Energia de Laúca interliga Huíla e Namibe

  • Energia
Matala - O Governo angolano perspectiva a interligação das províncias da Huíla e do Namibe ao Sistema Eléctrico de Laúca, avançou, nesta quinta-feira, o ministro de Energia e Águas, João Baptista Borges.     

O projecto começou com a construção do ciclo combinado do Soyo para Luanda e da construção da linha Laúca/Huambo/Bié, sendo que  neste momento trabalha-se para interligar o Huambo e a Huíla, e consequentemente o Namibe.

A extensão da linha de Laúca para o sul do país está orçada em mais de 543 milhões de dólares, a serem financiados pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA).

Numa primeira fase, vai ligar o Huambo e a Huíla, passando pelos municípios de Caála, Caconda, Caluquembe, Cacula e Lubango.

A Huíla e o Namibe vivem sérios problemas de energia eléctrica há mais de 20 anos, sendo que as únicas fontes de geração partilhadas são a Barragem da Matala, a Central Térmica da Arimba (Huíla) e a central do Chitoto (Namibe), com uma produção global de cerca de  60 megawatts, para uma necessidade superior a 500 megawatts.

Ao falar à imprensa, depois da visita de constatação aos projectos em curso no município, o ministro realçou que se está a finalizar o trabalho com o Banco Africano de Desenvolvimento (BDA), para lançar-se o concurso de contratação da empresa responsável pela construção da linha de transporte de alta tensão.

Conforme o ministro, a linha  de transporte a partir do Huambo a poupança de cerca de um milhão de litros de combustível/dia consumidos actualmente pelas centrais térmias da Arimba e do Chitoto.

Sem avançar um horizonte para o arraqnue da obra, o ministro garantiu que está entre os “grandes” desafios do governo angolano para os próximos anos interligar o norte às demais regiões do país, para se reduzir os custos de produção, fornecendo uma energia mais barata aos consumidores.   

“Mas a prioridade é estender de facto a luz eléctrica, escoar essa energia do Médio Kwanza para  oss diferentes pontos  do país, gerar  mais receitas  para os cofres do Estado, mas acima de tudo,  uma energia mais barata para todos e sem restrições”, enfatizou.

 A problemática da produção de energia eléctrica na Huíla é antiga, data de há mais de 20 anos, sendo que a principal fonte é a barragem da Matala com capacidade de 39 megawatts, mas que produz somente 26 devido ao assoreamento da albufeira.

Existe igualmente a central térmica da Arimba (Lubango) e a do Chitoto, no Namibe, província que também recebe energia da Huíla e vice-versa. A eneregia desses canais abastece somente quatro municípios: Lubango, Chibia, Matala e Humpata.

 

O projecto começou com a construção do ciclo combinado do Soyo para Luanda e da construção da linha Laúca/Huambo/Bié, sendo que  neste momento trabalha-se para interligar o Huambo e a Huíla, e consequentemente o Namibe.

A extensão da linha de Laúca para o sul do país está orçada em mais de 543 milhões de dólares, a serem financiados pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA).

Numa primeira fase, vai ligar o Huambo e a Huíla, passando pelos municípios de Caála, Caconda, Caluquembe, Cacula e Lubango.

A Huíla e o Namibe vivem sérios problemas de energia eléctrica há mais de 20 anos, sendo que as únicas fontes de geração partilhadas são a Barragem da Matala, a Central Térmica da Arimba (Huíla) e a central do Chitoto (Namibe), com uma produção global de cerca de  60 megawatts, para uma necessidade superior a 500 megawatts.

Ao falar à imprensa, depois da visita de constatação aos projectos em curso no município, o ministro realçou que se está a finalizar o trabalho com o Banco Africano de Desenvolvimento (BDA), para lançar-se o concurso de contratação da empresa responsável pela construção da linha de transporte de alta tensão.

Conforme o ministro, a linha  de transporte a partir do Huambo a poupança de cerca de um milhão de litros de combustível/dia consumidos actualmente pelas centrais térmias da Arimba e do Chitoto.

Sem avançar um horizonte para o arraqnue da obra, o ministro garantiu que está entre os “grandes” desafios do governo angolano para os próximos anos interligar o norte às demais regiões do país, para se reduzir os custos de produção, fornecendo uma energia mais barata aos consumidores.   

“Mas a prioridade é estender de facto a luz eléctrica, escoar essa energia do Médio Kwanza para  oss diferentes pontos  do país, gerar  mais receitas  para os cofres do Estado, mas acima de tudo,  uma energia mais barata para todos e sem restrições”, enfatizou.

 A problemática da produção de energia eléctrica na Huíla é antiga, data de há mais de 20 anos, sendo que a principal fonte é a barragem da Matala com capacidade de 39 megawatts, mas que produz somente 26 devido ao assoreamento da albufeira.

Existe igualmente a central térmica da Arimba (Lubango) e a do Chitoto, no Namibe, província que também recebe energia da Huíla e vice-versa. A eneregia desses canais abastece somente quatro municípios: Lubango, Chibia, Matala e Humpata.