Familiares de dirigentes da UNITA identificam ossadas  

  • Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz
Luanda - Familiares de quatro antigos dirigentes da UNITA, falecidos no conflito pós-eleitoral de 1992, procederam, esta quinta-feira, em Luanda, a identificação das respectivas ossadas.

No acto, os familiares de Jeremias Kalandula Chitunda, Elias Salupeto Pena, Adolosi Paulo Mango Alicerces e Eliseu Chimbili realizaram, igualmente, os exames de DNA.

Em declarações à imprensa, o coordenador da Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos, Francisco Queiroz, afirmou que este acto é o cumprimento de um programa estabelecido para dar passos subsequentes ao pedido de desculpas públicas e perdão do Estado Angolano.   

No último dia 26 de Maio, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, pediu desculpas públicas e perdão pelas execuções sumárias ocorridas a 27 de  Maio de 1977, bem como das mortes registadas em conflitos posteriores até 4 de Abril de 2002.

De acordo com o ministro Francisco Queiroz, o processo de identificação dos corpos ocorre em dois momentos, sendo o primeiro o reconhecimento visual, seguido dos exames de DNA, para o qual são recolhidas amostras de sangue e de saliva dos familiares.

Na ocasião, informou que o resultado dos testes de DNA poderão ser anunciados dentro de 15 a 30 dias, altura em que o Executivo irá entregar as ossadas, em caixões, a fim de se realizar os funerais das vítimas, pelos seus ente-queridos, em local a designar pelos mesmos.     

"Uma vez que estamos em presença de restos mortais que já sofreram uma decomposição muito grande, cerca de 30 anos, a recolha da amostra obedece a um procedimento minucioso que leva o seu tempo", explicou.

Familiares aplaudem medida

Em declarações à imprensa, o general Esteves Issac Pena, irmão de Salupeto Pena, disse que a acção constitui mais um passo para a consolidação da paz e reconciliação nacional.  "Este é um acto de comprometimento para a construção de uma paz duradoira", expressou.

Apelou, por outro lado, à colaboração de todos os cidadãos que perderam ente–queridos nos conflitos ocorridos no país, visando o êxito do processo, tendo enaltecido a iniciativa do Presidente da República de  entregar as ossadas de membros da UNITA falecidos em 1992 e de outras vítimas de conflitos políticos.

No acto, os familiares de Jeremias Kalandula Chitunda, Elias Salupeto Pena, Adolosi Paulo Mango Alicerces e Eliseu Chimbili realizaram, igualmente, os exames de DNA.

Em declarações à imprensa, o coordenador da Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos, Francisco Queiroz, afirmou que este acto é o cumprimento de um programa estabelecido para dar passos subsequentes ao pedido de desculpas públicas e perdão do Estado Angolano.   

No último dia 26 de Maio, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, pediu desculpas públicas e perdão pelas execuções sumárias ocorridas a 27 de  Maio de 1977, bem como das mortes registadas em conflitos posteriores até 4 de Abril de 2002.

De acordo com o ministro Francisco Queiroz, o processo de identificação dos corpos ocorre em dois momentos, sendo o primeiro o reconhecimento visual, seguido dos exames de DNA, para o qual são recolhidas amostras de sangue e de saliva dos familiares.

Na ocasião, informou que o resultado dos testes de DNA poderão ser anunciados dentro de 15 a 30 dias, altura em que o Executivo irá entregar as ossadas, em caixões, a fim de se realizar os funerais das vítimas, pelos seus ente-queridos, em local a designar pelos mesmos.     

"Uma vez que estamos em presença de restos mortais que já sofreram uma decomposição muito grande, cerca de 30 anos, a recolha da amostra obedece a um procedimento minucioso que leva o seu tempo", explicou.

Familiares aplaudem medida

Em declarações à imprensa, o general Esteves Issac Pena, irmão de Salupeto Pena, disse que a acção constitui mais um passo para a consolidação da paz e reconciliação nacional.  "Este é um acto de comprometimento para a construção de uma paz duradoira", expressou.

Apelou, por outro lado, à colaboração de todos os cidadãos que perderam ente–queridos nos conflitos ocorridos no país, visando o êxito do processo, tendo enaltecido a iniciativa do Presidente da República de  entregar as ossadas de membros da UNITA falecidos em 1992 e de outras vítimas de conflitos políticos.