Líder tocoísta destaca pedido de perdão de João Lourenço

  • Dom Afonso Nunes, líder da Igreja Simão Toco
Uíge - O Bispo da Igreja Tocoísta, Dom Afonso Nunes, destacou, esta sexta-feira, no município de Negage, província do Uíge, a importância do pedido de perdão do Presidente da República, João Lourenço, pelas vítimas de conflitos políticos no país.

Segundo o líder religioso, que intervinha num culto ecuménico, na comuna de Dimuca, inserido no programa de visita a uma vala comum onde supostamente jazem corpos de fiéis tocoístas mortos em 1977, este gesto do Chefe do Estado simboliza nobreza e humildade.

Para Dom Afonso Nunes, o pedido de desculpas e perdão vai ajudar a criar harmonia entre os angolanos, particularmente nas famílias das vítimas de conflitos, entre 1975 e 2002.

"O acto visa tapar buracos que foram criados durante muitos anos, criar harmonia social e espiritual, a fim de se criar o convívio salutar que se pretende no país, assim como as bases para o seu desenvolvimento sustentável", reforçou.

Afirmou que a Igreja Tocoísta recebeu com alegria o pedido de desculpas, tendo, por outro lado, reconhecido que os conflitos políticos causaram muitos males.

Lembrou que existem na província do Uíge muitos lugares, onde foram sepultados fiéis da sua igreja, mortos durante o período colonial e depois da independência nacional. 

Ao pronunciar-se no acto, a vice-governadora do Uíge para o Sector Político, Económico e Social, Maria Cavungo, lembrou que a guerra trouxe traumas a muitos angolanos, daí a necessidade do gesto de perdão ser valorizado para preservar a paz. 

"O momento não é de buscar culpados, mas sim de reconciliação e perdão, para que, de mãos dadas, criemos bases para o progresso do país", expressou.

Durante o culto, celebrado na aldeia Tuyango, Dom Afonso Nunes falou da importância do perdão, do amor e da unidade entre os angolanos.

Segundo o líder religioso, que intervinha num culto ecuménico, na comuna de Dimuca, inserido no programa de visita a uma vala comum onde supostamente jazem corpos de fiéis tocoístas mortos em 1977, este gesto do Chefe do Estado simboliza nobreza e humildade.

Para Dom Afonso Nunes, o pedido de desculpas e perdão vai ajudar a criar harmonia entre os angolanos, particularmente nas famílias das vítimas de conflitos, entre 1975 e 2002.

"O acto visa tapar buracos que foram criados durante muitos anos, criar harmonia social e espiritual, a fim de se criar o convívio salutar que se pretende no país, assim como as bases para o seu desenvolvimento sustentável", reforçou.

Afirmou que a Igreja Tocoísta recebeu com alegria o pedido de desculpas, tendo, por outro lado, reconhecido que os conflitos políticos causaram muitos males.

Lembrou que existem na província do Uíge muitos lugares, onde foram sepultados fiéis da sua igreja, mortos durante o período colonial e depois da independência nacional. 

Ao pronunciar-se no acto, a vice-governadora do Uíge para o Sector Político, Económico e Social, Maria Cavungo, lembrou que a guerra trouxe traumas a muitos angolanos, daí a necessidade do gesto de perdão ser valorizado para preservar a paz. 

"O momento não é de buscar culpados, mas sim de reconciliação e perdão, para que, de mãos dadas, criemos bases para o progresso do país", expressou.

Durante o culto, celebrado na aldeia Tuyango, Dom Afonso Nunes falou da importância do perdão, do amor e da unidade entre os angolanos.