Governo aposta na liberdade de imprensa

  • Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem (arquivo)
Luanda - O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, afirmou, esta quinta-feira, que o Governo está engajado na construção de um país onde a liberdade de imprensa se constitua num bem para todos.

Ao falar no Parlamento no âmbito do debate sobre o papel da comunicação social, o governante indicou que a liberdade de imprensa deve constituir um bem para que o país continue a trilhar os caminhos do desenvolvimento.

Precisou que a sessão permitiu avaliar o trabalho que tem sido desenvolvido pela comunicação social, na consolidação da paz e da democracia.

No debate, os deputados apelaram para a necessidade da materialização contínua dos pressupostos da liberdade de expressão e de imprensa no país.

"Na verdade, saímos bastante reconfortados pela missão que nos dão, de continuarmos a exercer e cumprir a nossa missão com brio", expressou.

Segundo o ministro, a classe da comunicação social recebeu esse voto de confiança do Parlamento para, efectivamente, continuar a realizar a sua missão com brio.

Em linhas gerais, considerou positivo o papel desempenhado pela comunicação social no país, "mas precisamos melhorar as questões menos positivas referidas ao longo do debate".

Ao falar no Parlamento no âmbito do debate sobre o papel da comunicação social, o governante indicou que a liberdade de imprensa deve constituir um bem para que o país continue a trilhar os caminhos do desenvolvimento.

Precisou que a sessão permitiu avaliar o trabalho que tem sido desenvolvido pela comunicação social, na consolidação da paz e da democracia.

No debate, os deputados apelaram para a necessidade da materialização contínua dos pressupostos da liberdade de expressão e de imprensa no país.

"Na verdade, saímos bastante reconfortados pela missão que nos dão, de continuarmos a exercer e cumprir a nossa missão com brio", expressou.

Segundo o ministro, a classe da comunicação social recebeu esse voto de confiança do Parlamento para, efectivamente, continuar a realizar a sua missão com brio.

Em linhas gerais, considerou positivo o papel desempenhado pela comunicação social no país, "mas precisamos melhorar as questões menos positivas referidas ao longo do debate".