João Lourenço apela à paz na RCA

  • PR. JOAO LOURENÇO DISCURSA DURANTE A II CIMEIRA DOS PAISES  DA CIRGIL SOBRE A SITUAÇAO POLITICA E DE SEGURANÇA NA RCA
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, apelou nesta terça-feira as forças rebeldes e a oposição civil na República Centro Africana (RCA) a contribuírem para a normalização da situação naquele país.

Ao intervir no encerramento da Mini-cimeira de Chefes de Estado sobre a segurança na República Centro-Africana (RCA), João Lourenço sublinhou a necessidade das forças rebeldes e a oposição civil corresponderem ao gesto de boa vontade do Presidente Faustin Touaderá.

"Estamos agora perante a possibilidade de definir um quadro, no âmbito do qual se deve pôr em acção os mecanismos alcançados com a oposição armada", indicou o também Presidente em Exercício da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL).

No seu discurso, o Presidente angolano adiantou que no quadro dos referidos mecanismos a oposição armada "aceitou abandonar a via da guerra, para participar na materialização de um processo sério de desarmamento, desmobilização, reinserção e reintegração".

O Presidente João Lourenço disse acreditar que estão reunidas as condições para se iniciar uma nova fase de acções de pacificação da RCA, em que o Governo legítimo, liderado pelo Presidente Faustin Touaderá, terá o papel crucial na condução de todos os actos que levem à concretização das disposições estipuladas no acordo de Cartum.

O referido acordo foi rubricado em Fevereiro de 2019, em Cartum (Sudão), entre o Governo da RCA e representantes de 14 grupos armados, que controlam parte do território do país, num entendimento negociado sob a égide da União Africana.

João Lourenço expressou-se convencido que o interesse e o engajamento dos países da região na resolução do conflito na RCA não se vai alterar, tendo em vista a observância dos compromissos assumidos e de sustentabilidade da paz.

O Presidente da República deixou claro que a única motivação que está na base das diligências feitas pelas presidências da CIRGL e da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) é a de contribuir para a resolução definitiva do conflito na RCA.

"A liderança deste processo deve ser assumida pelo próprio país, a RCA. Nós estaremos ao seu lado, para dar todo o apoio necessário, para o sucesso deste desafio que acreditamos estar cada vez mais próximo do seu feliz desfecho", expressou o estadista angolano.

Sublinhou a necessidade de se realizarem diligências junto dos países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, a favor do levantamento definitivo do embargo de armas sobre a RCA.

O evento foi realizado por iniciativa do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, na sua qualidade de Presidente em Exercício da CIRGL.

Para o efeito, deslocaram-se a Luanda os Presidentes da República Centro-Africana, Faustin Touaderá, do Rwanda, Paul Kagame, do Congo, Dennis Sassou Nguesso, e do Conselho Soberano de Transição do Sudão, Abdul Fatah al-Burhan.

Participaram igualmente delegações de alto nível, em representação do Tchad, Camarões e República Democrática do Congo.

Ao intervir no encerramento da Mini-cimeira de Chefes de Estado sobre a segurança na República Centro-Africana (RCA), João Lourenço sublinhou a necessidade das forças rebeldes e a oposição civil corresponderem ao gesto de boa vontade do Presidente Faustin Touaderá.

"Estamos agora perante a possibilidade de definir um quadro, no âmbito do qual se deve pôr em acção os mecanismos alcançados com a oposição armada", indicou o também Presidente em Exercício da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL).

No seu discurso, o Presidente angolano adiantou que no quadro dos referidos mecanismos a oposição armada "aceitou abandonar a via da guerra, para participar na materialização de um processo sério de desarmamento, desmobilização, reinserção e reintegração".

O Presidente João Lourenço disse acreditar que estão reunidas as condições para se iniciar uma nova fase de acções de pacificação da RCA, em que o Governo legítimo, liderado pelo Presidente Faustin Touaderá, terá o papel crucial na condução de todos os actos que levem à concretização das disposições estipuladas no acordo de Cartum.

O referido acordo foi rubricado em Fevereiro de 2019, em Cartum (Sudão), entre o Governo da RCA e representantes de 14 grupos armados, que controlam parte do território do país, num entendimento negociado sob a égide da União Africana.

João Lourenço expressou-se convencido que o interesse e o engajamento dos países da região na resolução do conflito na RCA não se vai alterar, tendo em vista a observância dos compromissos assumidos e de sustentabilidade da paz.

O Presidente da República deixou claro que a única motivação que está na base das diligências feitas pelas presidências da CIRGL e da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) é a de contribuir para a resolução definitiva do conflito na RCA.

"A liderança deste processo deve ser assumida pelo próprio país, a RCA. Nós estaremos ao seu lado, para dar todo o apoio necessário, para o sucesso deste desafio que acreditamos estar cada vez mais próximo do seu feliz desfecho", expressou o estadista angolano.

Sublinhou a necessidade de se realizarem diligências junto dos países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, a favor do levantamento definitivo do embargo de armas sobre a RCA.

O evento foi realizado por iniciativa do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, na sua qualidade de Presidente em Exercício da CIRGL.

Para o efeito, deslocaram-se a Luanda os Presidentes da República Centro-Africana, Faustin Touaderá, do Rwanda, Paul Kagame, do Congo, Dennis Sassou Nguesso, e do Conselho Soberano de Transição do Sudão, Abdul Fatah al-Burhan.

Participaram igualmente delegações de alto nível, em representação do Tchad, Camarões e República Democrática do Congo.