Jovens apelam à adesão ao registo eleitoral oficioso

Luanda - Oito organizações juvenis de partidos políticos com assento parlamentar e da sociedade civil apelaram esta quinta-feira, em Luanda, à adesão massiva dos jovens aos postos de registo oficioso.

Numa declaração conjunta, lida em conferência de imprensa pelo secretário-geral da Juventude Revolucionária de Angola, Agostinho Camuanga, sustentam que a participação dos jovens no processo visa habilita-los ao voto, passo que consideram indispensável para se melhorar a "situação do país".

O processo de registo eleitoral oficioso decorre desde esta quinta-feira, em todo o território, no quadro da preparação das eleições gerais previstas para 2022.

Nesta primeira fase, o processo é abrangente apenas para os cidadãos angolanos residentes em Angola, devendo os outros radicados na diáspora fazê-lo a partir de Janeiro de 2021.

Na conferência de imprensa, apelaram, por outro lado, ao patriotismo e cidadania de todos, e a contínua conjugação de esforços para a construção de um futuro melhor.

Os líderes juvenis mostram-se, por outro lado, preocupados com o anúncio da pretensão do Executivo de fazer nova divisão político-administrativa no país, que pode culminar com o surgimento de mais cinco províncias em Angola.

Advogaram a realização de eleições justas e transparentes, de forma a manter-se a salvaguarda das conquistas já alcançadas.

 

Subida de propinas   

 

De igual modo, manifestam preocupação face à subida vertiginosa dos preços das propinas e emolumentos nas instituições de ensino, com ênfase no ensino superior.

A conferência de imprensa foi convocada pela JURA, JPA, JURS, JFNLA, MEA, Movimento Hip Hop – III Divisão, UPA- União dos Povos de Angola, Sociedade Civil Contestatária e a ANATA ( Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola).

Numa declaração conjunta, lida em conferência de imprensa pelo secretário-geral da Juventude Revolucionária de Angola, Agostinho Camuanga, sustentam que a participação dos jovens no processo visa habilita-los ao voto, passo que consideram indispensável para se melhorar a "situação do país".

O processo de registo eleitoral oficioso decorre desde esta quinta-feira, em todo o território, no quadro da preparação das eleições gerais previstas para 2022.

Nesta primeira fase, o processo é abrangente apenas para os cidadãos angolanos residentes em Angola, devendo os outros radicados na diáspora fazê-lo a partir de Janeiro de 2021.

Na conferência de imprensa, apelaram, por outro lado, ao patriotismo e cidadania de todos, e a contínua conjugação de esforços para a construção de um futuro melhor.

Os líderes juvenis mostram-se, por outro lado, preocupados com o anúncio da pretensão do Executivo de fazer nova divisão político-administrativa no país, que pode culminar com o surgimento de mais cinco províncias em Angola.

Advogaram a realização de eleições justas e transparentes, de forma a manter-se a salvaguarda das conquistas já alcançadas.

 

Subida de propinas   

 

De igual modo, manifestam preocupação face à subida vertiginosa dos preços das propinas e emolumentos nas instituições de ensino, com ênfase no ensino superior.

A conferência de imprensa foi convocada pela JURA, JPA, JURS, JFNLA, MEA, Movimento Hip Hop – III Divisão, UPA- União dos Povos de Angola, Sociedade Civil Contestatária e a ANATA ( Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola).