Lucas Ngonda considera congresso da FNLA exemplo para futuras gerações

  • Presidente da FNLA, Lucas Ngonda
Luanda - O presidente cessante da FNLA, Lucas Ngonda, considerou, esta quinta-feira, em Luanda, o V congresso ordinário um marco histórico para as futuras gerações, por reunir as várias alas desavindas do partido.

Lucas Ngonda, que discursava na abertura do congresso, disse que o conclave realiza-se num momento particular da história do partido, justificando que “todos os filhos da FNLA estão reunidos e animados de uma vontade patriótica de pôr fim ao triste e longo conflito que se arrastou durante anos”.

De acordo com o político, este conflito tem impedido o progresso do partido, razão pela qual as partes desavindas manifestaram o desejo de ultrapassar as duas décadas de desunião.

"Este conflito tem impedido o progresso do partido. As duas décadas de conflito não levaram a FNLA a lado nenhum, apesar do esforço empreendido pela direcção por mim encabeçada, que foi tentando arquitectar as aproximações entre as partes desavindas”, sustentou.

Segundo o político, esta tomada de consciência patriótica dos militantes, se for consolidada, marcará para sempre as gerações vindouras, sendo a melhor homenagem que podem tributar ao fundador do partido, Holden Roberto, falecido há 14 anos.

Afirmou que Angola está a atravessar um momento particular da sua história, que precisa da contribuição da FNLA para criar uma nova ordem social capaz de dar ao povo a esperança de dias melhores.

“Todos são chamados a dar a sua contribuição para a reconstrução de uma nação reconciliada e capaz de responder aos desafios do presente no concerto das nações”, acrescentou.

Compromisso

Entretanto, os candidatos à liderança da FNLA, nomeadamente Lucas Ngonda, Tristão Ernesto, Fernando Pedro Gomes, Carlito Roberto e Nimi a Simbi, comprometeram-se a respeitar os resultados eleitorais do conclave.

Numa declaração conjunta, os signatários defenderam a necessidade do candidato vencedor unir os militantes e amigos do partido.

Apelaram à união dos militantes em torno dos ideais de Liberdade e Terra, como forma de honrar a memória dos pais fundadores da UPNA/UPA/FNLA e preservar o partido.

"O V Congresso ordinário se distingue de todos porque marca o início de um processo irreversível para a almejada unidade dos militantes", lê-se na declaração.

Sob o lema "FNLA unidos na diversidade venceremos", o congresso decorre até sábado (18) e reúne 1.451 delegados.

Lucas Ngonda, que discursava na abertura do congresso, disse que o conclave realiza-se num momento particular da história do partido, justificando que “todos os filhos da FNLA estão reunidos e animados de uma vontade patriótica de pôr fim ao triste e longo conflito que se arrastou durante anos”.

De acordo com o político, este conflito tem impedido o progresso do partido, razão pela qual as partes desavindas manifestaram o desejo de ultrapassar as duas décadas de desunião.

"Este conflito tem impedido o progresso do partido. As duas décadas de conflito não levaram a FNLA a lado nenhum, apesar do esforço empreendido pela direcção por mim encabeçada, que foi tentando arquitectar as aproximações entre as partes desavindas”, sustentou.

Segundo o político, esta tomada de consciência patriótica dos militantes, se for consolidada, marcará para sempre as gerações vindouras, sendo a melhor homenagem que podem tributar ao fundador do partido, Holden Roberto, falecido há 14 anos.

Afirmou que Angola está a atravessar um momento particular da sua história, que precisa da contribuição da FNLA para criar uma nova ordem social capaz de dar ao povo a esperança de dias melhores.

“Todos são chamados a dar a sua contribuição para a reconstrução de uma nação reconciliada e capaz de responder aos desafios do presente no concerto das nações”, acrescentou.

Compromisso

Entretanto, os candidatos à liderança da FNLA, nomeadamente Lucas Ngonda, Tristão Ernesto, Fernando Pedro Gomes, Carlito Roberto e Nimi a Simbi, comprometeram-se a respeitar os resultados eleitorais do conclave.

Numa declaração conjunta, os signatários defenderam a necessidade do candidato vencedor unir os militantes e amigos do partido.

Apelaram à união dos militantes em torno dos ideais de Liberdade e Terra, como forma de honrar a memória dos pais fundadores da UPNA/UPA/FNLA e preservar o partido.

"O V Congresso ordinário se distingue de todos porque marca o início de um processo irreversível para a almejada unidade dos militantes", lê-se na declaração.

Sob o lema "FNLA unidos na diversidade venceremos", o congresso decorre até sábado (18) e reúne 1.451 delegados.