Jovens defendem reforço da educação cívica e patriótica

  • Bandeira de Angola
Luanda – Em vésperas da comemoração do 60º aniversário do início da luta armada de libertação nacional (4 de Fevereiro), os jovens angolanos defendem o reforço das acções de educação cívica e patriótica, a começar nas escolas e outros espaços de socialização.

Na província do Bié, o secretário executivo em exercício do Conselho Provincial da Juventude (CPJ), Faustino Sassango, entende haver menos interesse dos jovens para as acções patrióticas.

A título de exemplo disse que "quase não se entoa o Hino Nacional nas cerimónias governamentais e não só, estando a se dar preferência ao minuto de silêncio aos heróis tombados".

Em seu entender, com essa atitude os valores da angolanidade vão desaparecer, sobretudo, na juventude. “Não que seja mal o minuto de silêncio, mas a entoação do Hino também é importante, principalmente nos dias de hoje em que os ânimos estão exaltados, com várias manifestações”.

O responsável recordou que, recentemente, numa das manifestações ocorridas na capital do país, Luanda, a Bandeira da República foi destruída, uma atitude completamente reprovável e de desrespeito à Pátria, frisou.

Por sua vez, o primeiro-secretário provincial da JMPLA no Bié, Alfredo Capitango, defendeu a necessidade das escolas trabalharem mais na educação cívica e patriótica, com vista a elucidar cada vez mais as crianças, adolescentes e jovens sobre a importância da preservação dos símbolos nacionais.

“A maior fragilidade está nos cidadãos com idades até os 18 anos, que não conseguem discernir o verdadeiro significado do Hino, da Insígnia e Bandeira da República. A população deve saber que, para a conquista destes símbolos, muitos filhos dessa Nação perderam a vida”, notou.

Já o secretário da JURA, braço juvenil da UNITA, Osvaldo Jamba, solicitou maior rigor na passagem de testemunho às novas gerações sobre os valores patrióticos e culturais da angolanidade.

Nesta conformidade, defendeu o retorno das actividades extra-escolares denominadas matutinos e vespertinos nas escolas. Ai os jovens, enquanto estudantes, eram obrigados a entoar o Hino Nacional, antes de qualquer actividade.

No Uíge, os estudantes universitários e alunos do ensino geral consideraram importante o papel dos símbolos nacionais na valorização da história e cultura do país.

Em declarações à ANGOP, os estudantes afirmaram que os símbolos nacionais, como é o caso da bandeira, insígnia e do hino, merecem ser respeitados e conservados.

O estudante do curso de sociologia, no Instituto Superior Politécnico do Uíge (ISPU), Ismael Pedro, é pela inclusão de temáticas sobre os símbolos nacionais no ensino universitário e geral, para permitir que muitos conheçam o seu significado.

“Existe estudantes universitários que não conhecem o que são e quais são os símbolos nacionais”, disse.

Para Joana Ninga, aluna do I ciclo do ensino geral, os símbolos nacionais devem constituir matéria de estudo, para permitir que as crianças e os jovens conheçam o seu significado e aprendam a respeitá-los.

Já no Huambo, o presidente do Conselho Provincial da Juventude (CPJ), João Lara Macuva Hotalala, também é de opinião que os símbolos nacionais devem constituir matéria de estudo.

Enquanto isso, o director da sociedade de jovens da Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IECA), Abraão Lumanhula, disse que os símbolos nacionais representam a união do país e, ao mesmo tempo, identificam uma Nação.

No Cuanza Sul, os jovens, que afirmaram ter conhecimento sobre os símbolos nacionais, disseram que representam a identidade sociocultural da pátria angolana.

Para o estudante universitário Mário Daniel, os símbolos nacionais funcionam como factores de unidade social e de consolidação dos valores cívicos e patrióticos.

O sociólogo Pedro Caleta disse que os símbolos nacionais têm uma grande importância na vida de um povo, porque são factores identitários.

O jurista Nelito Santiago considerou desrespeito à pátria e falta de civismo, descuidar a bandeira nacional, o desconhecimento do hino e da insígnia.

