Lucas Ngonda reprova protectorado Lunda Tchokwe

  • Lucas Ngonda,  Presidente do partido político " FNLA"
Luanda - O presidente da FNLA, Lucas Ngonda, deplorou esta sexta-feira a existência de um protectorado Lunda Tchokwe com objectivo independentista, por ser "contra o espírito de unidade" que norteou as independências dos países africanos.

O político, que considerou “ideia de demónios” a existência de um protectorado Lunda Tchokwe, lembrou que o espírito das independências dos países africanos estabelece o respeito pelas fronteiras herdadas da colonização.

No entender do presidente da FNLA, a violação dessas fronteiras potencia confrontos intermináveis, acredtiando haver interesses inconfessos por trás deste movimento.

No lançamento do programa político da FNLA para 2021, Lucas Ngonda considerou “feio” o aproveitamento de alguns partidos ao incidente de 30 de Janeiro deste ano, em Cafunfo, de que resultou seis mortos, de acordo com dados oficiais.

Disse não ter havido uma manifestação em Cafunfo, mas uma tentativa de ataque à unidade policial para recuperar 63 pedras de diamantes que haviam sido apreendidas dias antes.

Para o político, o Estado pode evitar situações do género legalizando a exploração artesanal, criando na região fábricas de delapidação de diamantes e melhorando as condições sociais das populações.

FNLA promete congresso para este ano

Na mesma cerimónia, o secretário-geral da FNLA, Aguiar António Laurindo, anunciou a realização do V congresso ordinário dessa força política, entre 16 e 19 de Junho próximo, visando preparar o partido para as eleições autárquicas e gerais.

Afirmou que o partido se propõe a intensificar o trabalho organizativo a nível dos municípios e apoiar as iniciativas que contribuam para a divulgação dos ideais e programas da organização.

A este respeito, o presidente da FNLA anseia a recuperação da mística que o partido foi perdendo ao longo dos anos e se fortaleça, para continuar a luta pelo bem-estar do povo angolano.

Fundada em 1954, a FNLA tem um dos 220 deputados na Assembleia Nacional.

O político, que considerou “ideia de demónios” a existência de um protectorado Lunda Tchokwe, lembrou que o espírito das independências dos países africanos estabelece o respeito pelas fronteiras herdadas da colonização.

No entender do presidente da FNLA, a violação dessas fronteiras potencia confrontos intermináveis, acredtiando haver interesses inconfessos por trás deste movimento.

No lançamento do programa político da FNLA para 2021, Lucas Ngonda considerou “feio” o aproveitamento de alguns partidos ao incidente de 30 de Janeiro deste ano, em Cafunfo, de que resultou seis mortos, de acordo com dados oficiais.

Disse não ter havido uma manifestação em Cafunfo, mas uma tentativa de ataque à unidade policial para recuperar 63 pedras de diamantes que haviam sido apreendidas dias antes.

Para o político, o Estado pode evitar situações do género legalizando a exploração artesanal, criando na região fábricas de delapidação de diamantes e melhorando as condições sociais das populações.

FNLA promete congresso para este ano

Na mesma cerimónia, o secretário-geral da FNLA, Aguiar António Laurindo, anunciou a realização do V congresso ordinário dessa força política, entre 16 e 19 de Junho próximo, visando preparar o partido para as eleições autárquicas e gerais.

Afirmou que o partido se propõe a intensificar o trabalho organizativo a nível dos municípios e apoiar as iniciativas que contribuam para a divulgação dos ideais e programas da organização.

A este respeito, o presidente da FNLA anseia a recuperação da mística que o partido foi perdendo ao longo dos anos e se fortaleça, para continuar a luta pelo bem-estar do povo angolano.

Fundada em 1954, a FNLA tem um dos 220 deputados na Assembleia Nacional.