Funcionários do TS em greve

  • Edifício do Palácio da Justiça
Luanda - Os funcionários do Tribunal Supremo (TS) iniciaram nesta quinta-feira e até ao dia 24 do corrente mês, uma greve geral, para exigir melhores condições de trabalho.

A paralisação dos trabalhos, desde as 07h00 da manhã, poderá ter uma adesão de 80 por cento dos técnicos, conforme o coordenador da comissão sindical do órgão, Domingos Feca. 

A convocação da greve decorre da falta de acordo nas negociações entre os funcionários do TS e a entidade empregadora, de acordo com um comunicado da Assembleia de Funcionários do Tribunal Supremo, chegado à Angop. 

A nota explica que a paralisação será extensiva a todos os oficiais de justiça, funcionários administrativos e do quadro eventual.

Segundo o documento, a greve visa exigir "a equiparação do salário-base, subsídios e regalias dos juízes-conselheiros e demais funcionários do Tribunal Supremo às do Tribunal Constitucional, pagamento do subídio de saúde e alimentação, progresso na carreira e formação".

Na nota, refere-se que a segurança e manutenção de equipamentos e instalações durante a greve "serão assegurados pelos funcionários, por meio dos piquetes de greve".

Em declarações à imprensa, o coordenador da comissão sindical, Domingos Feca, afirmou que os técnicos têm reclamado, desde 2014, a equiparação dos seus salários aos dos trabalhadores dos tribunais superiores. 

Afirmou que os técnicos do TS têm um salário igual ao dos funcionários dos tribunais provinciais, o que para si é um "paradoxo". 

"Os funcionários do Tribunal Supremo são os que mais trabalham entre os funcionários dos tribunais superiores, mas são os que menos ganham", afirmou, sublinhando haver no TS juízes conselheiros com quase 400 processos. 
 

A paralisação dos trabalhos, desde as 07h00 da manhã, poderá ter uma adesão de 80 por cento dos técnicos, conforme o coordenador da comissão sindical do órgão, Domingos Feca. 

A convocação da greve decorre da falta de acordo nas negociações entre os funcionários do TS e a entidade empregadora, de acordo com um comunicado da Assembleia de Funcionários do Tribunal Supremo, chegado à Angop. 

A nota explica que a paralisação será extensiva a todos os oficiais de justiça, funcionários administrativos e do quadro eventual.

Segundo o documento, a greve visa exigir "a equiparação do salário-base, subsídios e regalias dos juízes-conselheiros e demais funcionários do Tribunal Supremo às do Tribunal Constitucional, pagamento do subídio de saúde e alimentação, progresso na carreira e formação".

Na nota, refere-se que a segurança e manutenção de equipamentos e instalações durante a greve "serão assegurados pelos funcionários, por meio dos piquetes de greve".

Em declarações à imprensa, o coordenador da comissão sindical, Domingos Feca, afirmou que os técnicos têm reclamado, desde 2014, a equiparação dos seus salários aos dos trabalhadores dos tribunais superiores. 

Afirmou que os técnicos do TS têm um salário igual ao dos funcionários dos tribunais provinciais, o que para si é um "paradoxo". 

"Os funcionários do Tribunal Supremo são os que mais trabalham entre os funcionários dos tribunais superiores, mas são os que menos ganham", afirmou, sublinhando haver no TS juízes conselheiros com quase 400 processos.