Concluiu que os símbolos de Angola são sinónimos de raridade e exclusividade e neles contém a essência de uma Nação em construção.

Na província do Bié, o secretário executivo em exercício do Conselho Provincial da Juventude (CPJ), Faustino Sassango, entende haver menos interesse dos jovens para as acções patrióticas.

A título de exemplo disse que "quase não se entoa o Hino Nacional nas cerimónias governamentais e não só, estando a se dar preferência ao minuto de silêncio aos heróis tombados".

Em seu entender, com essa atitude os valores da angolanidade vão desaparecer, sobretudo, na juventude. “Não que seja mal o minuto de silêncio, mas a entoação do Hino também é importante, principalmente nos dias de hoje em que os ânimos estão exaltados, com várias manifestações”.

O responsável recordou que, recentemente, numa das manifestações ocorridas na capital do país, Luanda, a Bandeira da República foi destruída, uma atitude completamente reprovável e de desrespeito à Pátria, frisou.

Por sua vez, o primeiro-secretário provincial da JMPLA no Bié, Alfredo Capitango, defendeu a necessidade das escolas trabalharem mais na educação cívica e patriótica, com vista a elucidar cada vez mais as crianças, adolescentes e jovens sobre a importância da preservação dos símbolos nacionais.

“A maior fragilidade está nos cidadãos com idades até os 18 anos, que não conseguem discernir o verdadeiro significado do Hino, da Insígnia e Bandeira da República. A população deve saber que, para a conquista destes símbolos, muitos filhos dessa Nação perderam a vida”, notou.

Já o secretário da JURA, braço juvenil da UNITA, Osvaldo Jamba, solicitou maior rigor na passagem de testemunho às novas gerações sobre os valores patrióticos e culturais da angolanidade.

Nesta conformidade, defendeu o retorno das actividades extra-escolares denominadas matutinos e vespertinos nas escolas. Ai os jovens, enquanto estudantes, eram obrigados a entoar o Hino Nacional, antes de qualquer actividade.

No Uíge, os estudantes universitários e alunos do ensino geral consideraram importante o papel dos símbolos nacionais na valorização da história e cultura do país.

Em declarações à ANGOP, os estudantes afirmaram que os símbolos nacionais, como é o caso da bandeira, insígnia e do hino, merecem ser respeitados e conservados.

O estudante do curso de sociologia, no Instituto Superior Politécnico do Uíge (ISPU), Ismael Pedro, é pela inclusão de temáticas sobre os símbolos nacionais no ensino universitário e geral, para permitir que muitos conheçam o seu significado.

“Existe estudantes universitários que não conhecem o que são e quais são os símbolos nacionais”, disse.

Para Joana Ninga, aluna do I ciclo do ensino geral, os símbolos nacionais devem constituir matéria de estudo, para permitir que as crianças e os jovens conheçam o seu significado e aprendam a respeitá-los.

Já no Huambo, o presidente do Conselho Provincial da Juventude (CPJ), João Lara Macuva Hotalala, também é de opinião que os símbolos nacionais devem constituir matéria de estudo.

Enquanto isso, o director da sociedade de jovens da Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IECA), Abraão Lumanhula, disse que os símbolos nacionais representam a união do país e, ao mesmo tempo, identificam uma Nação.

No Cuanza Sul, os jovens, que afirmaram ter conhecimento sobre os símbolos nacionais, disseram que representam a identidade sociocultural da pátria angolana.

Para o estudante universitário Mário Daniel, os símbolos nacionais funcionam como factores de unidade social e de consolidação dos valores cívicos e patrióticos.

O sociólogo Pedro Caleta disse que os símbolos nacionais têm uma grande importância na vida de um povo, porque são factores identitários.

O jurista Nelito Santiago considerou desrespeito à pátria e falta de civismo, descuidar a bandeira nacional, o desconhecimento do hino e da insígnia.

Concluiu que os símbolos de Angola são sinónimos de raridade e exclusividade e neles contém a essência de uma Nação em construção.