Ministro de Estado realça surgimento do CISP/Benguela

  • Edifício do CISP em Benguela
Benguela - O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, destacou esta segunda-feira, nesta cidade, a importância do Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Benguela para tranquilidade e bem-estar dos cidadãos.

Ao falar na inauguração do centro afecto à Polícia Nacional, o governante referiu que a infra-estrutura tem múltiplas valências para segurança, com meios modernos à altura dos desafios do país, e, a ser ver, constitui um orgulho para os cidadãos.

Afirmou que “o Executivo está engajado na defesa dos interesses dos cidadãos e da pátria sofrida, assegurando a paz e a tranquilidade pública”.

Considerando ser também este um ganho dos 45 anos da independência nacional, o governante apelou os benguelenses para que cuidem bem do equipamento ora entregue.

Sublinhou que os recursos financeiros estão escassos, daí a necessidade de se rentabilizar ao máximo os investimentos feitos.

Por outro lado, Pedro Sebastião condenou a atitude negativa de muitos cidadãos que ligam de forma abusiva ao terminal 111, concebido para acudir situações anómalas, com informações falsas, situação que, infelizmente, provoca o esbanjamento de recursos que deviam ser usados para segurança e defesa das instituições e da população.

O CISP de Benguela, cuja construção durou três anos, foi erguido num espaço de 2.693 metros quadrados e tem, entre outras, áreas de atendimento e despacho de emergência, sistema de videovigilância, sala de controlo e comando, análise de dados e inteligência, back-up e data center.

É assegurado por mais de 400 efectivos formados em diversas áreas, que doravante irão garantir toda sua operacionalização, oriundos da delegação do Interior, Polícia Nacional, Forças Armadas Angolanas, Protecção Civil e Bombeiros e Emergências Médicas.

A cerimónia de inauguração foi testemunhada, entre outras individualidades, pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, a vice-governadora local, Deolinda Valiangula, e o comandante provincial da polícia, comissário Aristófanes dos Santos.

Estão previstos 18 centros do género a nível do país, além do nacional que está em Luanda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao falar na inauguração do centro afecto à Polícia Nacional, o governante referiu que a infra-estrutura tem múltiplas valências para segurança, com meios modernos à altura dos desafios do país, e, a ser ver, constitui um orgulho para os cidadãos.

Afirmou que “o Executivo está engajado na defesa dos interesses dos cidadãos e da pátria sofrida, assegurando a paz e a tranquilidade pública”.

Considerando ser também este um ganho dos 45 anos da independência nacional, o governante apelou os benguelenses para que cuidem bem do equipamento ora entregue.

Sublinhou que os recursos financeiros estão escassos, daí a necessidade de se rentabilizar ao máximo os investimentos feitos.

Por outro lado, Pedro Sebastião condenou a atitude negativa de muitos cidadãos que ligam de forma abusiva ao terminal 111, concebido para acudir situações anómalas, com informações falsas, situação que, infelizmente, provoca o esbanjamento de recursos que deviam ser usados para segurança e defesa das instituições e da população.

O CISP de Benguela, cuja construção durou três anos, foi erguido num espaço de 2.693 metros quadrados e tem, entre outras, áreas de atendimento e despacho de emergência, sistema de videovigilância, sala de controlo e comando, análise de dados e inteligência, back-up e data center.

É assegurado por mais de 400 efectivos formados em diversas áreas, que doravante irão garantir toda sua operacionalização, oriundos da delegação do Interior, Polícia Nacional, Forças Armadas Angolanas, Protecção Civil e Bombeiros e Emergências Médicas.

A cerimónia de inauguração foi testemunhada, entre outras individualidades, pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, a vice-governadora local, Deolinda Valiangula, e o comandante provincial da polícia, comissário Aristófanes dos Santos.

Estão previstos 18 centros do género a nível do país, além do nacional que está em Luanda.