INAD remove 335 engenhos não detonados em quatro dias

  • Especialista das FAA em actividade de desminagem
Lubango - Trezentos e 35 engenhos explosivos não detonados, de diverso calibre, foram removidos num terreno da localidade do Mipaco, no Lubango, em quatro dias, pelo Instituto Nacional de Desminagem (INAD) da Huíla.

Os engenhos encontrados naquela localidade da comuna da Arimba, foram localizados após denúncia de populares da zona que nunca registou acidentes com minas. A desminagem foi feita de segunda à quinta-feira.

A informação foi prestada, hoje, sexta-feira, à ANGOP, pelo director do INAD na Huíla, Tomás Calundungo, tendo realçado que o trabalho de remoção é fruto de acções de sensibilização sobre os perigos de minas que têm desenvolvido, sobretudo após os últimos incidentes verificados noutras zonas do município.

Em função dessas acções pedagógicas, segundo ele, a população, na sua maioria crianças, entre os oito aos 12 anos de idade, ajudaram o INAD a identificar o local, onde na segunda-feira foram removidos 14 engenhos e nos dias a seguir outros 321.   

Sublinhou estar a localidade situada próximo à uma unidade militar, actualmente afecta às Forças Armadas Angolanas (FAA), onde alguns engenhos estavam soterrados e outros expostos.

Tomás Calundungo denunciou a existências na localidade de adultos que cobram dinheiro a troco de  ajudar as equipas do INAD e a brigada de engenharia militar a identificar zonas onde supostamente possam ter alguns engenhos explosivos.

Destacou ser preocupante a situação, apesar de ainda não se ter registado incidentes com minas  no Mipaco, a população dedica-se a recolha de sucatas para vender, o que pode resultar em vítimas, tendo em conta a volatididade do local.

Este ano, o Lubango registou dois acidentes com explosivos que vitimaram duas crianças na zona da Quilemba, local que também mereceu uma varredura do INAD.

Os engenhos encontrados naquela localidade da comuna da Arimba, foram localizados após denúncia de populares da zona que nunca registou acidentes com minas. A desminagem foi feita de segunda à quinta-feira.

A informação foi prestada, hoje, sexta-feira, à ANGOP, pelo director do INAD na Huíla, Tomás Calundungo, tendo realçado que o trabalho de remoção é fruto de acções de sensibilização sobre os perigos de minas que têm desenvolvido, sobretudo após os últimos incidentes verificados noutras zonas do município.

Em função dessas acções pedagógicas, segundo ele, a população, na sua maioria crianças, entre os oito aos 12 anos de idade, ajudaram o INAD a identificar o local, onde na segunda-feira foram removidos 14 engenhos e nos dias a seguir outros 321.   

Sublinhou estar a localidade situada próximo à uma unidade militar, actualmente afecta às Forças Armadas Angolanas (FAA), onde alguns engenhos estavam soterrados e outros expostos.

Tomás Calundungo denunciou a existências na localidade de adultos que cobram dinheiro a troco de  ajudar as equipas do INAD e a brigada de engenharia militar a identificar zonas onde supostamente possam ter alguns engenhos explosivos.

Destacou ser preocupante a situação, apesar de ainda não se ter registado incidentes com minas  no Mipaco, a população dedica-se a recolha de sucatas para vender, o que pode resultar em vítimas, tendo em conta a volatididade do local.

Este ano, o Lubango registou dois acidentes com explosivos que vitimaram duas crianças na zona da Quilemba, local que também mereceu uma varredura do INAD.