Jornada de João Lourenço encerra com encontros de negócios

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Ankara (dos enviados especiais) – O Presidente da República, João Lourenço, encerrou quarta-feira o programa oficial da sua primeira visita de Estado à Turquia, marcado pela assinatura de dez instrumentos jurídicos e por uma série de encontros de negócios.

O derradeiro dia da jornada do Chefe de Estado angolano, que deixa a capital deste país na quinta-feira (29), ficou marcado pela participação no Fórum Empresarial Angola-Turquia, evento em que destacou as potencialidades económicas de Angola e solicitou o investimento turco.

Ao intervir no fórum, que reuniu vários homens de negócios dos dois Estados, João Lourenço afirmou que Angola pretende fortalecer as relações económicas, financeiras e empresariais com a Turquia, para estabelecer as bases de uma cooperação estratégica.

Ante o olhar de dezenas de empresários locais, o Chefe de Estado disse pretender atrair para o país mais investidores, que tragam capital financeiro, tecnologia avançada e conhecimento, a fim de se aumentar, com rapidez e eficiência, a produção de bens e serviços.

João Lourenço falou das vantagens reais de se investir em Angola, das principais áreas em que se   pode contar com o investimento privado da Turquia, e do que os angolanos pretendem, de facto, nesta parceria estratégica com os turcos, deixando o convite para investirem no país.

A mensagem do Chefe de Estado angolano teve acolhimento do sector empresarial da Turquia, que se diz pronto para levar conhecimento técnico, tecnológico e fomentar o emprego em Angola, como, de resto, afirmou o empresário Ahmet Calik, da empresa Calik Holding.

Em declarações à imprensa angolana, à saída de uma audiência com João Lourenço, disse que os dois Estados viveram um dia histórico nas suas relações de cooperação bilateral, tendo em conta os resultados do fórum.

"Num encontro a dois, o Presidente pediu-nos que reforçássemos as relações e o contacto com a AIPEX e em resposta a isso, vamos manter reuniões virtuais em Outubro próximo, para termos novidades", disse, afirmando que quer investir em Angola em vários domínios.

Disse que a sua empresa opera em vários sectores, como o mineiro, a construção, banca, têxtil entre outros, mas quer investir no sector da energia, mineiro e petroquímico.

Adiantou que o seu grupo empresarial estima um investimento em Angola de 1,5 a 2 mil milhões de USD, sublinhando que, mais do que gerar empregos, um dos seus desafios passa por formar os jovens angolanos. "É uma política nossa nacionalizar a nossa presença na Turquia", disse.

"O Presidente motivou-nos a ir para Angola e nós estamos. Amanhã (quinta-feira) vamos reunir com a direcção da empresa, para ver os próximos passos que vamos em Angola e mais uma vez agradeço ao Presidente por esse encontro", sublinhou.

Na essência, o Presidente angolano concedeu sete audiências a homens de negócios da Turquia, que assumiram o compromisso de irem para Angola fazer investimentos.

A respeito dessa primeira visita de um Chefe de Estado angolano à Turquia, o ministro das Relações Exteriores, Tete António, disse que a mesma produziu resultados concretos e abre um novo ciclo na cooperação bilateral, que poderá consolidar-se com a visita do Presidente turco a Angola.

A deslocação do estadista, a convite do seu homólogo angolano, está marcada para Outubro.

"Esta visita a Angola também é uma expressão da consideração que este país dá a Angola e da relação que estamos a começar a consolidar", expressou o ministro das Relações Exteriores.

Quanto ao Fórum Económico, o ministro das Relações do Exeriores disse que vai ajudar na relação da cooperação económica entre os dois Estados, sublinhando que é uma nova página aberta nesta parceria.

"É uma nova página que se abre, sai com resultados concretos", disse.

Entretanto, na última terça-feira, o Presidente da República, João Lourenço, afirmou, em conferência de imprensa, que a sua visita de trabalho foi bastante importante, ou seja, um sucesso.

O estadista disse que aproveitou passar em revista o estado de cooperação bilateral durante o encontro em privado com o seu homólogo e durante as conversações oficiais das duas delegações, tendo concluído a necessidade de aumentar consideravelmente o estado da cooperação.

"Daí a razão destes cerca de 10 instrumentos que acabamos de assinar, aqui na vossa presença, porque o Acordo de Protecção Recíproca de Investimentos, o dos serviços aéreos que vai ligar as duas capitais – Luanda e Ankara, e outros acordos que foram aqui assinados vao proteger, quer os investidores privados, quer os investidores turcos, quer, tambem, os angolanos na Turquia", explicou o Chefe de Estado.

João Lourenço reafirmou que o investimento privado turco é bem-vindo a Angola, em todas as áreas do sector da economia onde se entender haver viabilidade económica, na modalidade de investimento privado, ou em parcerias público-privadas ou na execução de empreitadas públicas de infra-estruturas contratadas pelo Estado, cobertas pela linha de financiamento governo solicitada ao Presidente Recep Tayyip Erdoğan.

Disse ser intenção mútua recuperar o tempo perdido e procurar, com essa visita em diante, fazer das relações dos dois Estados algo substancial, que venha a beneficiar, efectivamente, as duas economias e os dois povos.

