheceu que, neste momento, a imagem de Angola está a mudar para melhor e consequentemente a sua reputação também em todo mundo.

Jessica Hand considerou "muito importante", para o novo ambiente de negócios em Angola, as parcerias com o Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BM) e a luta contra a corrupção em curso no país.

Angola e o Reino Unido assinaram,  em 1986,  um acordo geral de cooperação e, em 2019, rubricaram um Memorando de Entendimento e de Concertação Política.

Na perspectiva de Jessica Hand, a responsabilidade de impulsionar as relações bilaterais é de ambos os países,  criando condições políticas e económicas mais simples.

Reconheceu que desde 1990  até hoje a Grã Bretanha investiu em Angola apenas cerca de USD 300 milhões.

No entanto,  explicou que esses números se devem à pouca comunicação entre os dois países,  sublinhando que com a criação da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) de Angola as coisas tendem a mudar.

Como exemplo indicou o sector mineiro como uma das áreas em que empresas britânicas já começaram a fazerem estudos de prospecção com resultados muito animadores.

“A agricultura é outro sector que o Reino Unido pretende apostar, tendo em conta a sua experiência, onde se destacam os métodos de cultivos sustentáveis com matéria orgânica e sem fertilizantes químicos.

Commonweath

Jessica Hand anunciou que Angola já formalizou a sua entrada na Commonweath, estando agendada uma visita de constatação do secretariado da organização ao país, condicionada pelos efeitos da Covid-19.

Na sua opinião, Angola deve pedir apoio dos Estados da Commonweath para compreender os padrões comuns e os processos específicos da comunidade.

"Angola tem de falar e manter intercâmbio com os países membros,  porque a decisão final é de todos se aceitam ou não um novo parceiro", esclareceu.

Explicou que a Commonweath tem padrões específicos sobre democracia,  direitos humanos,  liberdade de imprensa e os princípios que são precisos observar.

Santa Helena

A ilha de Santa Helena é um território pertencente à Coroa Britânica, que dista a pouco mais de 200 milhas da costa angolana.

Em 2019, o Vice-Presidente da República,  Bornito de Sousa, visitou a referida ilha, onde lhe foi manifestado interesses de cooperação.

Segundo Jessica Hand, já existe diálogo entre Angola e Santa Helena, sem a participação directa do Reino Unido, nos sectores da aviação civil, comércio e o desenvolvimento do turismo.