Estadistas avaliam situação da SADC

  • Ministro do Interior, Eugénio Laborinho, na abertura da Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e Governo da SADC em Maputo
Maputo (Dos enviados especiais) - Os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) participam desde esta quarta-feira, em Maputo, Moçambique, numa Cimeira extraordinária que analisa questões políticas, socioeconómicas, de segurança e paz na região.

Sob o lema “SADC: 40 anos construindo paz e segurança e promovendo resiliência face aos desafios globais”, o evento conta com a participação de uma delegação angolana chefiada pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, em representação do Presidente da República, João Lourenço.

Dentre as 20 propostas de agenda, consta a abordagem sobre o grau de implementação das decisões do Conselho de Ministros da organização, um informe sobre a situação da pandemia da Covid-19 na região e o Plano de Implementação de Desenvolvimento Estratégico Indicativo Regional Revisto 2020-2030.

A discussão sobre a operacionalização do Centro de Operações Humanitárias e de Emergência da SADC, do Centro para as Energias Renováveis e Eficiência Energética, da segurança alimentar e da precipitação durante a campanha agrícola de 2020-2021, são outros pontos da agenda.

Consta igualmente a discussão sobre progresso no combate ao VIH/SIDA, o mecanismo de diálogo entre a SADC e o sector privado, a questão financeira sobre a criação do Comité de Tecnologia de Informação e Comunicação da região.

A situação das mulheres em cargos políticos e de tomada de decisões e o progresso rumo à paridade de género no secretariado da SADC, bem como o programa do órgão sobre cultura fazem igualmente parte do programa de trabalhos

Ao discursar na sessão de abertura da Cimeira, o Presidente em exercício da SADC, Filipe Nyusi, considerou “ameaça global” as acções de terrorismo na região.

Filipe Nyusi afirmou que, para derrotar o terrorismo, “os estados membros da organização devem aprofundar o seu conhecimento na perspectiva de erradicá-lo em toda região”.

Sublinhou que a expectativa da Cimeira é analisar a resposta e apoio regional da SADC na luta contra o terrorismo que assola o distrito da província de Cabo Delgado, em Moçambique.

“Temos garantias no sucesso do combate a esse flagelo para salvaguarda  dos nossos direitos culturais e socioeconómicos em defesa das nossas soberanias”, afirmou o também Chefe de Estado de Moçambique.

Terrorismo

Terça-feira, a presidente do Conselho de Ministros da SADC, Verónica Nataniel Dlovo, defendeu a conjugação de esforços para estancar o terrorismo e outras ameaças que põem em causa o desenvolvimento da região.

Ao discursar na abertura da reunião preparatória da Cimeira, a também ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique pediu uma reflexão sobre este fenómeno, para viabilizar a integração regional e o bem colectivo.

A presidente do CM da SADC vincou que o combate ao terrorismo e aos efeitos das mudanças climáticas e outros fenómenos exige um elevado sentido de solidariedade e irmandade, bandeira, segundo a responsável, que sempre caracterizou a organização.

A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral é uma organização regional de integração e cooperação económica dos seus Estados membros e foi criada a 17 de Agosto de 1992.

Visa a promoção do crescimento e desenvolvimento económico, a redução da pobreza, o aumento da qualidade de vida da população, a paz e a segurança, o desenvolvimento sustentável, o reforço e consolidação das afinidades culturais, históricas e sociais da região, entre outros.

Fazem parte da organização Angola, África do Sul, Botswana, Comores, Eswatini (ex-Swazilândia), Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seychelles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.

Sob o lema “SADC: 40 anos construindo paz e segurança e promovendo resiliência face aos desafios globais”, o evento conta com a participação de uma delegação angolana chefiada pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, em representação do Presidente da República, João Lourenço.

Dentre as 20 propostas de agenda, consta a abordagem sobre o grau de implementação das decisões do Conselho de Ministros da organização, um informe sobre a situação da pandemia da Covid-19 na região e o Plano de Implementação de Desenvolvimento Estratégico Indicativo Regional Revisto 2020-2030.

A discussão sobre a operacionalização do Centro de Operações Humanitárias e de Emergência da SADC, do Centro para as Energias Renováveis e Eficiência Energética, da segurança alimentar e da precipitação durante a campanha agrícola de 2020-2021, são outros pontos da agenda.

Consta igualmente a discussão sobre progresso no combate ao VIH/SIDA, o mecanismo de diálogo entre a SADC e o sector privado, a questão financeira sobre a criação do Comité de Tecnologia de Informação e Comunicação da região.

A situação das mulheres em cargos políticos e de tomada de decisões e o progresso rumo à paridade de género no secretariado da SADC, bem como o programa do órgão sobre cultura fazem igualmente parte do programa de trabalhos

Ao discursar na sessão de abertura da Cimeira, o Presidente em exercício da SADC, Filipe Nyusi, considerou “ameaça global” as acções de terrorismo na região.

Filipe Nyusi afirmou que, para derrotar o terrorismo, “os estados membros da organização devem aprofundar o seu conhecimento na perspectiva de erradicá-lo em toda região”.

Sublinhou que a expectativa da Cimeira é analisar a resposta e apoio regional da SADC na luta contra o terrorismo que assola o distrito da província de Cabo Delgado, em Moçambique.

“Temos garantias no sucesso do combate a esse flagelo para salvaguarda  dos nossos direitos culturais e socioeconómicos em defesa das nossas soberanias”, afirmou o também Chefe de Estado de Moçambique.

Terrorismo

Terça-feira, a presidente do Conselho de Ministros da SADC, Verónica Nataniel Dlovo, defendeu a conjugação de esforços para estancar o terrorismo e outras ameaças que põem em causa o desenvolvimento da região.

Ao discursar na abertura da reunião preparatória da Cimeira, a também ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique pediu uma reflexão sobre este fenómeno, para viabilizar a integração regional e o bem colectivo.

A presidente do CM da SADC vincou que o combate ao terrorismo e aos efeitos das mudanças climáticas e outros fenómenos exige um elevado sentido de solidariedade e irmandade, bandeira, segundo a responsável, que sempre caracterizou a organização.

A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral é uma organização regional de integração e cooperação económica dos seus Estados membros e foi criada a 17 de Agosto de 1992.

Visa a promoção do crescimento e desenvolvimento económico, a redução da pobreza, o aumento da qualidade de vida da população, a paz e a segurança, o desenvolvimento sustentável, o reforço e consolidação das afinidades culturais, históricas e sociais da região, entre outros.

Fazem parte da organização Angola, África do Sul, Botswana, Comores, Eswatini (ex-Swazilândia), Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seychelles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.