Especialistas do Minint abordam gestão humanitária das fronteiras

  • Participantes do seminário sobre a gestão humanitária das fronteiras
Ondjiva – Quadros do Ministério do Interior (MININT) na província do Cunene participam, desde hoje, terça-feira, na cidade de Ondjiva, numa formação em matéria de gestão humanitária das fronteiras, para o reforço da segurança e combate à imigração ilegal.

A acção formativa, de dois dias, é dirigida aos especialistas dos Serviços de Migração e Estrangeiro (SME) e Polícia da Guarda Fronteira, numa promoção do Ministério do Interior em parceria com Organização Internacional das Migrações (OIM).

O evento está a abordar temas ligados ao conceito da gestão humanitária de fronteira, a diferença entre entrevista e interrogatório, identificar possíveis casos de tráfico de seres humanos, contrabandos e tipos de imigrantes.

Na abertura, o director provincial do SME do Cunene, subcomissário de migração Silvestre Cassinda, disse que as matérias ministradas são indispensáveis para a definição da estratégia de operacionalização e sustentação dos processos do planeamento migratório.

Explicou que os mecanismos de gestão de fronteira e análise dos seus impactos na protecção humanitária de refugiados e imigrantes contribuem para o seu controlo, em prol dos conceitos de justiça, segurança,  liberdade e valores universais.

No seu entender, uma gestão adequada dos fluxos migratórios implica garantir o tratamento justo aos estrangeiros que residem legalmente no país, aperfeiçoar a conduta de combate à imigração ilegal e  tráfico de seres humanos.

Silvestre Cassinda afirmou as forças destacadas nas fronteiras desempenham um papel fundamental na assistência humanitária adequada e protecção dos direitos humanos dos imigrantes.

Cunene partilha uma fronteira de 460 quilómetros com a República da Namíbia, 340 dos quais são terrestres e 120 fluviais.

 

A acção formativa, de dois dias, é dirigida aos especialistas dos Serviços de Migração e Estrangeiro (SME) e Polícia da Guarda Fronteira, numa promoção do Ministério do Interior em parceria com Organização Internacional das Migrações (OIM).

O evento está a abordar temas ligados ao conceito da gestão humanitária de fronteira, a diferença entre entrevista e interrogatório, identificar possíveis casos de tráfico de seres humanos, contrabandos e tipos de imigrantes.

Na abertura, o director provincial do SME do Cunene, subcomissário de migração Silvestre Cassinda, disse que as matérias ministradas são indispensáveis para a definição da estratégia de operacionalização e sustentação dos processos do planeamento migratório.

Explicou que os mecanismos de gestão de fronteira e análise dos seus impactos na protecção humanitária de refugiados e imigrantes contribuem para o seu controlo, em prol dos conceitos de justiça, segurança,  liberdade e valores universais.

No seu entender, uma gestão adequada dos fluxos migratórios implica garantir o tratamento justo aos estrangeiros que residem legalmente no país, aperfeiçoar a conduta de combate à imigração ilegal e  tráfico de seres humanos.

Silvestre Cassinda afirmou as forças destacadas nas fronteiras desempenham um papel fundamental na assistência humanitária adequada e protecção dos direitos humanos dos imigrantes.

Cunene partilha uma fronteira de 460 quilómetros com a República da Namíbia, 340 dos quais são terrestres e 120 fluviais.