IGAE regista mais de 58 mil chamadas em 2020

Luanda – A Inspecção Geral da Administração do Estado recebeu em 2020, cinquenta e oito mil 962 chamadas de denúncias, mais 18 mil e 675 em relação a 2019, informou hoje, segunda-feira, o inspector-geral, Sebastião Gunza.

Ao intervir no acto solene comemorativo dos 29 anos da criação do IGAE, assinalado domingo (17), o inspector-geral fez saber que as denúncias válidas incidiram, essencialmente, sobre actos e práticas de corrupção, nomeadamente tráfico de influências, recebimento indevido de vantagens económica -financeira, branqueamento de capitais, participação económica e de negócios, e conflitos de interesse.

Afirmou que em 2020, a IGAE, constatou que a prestação do serviço público, para além de ter sido um elemento decisivo para a melhoria do bem-estar das populações, contribuiu para instaurar, em todo território nacional, um conjunto de valores que reforçam o sentimento de identidade nacional para o combate à corrupção e à impunidade.

“Uma das respostas estratégicas e eficazes à corrupção é a actuação firme, rigorosa, regular e contínua dos órgãos encarregues do controlo interno”, referiu o inspector-geral.

Neste sentido, disse que para o alcance de tais objectivos, o IGAE vai apostar na formação especializada de inspectores em matéria orçamental, financeira, bancária, bem como na aquisição de valências tecnológicas para a administração e inspecção digital.

Para assinalar a data, foi também promovida uma mesa redonda onde foram abordados os temas “ A recuperação de activos “, A função compliance “ e a “Ética na elaboração dos contratos públicos”.

A IGAE criada a 17 de Janeiro de 1992 é o órgão auxiliar do Presidente da República e Titular do Poder Executivo, com a missão de efectivar o controlo interno administrativo da Administração Pública, por via da Inspecção, Fiscalização, Auditoria, Supervisão, Controlo, Sindicância, Averiguações da actividade de todos os órgãos, organismos, serviços da Administração Directa e Indirecta do Estado, bem como das administrações autónoma.

 

Ao intervir no acto solene comemorativo dos 29 anos da criação do IGAE, assinalado domingo (17), o inspector-geral fez saber que as denúncias válidas incidiram, essencialmente, sobre actos e práticas de corrupção, nomeadamente tráfico de influências, recebimento indevido de vantagens económica -financeira, branqueamento de capitais, participação económica e de negócios, e conflitos de interesse.

Afirmou que em 2020, a IGAE, constatou que a prestação do serviço público, para além de ter sido um elemento decisivo para a melhoria do bem-estar das populações, contribuiu para instaurar, em todo território nacional, um conjunto de valores que reforçam o sentimento de identidade nacional para o combate à corrupção e à impunidade.

“Uma das respostas estratégicas e eficazes à corrupção é a actuação firme, rigorosa, regular e contínua dos órgãos encarregues do controlo interno”, referiu o inspector-geral.

Neste sentido, disse que para o alcance de tais objectivos, o IGAE vai apostar na formação especializada de inspectores em matéria orçamental, financeira, bancária, bem como na aquisição de valências tecnológicas para a administração e inspecção digital.

Para assinalar a data, foi também promovida uma mesa redonda onde foram abordados os temas “ A recuperação de activos “, A função compliance “ e a “Ética na elaboração dos contratos públicos”.

A IGAE criada a 17 de Janeiro de 1992 é o órgão auxiliar do Presidente da República e Titular do Poder Executivo, com a missão de efectivar o controlo interno administrativo da Administração Pública, por via da Inspecção, Fiscalização, Auditoria, Supervisão, Controlo, Sindicância, Averiguações da actividade de todos os órgãos, organismos, serviços da Administração Directa e Indirecta do Estado, bem como das administrações autónoma.