João Lourenço lamenta mortes em Cafunfo

  • Presidente da República, João Lourenço
Luanda - O Presidente angolano, João Lourenço, lamentou hoje a perda de vidas humanas no "acto de rebelião armada", ocorrido em Cafunfo, província da Lunda Norte, 19 anos depois do restabelecimento da paz e da reconciliação nacional em Angola.

Ao intervir na abertura da reunião do Conselho de Ministros, Joõa Lourenço condenou energicamente a acção e desencorajou a prática de actos que atentem contra a segurança e soberania nacional, a Constituição e a lei, tais como a tentativa de divisão e desmembramento do território nacional.

Esse posicionamento do Presidente da República deve-se ao facto de o país ter sido surpreendido, na madrugada de 30 de Janeiro, com um acto de rebelião armada na vila de Cafunfo, Leste do país.

A acção foi protagonizada por um grupo de cidadãos nacionais e estrangeiros que atacaram uma esquadra policial, com diferentes tipos de armas.

O Chefe de Estado angolano sublinhou que a acção choca com a Constituição da República, que no número 6 do artigo 5° estabelece que o território angolano é indivisível, inviolável e inalienável, sendo energicamente combatida qualquer acção de desmembramento ou de separação de suas parcelas.

Criticou, por outro lado, as vozes que condenaram a Polícia Nacional, que frustrou a acção criminosa, e não os actores do atentado contra o Estado angolano.

O Titular do Poder Executivo lamentou o facto de entre as vozes que condenaram a acção da Polícia estarem também as de representantes de partidos políticos com assento parlamentar, cujos deputados juraram cumprir e fazer cumprir a Constituição e a lei.

"Para estas pessoas e organizações, criminosa é a Polícia porque, no seu entender, os que à madrugada atacaram com armas a esquadra policial são pacatos cidadãos que realizavam uma simples manifestação, reivindicando por melhores condições de vida", frisou.

João Lourenço exortou para que se deixe os órgãos do Estado, o Serviço de Investigação Criminal, a Procuradoria-Geral da República e os tribunais apurarem toda a verdade dos factos, a responsabilidade de cada um dos participantes, e se actue nos termos da lei.

Saudação à mulher angolana pelo 2 de Março

Por outro lado, o Presidente da República saudou a mulher angolana, que hoje, 2 de Março, assinala o seu dia nacional, e destacou as conquistas, principalmente em questões atinentes à sua emancipação, igualdade de direitos e de oportunidades.

Ressaltou, também, o facto de as mulheres assumirem grandes responsabilidades na vida política, no aparelho do Estado, assim como  conquistaram lugares de destaque em áreas como o desporto, docência, saúde, gestão empresarial e investigação científica.

"O bom exemplo de mãe, educadora, companheira e trabalhadora é reconhecido e valorizado por toda a sociedade angolana", sublinhou o Presidente João Lourenço.

Ao intervir na abertura da reunião do Conselho de Ministros, Joõa Lourenço condenou energicamente a acção e desencorajou a prática de actos que atentem contra a segurança e soberania nacional, a Constituição e a lei, tais como a tentativa de divisão e desmembramento do território nacional.

Esse posicionamento do Presidente da República deve-se ao facto de o país ter sido surpreendido, na madrugada de 30 de Janeiro, com um acto de rebelião armada na vila de Cafunfo, Leste do país.

A acção foi protagonizada por um grupo de cidadãos nacionais e estrangeiros que atacaram uma esquadra policial, com diferentes tipos de armas.

O Chefe de Estado angolano sublinhou que a acção choca com a Constituição da República, que no número 6 do artigo 5° estabelece que o território angolano é indivisível, inviolável e inalienável, sendo energicamente combatida qualquer acção de desmembramento ou de separação de suas parcelas.

Criticou, por outro lado, as vozes que condenaram a Polícia Nacional, que frustrou a acção criminosa, e não os actores do atentado contra o Estado angolano.

O Titular do Poder Executivo lamentou o facto de entre as vozes que condenaram a acção da Polícia estarem também as de representantes de partidos políticos com assento parlamentar, cujos deputados juraram cumprir e fazer cumprir a Constituição e a lei.

"Para estas pessoas e organizações, criminosa é a Polícia porque, no seu entender, os que à madrugada atacaram com armas a esquadra policial são pacatos cidadãos que realizavam uma simples manifestação, reivindicando por melhores condições de vida", frisou.

João Lourenço exortou para que se deixe os órgãos do Estado, o Serviço de Investigação Criminal, a Procuradoria-Geral da República e os tribunais apurarem toda a verdade dos factos, a responsabilidade de cada um dos participantes, e se actue nos termos da lei.

Saudação à mulher angolana pelo 2 de Março

Por outro lado, o Presidente da República saudou a mulher angolana, que hoje, 2 de Março, assinala o seu dia nacional, e destacou as conquistas, principalmente em questões atinentes à sua emancipação, igualdade de direitos e de oportunidades.

Ressaltou, também, o facto de as mulheres assumirem grandes responsabilidades na vida política, no aparelho do Estado, assim como  conquistaram lugares de destaque em áreas como o desporto, docência, saúde, gestão empresarial e investigação científica.

"O bom exemplo de mãe, educadora, companheira e trabalhadora é reconhecido e valorizado por toda a sociedade angolana", sublinhou o Presidente João Lourenço.