"Nossa determinação é de tal ordem que o Presidente Erdogan vai retribuir essa minha visita à Turquia já dentro de muito pouco espaço de tempo, no próximo mês de Outubro", concluiu.

O derradeiro dia da jornada do Chefe de Estado angolano, que deixa a capital deste país na quinta-feira (29), ficou marcado pela participação no Fórum Empresarial Angola-Turquia, evento em que destacou as potencialidades económicas de Angola e solicitou o investimento turco.

Ao intervir no fórum, que reuniu vários homens de negócios dos dois Estados, João Lourenço afirmou que Angola pretende fortalecer as relações económicas, financeiras e empresariais com a Turquia, para estabelecer as bases de uma cooperação estratégica.

Ante o olhar de dezenas de empresários locais, o Chefe de Estado disse pretender atrair para o país mais investidores, que tragam capital financeiro, tecnologia avançada e conhecimento, a fim de se aumentar, com rapidez e eficiência, a produção de bens e serviços.

João Lourenço falou das vantagens reais de se investir em Angola, das principais áreas em que se   pode contar com o investimento privado da Turquia, e do que os angolanos pretendem, de facto, nesta parceria estratégica com os turcos, deixando o convite para investirem no país.

A mensagem do Chefe de Estado angolano teve acolhimento do sector empresarial da Turquia, que se diz pronto para levar conhecimento técnico, tecnológico e fomentar o emprego em Angola, como, de resto, afirmou o empresário Ahmet Calik, da empresa Calik Holding.

Em declarações à imprensa angolana, à saída de uma audiência com João Lourenço, disse que os dois Estados viveram um dia histórico nas suas relações de cooperação bilateral, tendo em conta os resultados do fórum.

"Num encontro a dois, o Presidente pediu-nos que reforçássemos as relações e o contacto com a AIPEX e em resposta a isso, vamos manter reuniões virtuais em Outubro próximo, para termos novidades", disse, afirmando que quer investir em Angola em vários domínios.

Disse que a sua empresa opera em vários sectores, como o mineiro, a construção, banca, têxtil entre outros, mas quer investir no sector da energia, mineiro e petroquímico.

Adiantou que o seu grupo empresarial estima um investimento em Angola de 1,5 a 2 mil milhões de USD, sublinhando que, mais do que gerar empregos, um dos seus desafios passa por formar os jovens angolanos. "É uma política nossa nacionalizar a nossa presença na Turquia", disse.

"O Presidente motivou-nos a ir para Angola e nós estamos. Amanhã (quinta-feira) vamos reunir com a direcção da empresa, para ver os próximos passos que vamos em Angola e mais uma vez agradeço ao Presidente por esse encontro", sublinhou.

Na essência, o Presidente angolano concedeu sete audiências a homens de negócios da Turquia, que assumiram o compromisso de irem para Angola fazer investimentos.

A respeito dessa primeira visita de um Chefe de Estado angolano à Turquia, o ministro das Relações Exteriores, Tete António, disse que a mesma produziu resultados concretos e abre um novo ciclo na cooperação bilateral, que poderá consolidar-se com a visita do Presidente turco a Angola.

A deslocação do estadista, a convite do seu homólogo angolano, está marcada para Outubro.

"Esta visita a Angola também é uma expressão da consideração que este país dá a Angola e da relação que estamos a começar a consolidar", expressou o ministro das Relações Exteriores.

Quanto ao Fórum Económico, o ministro das Relações do Exeriores disse que vai ajudar na relação da cooperação económica entre os dois Estados, sublinhando que é uma nova página aberta nesta parceria.

"É uma nova página que se abre, sai com resultados concretos", disse.

Entretanto, na última terça-feira, o Presidente da República, João Lourenço, afirmou, em conferência de imprensa, que a sua visita de trabalho foi bastante importante, ou seja, um sucesso.

O estadista disse que aproveitou passar em revista o estado de cooperação bilateral durante o encontro em privado com o seu homólogo e durante as conversações oficiais das duas delegações, tendo concluído a necessidade de aumentar consideravelmente o estado da cooperação.

"Daí a razão destes cerca de 10 instrumentos que acabamos de assinar, aqui na vossa presença, porque o Acordo de Protecção Recíproca de Investimentos, o dos serviços aéreos que vai ligar as duas capitais – Luanda e Ankara, e outros acordos que foram aqui assinados vao proteger, quer os investidores privados, quer os investidores turcos, quer, tambem, os angolanos na Turquia", explicou o Chefe de Estado.

João Lourenço reafirmou que o investimento privado turco é bem-vindo a Angola, em todas as áreas do sector da economia onde se entender haver viabilidade económica, na modalidade de investimento privado, ou em parcerias público-privadas ou na execução de empreitadas públicas de infra-estruturas contratadas pelo Estado, cobertas pela linha de financiamento governo solicitada ao Presidente Recep Tayyip Erdoğan.

Disse ser intenção mútua recuperar o tempo perdido e procurar, com essa visita em diante, fazer das relações dos dois Estados algo substancial, que venha a beneficiar, efectivamente, as duas economias e os dois povos.

"Nossa determinação é de tal ordem que o Presidente Erdogan vai retribuir essa minha visita à Turquia já dentro de muito pouco espaço de tempo, no próximo mês de Outubro", concluiu.